1

Delírios de Consumo na 5ª Avenida
Sophie Kinsella

2

Alice no País das Maravilhas
Lewis Carroll

3

Tudo e Todas as Coisas
Nicola Yoon

4

A Garota do Calendário #6
Audrey Carlan

5

Querido John
Nicholas Sparks

RESENHA: Delírios de Consumo na 5ª Avenida - Sophie Kinsella

16 outubro 2017
Delírios de Consumo na 5ª Avenida
Sophie Kinsella
Editora: Record
Páginas: 466
Ano: 2002
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Sinopse: Becky Bloom está de volta. E com um cartão de crédito pronto para a ação. É assim que ela encara Nova York, para onde se muda para acompanhar Luke, seu namorado, que troca a Inglaterra por um emprego nos Estados Unidos. A meca mundial do consumo parece um jardim do éden para essa compradora compulsiva. Mas quando começam a chegar suas faturas de cartão de crédito, o paraíso acaba se transformando numa verdadeira sucursal do inferno na Terra.



ESTA RESENHA NÃO CONTÉM SPOILERS DO LIVRO ANTERIOR
RESENHA DO PRIMEIRO LIVRO: DELÍRIOS DE CONSUMO DE BECKY BLOOM

      Começando a segunda resenha da série da Becky Bloom, já repito que é uma das minhas favoritas da vida e que o filme é também um de meus favoritos, digo que está bem no topo, pra ser bem sincera. Comprei Delírios de Consumo na 5ª Avenida na Bienal de Pernambuco e já corri pra ler de tanto que esperei para poder continuar vendo o que Rebecca vai aprontar dessa vez.


       Nesse segundo livro, Rebecca se recupera da guinada que sua vida deu e dá a chance ao estrelato, onde é estrela do Morning Coffee! dando conselhos de finanças. Becky e Luke vão para Nova York, a cidade das compras e das lojas de grifes da 5th Ave, que certamente a deixaram louca. Ela acaba tendo uma recaída em relação ao dinheiro e tem que sofrer as consequências disso tomando uma bela lição de vida.

"Definitivamente vou comprar umas daquelas plantinhas no supermercado e botar uma fileira delas na janela. (Puxa, elas só custam uns cinquenta centavos, de modo que se morrerem basta você comprar outra.)"

RESENHA: Alice no País das Maravilhas - Lewis Carroll (RGBP)

14 outubro 2017
Alice no País das Maravilhas
Alice's Adventures in Wonderland
Lewis Carroll
Editora: Penguin Books (versão em inglês)
Páginas: 151
Ano: 1865/ 1994 (essa edição)
Adicionar no Skoob - Compre aqui
Sinopse: O livro conta a história de uma menina curiosa que decide seguir um coelho branco, quando de repente cai em sua toca e é levada a um reino onírico, onde convive com criaturas estranhas e se envolve nas mais inusitadas aventuras. Neste universo inesperado, não há limites entre sonho e realidade. Mais do que uma obra ficcional-juvenil, Alice no País das Maravilhas é uma alucinante viagem por um mundo nada óbvio em que imaginação, desafios de lógica, jogos de palavras e situações nonsense combinam-se de maneira única e inesquecível.
 

    Acreditem se quiser, mas sim, essa foi a primeira vez que li Alice no País das Maravilhas completo. Sabia da história, obviamente, mas meu único livrinho que me fez conhecer a Alice tem menos de 5 paginas e resumiu tanto a história que sim, li aos 18 anos a história real e completa. Não me arrependo, claro. Senti um gosto de infância e é muito bom ler clássicos assim, mas eu coloquei tanta expectativa que foi um pouco menos do que eu pensava. Acho que porque achava que a explicação seria algo menos óbvio. 

       Alice é uma menina que encontra vários personagens inusitados após cair em um grande buraco quase infinito. Faz amizade com uma lagarta que fuma, um coelho branco, um chapeleiro maluco e até mesmo um gato risonho. Tudo isso trás uma lição valiosa na vida dela, que inclui coragem e determinação. 

        Tentei ler de uma forma que me fizesse pensar e crucifiquei a Alice por muito tempo. Como que a menina tem coragem de comer as coisas que tem escrito “beba” e “coma”? Será que a mãe dela não ensinou que não pode? Não deixei isso passar, mas claro que entendi depois. Alice é uma pequena criaturinha orgulhosa e determinada que se quer uma coisa vai lá e consegue. É toda inocente durante todo o livro, perguntando o que é cada coisa, mas tenho certeza de que se não respondessem, ela descobriria do mesmo jeito. 

RESENHA: Tudo e Todas as Coisas - Nicola Yoon

11 outubro 2017
Tudo e Todas as Coisas
Nicola Yoon
Editora: Novo Conceito
Ano: 2016
Páginas: 304
Adicione no Skoob - Compre aqui - Sinopse: Minha doença é tão rara quanto famosa. Basicamente, sou alérgica ao mundo. Qualquer coisa pode desencadear uma série de alergias. Não saio de casa. Nunca saí em toda minha vida. As únicas pessoas que já vi foram minha mãe e minha enfermeira, Carla. Eu estava acostumada com minha vida até o dia que ele chegou. Olho pela minha janela para o caminhão de mudança, e então o vejo. Ele é alto, magro e está vestindo preto da cabeça aos pés. Seus olhos são de um azul como o oceano. Ele me pega olhando-o e me encara. Olho de volta. Descubro que seu nome é Olly. Talvez eu não possa prever o futuro, mas posso prever algumas coisas. Por exemplo, estou certa de que vou me apaixonar por Olly. E é quase certo que será um desastre. 

                                                               



Mal podia esperar pra escrever essa resenha desse livro tão maravilhoso! Assisti Tudo e Todas as Coisas antes de ler o livro, confesso. Mas ele estava em falta na livraria aqui de Caruaru e eu arrisquei ver primeiro e me apaixonei. Vi muitas resenhas o considerando muito superficial e bem a cara de A Culpa É Das Estrelas, mas mesmo meu amor tenha se dado ao fato de eu ter me identificado 90% com a Maddy, o livro em si é todo bem formulado e vale sim todas as minhas cinco estrelas e meu coração. 



    Em Tudo e Todas as Coisas, Madeline tem 18 anos de idade e nunca saiu de casa por causa de sua doença ,a IDCG, que faz com que ela não possa ser exposta à bactérias, ou seria sua morte ou algo parecido. Por isso, sua mãe preparou sua rotina esquematizada e a única pessoa que Maddy via além dela era a enfermeira, que cuidava para que todas as taxas de Maddy estivessem sob controle. O que sai do controle é a paciência de Maddy em relação à doença. Um vizinho se muda para a casa ao lado. As conversas online com Olly a fazem sentir especial e única e seu único desejo se torna sair de casa e encontrá-lo.

"Quando você ler esta mensagem, a gente já vai ter se conhecido. Terá sido perfeito."

XI Bienal Internacional de Pernambuco - Parte 1

08 outubro 2017
Se você me acompanha por aqui pelo blog ou pelo Instagram (@proximaprimavera), sabe que ontem (7), eu estive na XI Bienal Internacional de Livros de Pernambuco no Centro de Convenções de Olinda/PE. Foi minha primeira Bienal e prometi que ia contar tudinho pra vocês por aqui. Vou fazer 2 posts, esse sobre a Bienal em si, os prós e contras e minha experiência por lá e o segundo post com os livros que comprei! 


MINHA PRIMEIRA BIENAL 


Pode parecer estranho e anormal eu dizer que eu pleno 2017, fui à minha primeira Bienal. Mas é verdade. Moro no interior e 1h20min do Recife, onde acontece a maioria dos eventos de todos os tipos. Para poder ir por lá preciso de dinheiro, tempo já que moro em Caruaru e tempo do meu pai, que trabalha. Mas me programei muito e esse ano nada me impediria de dar um alô na Bienal de Pernambuco. Consegui o credenciamento da Bienal, então foi maravilhoso poder participar do evento como blogueira e mostrando tudo no Instagram. 

Prós da XI Bienal Internacional do Livro de Pernambuco

  • Livros específicos e famosos por menos 
  • Eventos nerd com quadrinhos e Harry Potter 
  • Eventos literários como lançamento de livros e autógrafos com autores nacionais 
  • Dentro da Bienal tudo era bem organizado e pareceu muito bem planejado e, inclusive, a questão da segurança e informação dentro do evento. 
  • O estande do MEC oferecendo livros gratuitos e jogos educativos 
  • Artesanatos, acessórios e brindes com um precinho em conta
  • Sebos com livros antigos e usados (porém em bom estado de conservação) com preços maravilhosos 
  • Estandes com todos os livros por apenas R$ 10 
Contras da XI Bienal Internacional do Livro de Pernambuco 

  • Falta de informação para chegar no local do evento. Andei por 10 minutos apenas porque meu pai só pôde me deixar na entrada do Classic Hall (ex Chevrolet Hall) e o estacionamento é enorme e eu andei demais sozinha no esquisito pra poder pedir informações à uma vendedora sobre onde era o Centro de Convenções, afinal. Custa nada umas plaquinhas, sabe? Meu pai também teve dificuldades em encontrar entrada e saber onde estacionar e onde pagar estacionamento, que por sinal é meu próximo ponto.
  • Estacionamento e ingressos caros. O estacionamento estava por mais de R$ 7,50 com permanência de até 4 horas. E o preço de entrada no evento era R$ 10 inteira, R$ 5 meia e R$ 7 social + 1kg de alimento. Apenas os veículos credenciados que não pagaram a entrada. 
  • Poucos livros em promoção. Não espere que vai comprar todos os livros mais desejados da sua lista do Skoob na Bienal. Os mais famosos estavam nos estandes de editoras como Saraiva e Leya, e por preço de livraria física - mais de R$ 35 cada livro. 
  • Estandes com todos os livros de R$ 10 salvaram o evento e lotaram bastante, mas, infelizmente, eram livros sem muita fama e lançados há bastante tempo. Os lançamentos estavam apenas nos estandes das livrarias, que já falei que eram preço de livraria física. 
  • Sem sinalização para palestras e eventos literários. Eu não sabia onde ia acontecer cada coisa e acabei não assistindo nada, pois não existia placa alguma indicando onde seria apresentações culturais e até mesmo lançamento de livros. 
  • Pouca opção de alimentação. Comi biscoito, pois não estava querendo comer pastel, macaxeira ou sorvete. 
  • Vendedores a cada metro quadrado pedindo assinaturas de revistas por “preços promocionais”, mas que já fui avisada por uma colega no começo da Bienal que era apenas fachada e que o preço mensal aumentava com o tempo.

Consegui pensar nesses pontos. Colocando os dois lados em uma balança, vi que a Bienal foi sim boa, mas com seus defeitos. Aproveitei sim, na medida do possível e dentro do meu orçamento. Comprei um saldo de 8 livros, e 6 deles são antigos e eu estava desejando mesmo. Foi uma experiência boa sim e com certeza irei na próxima Bienal daqui, mas não espero julgar o evento pelo tamanho pequeno da versão pernambucana. Se tudo der certo, estarei na próxima Bienal do Rio, em 2019, aproveitando o que há de melhor na maior Bienal desse país. 


Spoiler do próximo post da Bienal, onde contarei sobre minhas aquisições: 


RESENHA: A Garota do Calendário (Junho) - Audrey Carlan

06 outubro 2017
A Garota do Calendário (Junho)
Audrey Carlan
Editora: Verus Editora
Ano: 2016
Páginas: 160
Adicione no Skoob - Compre aqui -- Sinopse: O sexto volume do fenômeno editorial nos Estados Unidos, com mais de 3 milhões de cópias vendidas Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser... Mia vai passar o mês de junho em Washington com Warren, um coroa rico que precisa de uma mulher a seu lado para tratar com políticos e investidores. O acordo entre eles não envolve sexo — já com Aaron, o filho de seu cliente, Mia não pode garantir.


         Acabei o sexto volume da série de livros A Garota do Calendário e, por incrível que pareça, minha vontade de continuar ainda continua, mesmo o enredo tendo se tornado algo diferente do que eu esperava ao longo dos meses da Mia. Nesse mês, Mia teve que lidar com seus sentimentos acerca de todos os outro cinco homens que teve que conviver e o filho do sexto, que complica sua estadia em Washington e ainda por cima, a faz questionar sua carreira de acompanhante. 

          ESTA RESENHA NÃO CONTÉM SPOILERS DOS LIVROS ANTERIORES 

        Para quem ainda não conhece a história da série A Garota do Calendário, Mia Saunders está à procura de uma forma de pagar uma dívida absurda que seu pai tem com um agiota, já que o próprio está de coma por causa desta bendita dívida. Ela acaba trabalhando na empresa de acompanhantes da sua tia, onde todo mês seria mandada para um lugar diferente para trabalhar como acompanhante de homens que precisem fingir que têm um relacionamento sério para a mídia. Pareceu simples no início, mas Mia logo percebe que manter a classe e fugir do preconceito para com esse tipo de emprego é mais difícil do que ela imaginou.

"Aceitava o bom, o mau e até mesmo o feio, porque tudo isso era parte do processo. Como minha tatuagem dizia, eu tinha que confiar na jornada."

RAPIDINHAS: XI Bienal do Livro de Pernambuco + parceria com Fernanda Regina

04 outubro 2017
          Olá! Mais um post da coluna de rapidinhas aqui no blog e dessa vez tenho novidades incríveis! Dia 6 de Outubro, essa sexta, começa a XI Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, e vai até dia 15, e eu estou ansiosíssima! O Próxima Primavera vai estar por lá marcando presença como imprensa e cobrindo tudo que tá acontecendo no Instagram (@proximaprimavera) e também em alguns próximos posts que farei sobre as palestras que assisti, minha experiência no geral com minha primeira Bienal (sim!) e os livros que comprei. Fiquei muito muito emocionada quando vi que o blog foi selecionado para a credencial de cobertura da Bienal como imprensa e considero tudo isso apenas um dos primeiros passos para o que eu realmente sonho aqui e fora do blog, deixando claro que não consigo me ver sem incluí-lo na minha vida nos próximos anos. 

PROGRAMAÇÃO DA XI BIENAL INTERNACIONAL DO LIVRO DE PERNAMBUCO

6 de Outubro


14h Programa MINC – Políticas do Setor de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas – Roda de diálogo com o representante do Minc/ Departamento de Livro, Leitura, Literatura e Bibliotecas (DLLLB) e Roberto Azoubel (chefe Substituto Regional NE Ministério da Cultura). 
17h Mesa de Abertura da XI Bienal Internacional do Livro de Pernambuco 
19h Lima Barreto: a República e os direitos humanos – Walnice Nogueira Galvão lembra como Lima Barreto dedicou sua obra e sua vida à defesa da República e dos direitos humano, associando-o a autores como Euclides da Cunha e Machado de Assis.

7 de Outubro


10h Programa MINC – Ensino da história, das culturas e territorialidades dos povos indígenas no Nordeste. Diálogo com Carlos Fernando dos Santos Júnior, Mestre em história pela UFPE e Denise Batista Lira , Mestra em história pela UFPE. 
12h Romance de Época, Chá das Cinco – Palestra com a escritora Roxane Norris( Editora Eu leio Brasil) 
14h Circulando saberes, inspirar pra transformar – O que fazer com os livros parados na sua estante? Um estudo de caso sobre redes sociais e troca de livros com o professor Filipe Fernandes. 
15h Como pequenas histórias de gente que lê estão mudando o mundo. Palestra com o escritor Galeno Amorim, ex presidente da Fundação Biblioteca Nacional, presidente da Fundação Observatório do Livro e da Leitura, palestrante e consultor de políticas públicas do livro e leitura para organismos internacionais. 
16h Palavração – O ano das lágrimas na chuva – Fernando Monteiro, homenageado da XI Bienal, conversa com o poeta Sérgio de Castro Pinto. 
17h Leia Mulheres recebe Maria Valeria Rezende – A escritora Maria Valéria Rezende conversa sobre o projeto Mulherio das Letras que discutirá o lugar da mulher na literatura brasileira em João Pessoa durante o mês de outubro. 
18h30 A boa política – O professor titular de ética e filosofia da USP, o ex-ministro Renato Janine Ribeiro, fala da sua última coleção de artigos, A boa política, na Bienal do Livro. 
20h Vozes Femininas em Narrativas Apimentadas – X Maratona de Contação de Histórias da OAF do Recife – Escritora Cida Pedrosa 
20h30 Vozes Femininas em Narrativas Apimentadas – X Maratona de Contação de Histórias da OAF do Recife – Escritora Clenira Melo 
21h Vozes Femininas em Narrativas Apimentadas – X Maratona de Contação de Histórias da OAF do Recife – Escritora Suzana Moraes 
21h30 Vozes Femininas em Narrativas Apimentadas – X Maratona de Contação de Histórias da OAF do Recife – Escritora Adélia Coelho Flor

8 de Outubro


10h De Futebol, Poesias e Sonhos- Jotabê Medeiros, jornalista e escritor, autor da biografia ” Belchior . Apenas um Rapaz Latino Americano” e Paulo César Guimarães, jornalista, ex O Globo , autor da biografia de Sandro Moreyra “Um autor a procura de um personagem” fazem uma reflexão em torno dos nossos sonhos, dos nossos ídolos e do nosso Brasil. Mediação do jornalista Ricardo Antunes. 
11h O escritor Gustavo Lacombe apresenta seus livros, fala sobre sua carreira e das suas inspirações. 14h Bate papo sobre cultura Jovem com os escritores Rafaella Vieira e Laerte Silvino. Mediação de Brenda Lorrainy da Cata-vento de ideias (Ed. Autentica) 
15h Manual do Pequeno Escritor – Palestra com a professora Ana Cláudia Suriani da Universidade College London- (Editora Mariposa Cartoneira) 
16h Programa MINC-Vídeo Conferência População Cigana e Comunidade Internacional. Participantes: Povos ciganos do Brasil, Portugal, Espanha, Argentina, Colômbia e Chile 
17h A faca e livro dos homens (lançamento) – O escritor Ronaldo Correia de Brito conversa sobre e autografa a nova edição conjunta dos seus dois primeiros livros de contos com o curador da Bienal, Schneider Carpeggiani. 
18h Lima Barreto – Triste visionário – A professora titular do departamento de antropologia da USP, Lilia Moritz Schwarcz, conversa sobre e autografa sua recente biografia de Lima Barreto. 
20h Literatura Fantástica e Imaginário Popular Pernambucano – Os escritores e editores do Recife Assombrado André Balaio e Roberto Beltrão falam sobre as lendas típicas do imaginário popular da nossa cultura.




      Tem bastante coisa legal pra ver nesses primeiros dias além de, claro, os estantes de nossas editoras favoritas com muito livro mais barato (espero!). Estarei indo dia no sábado, 7, e vou catar mesmo muita novidade pra falar pra vocês. 


Parceria com a autora Fernanda Regina




Fernanda Regina, tem 20 anos, e é estudante de Letras. Apaixonada por histórias desde que se nao entende por gente, acredita que o mundo é muito grande para ser uma pessoa só, por isso dá vida a seus vários personagens através das palavras - que ama desde que aprendeu a falar como boa geminiana. Doce Loucura do Primeiro amor é seu primeiro romance.





Primeiro amor. Corações palpitando, vontade de dormir logo para ver a pessoa novamente na manhã seguinte, sorrisos bobos ao citar o nome do amado, a clichê sensação de borboletas no estômago... Tudo isso Melina sentiu por Eduardo, o primeiro que a fez suspirar de amores e a acreditar piamente que só se pode amar de verdade uma pessoa na vida. Porém, reviravoltas do destino a fazem cair nos braços de Danilo, que a leva a questionar sua própria teoria, pois seu coração também acelera por ele. Danilo e Melina formam o casal perfeito aos olhos de todos. Entretanto, as lembranças do amor juvenil sempre a invadem. A confusão de seus sentimentos, as cicatrizes deixadas e a grande comparação entre amor e paixão deixarão Melina ter uma vida plena e feliz com homem que sempre esteve ao seu lado? Doce Loucura do Primeiro Amor volta ao passado e conta a história de amor de Melina, Eduardo e Danilo, acompanhados de pequenas crônicas e muito romance.

RESENHA: Querido John - Nicholas Sparks

02 outubro 2017

Querido John
Nicholas Sparks
Editora: Novo Conceito
Ano: 2011
Páginas: 277
Adicione no Skoob - Compre aqui
Sinopse: “Querido John”, dizia a carta que partiu um coração e transformou duas vidas para sempre. Quando John Tyree conhece Savannah Lynn Curtis, descobre estar pronto para recomeçar sua vida. Com um futuro sem grandes perspectivas, ele, um jovem rebelde, decide alistar-se no exército, após concluir o ensino médio. Durante sua licença, conhece a garota de seus sonhos, Savannah. A atração mútua cresce rapidamente e logo transforma-se em um tipo de amor que faz com que Savannah prometa esperá-lo concluir seus deveres militares. Porém ninguém previa o que estava para acontecer, os atentados de 11 de setembro mudariam suas vidas e do mundo todo. E assim como muitos homens e mulheres corajosos, John deveria escolher entre seu país e seu amor por Savannah. Agora, quando ele finalmente retorna para Carolina do Norte, ele descobre como o amor pode nos transformar de uma forma que jamais poderíamos imaginar.



     A resenha de hoje demorou, mas finalmente saiu. Querido John é um livros que todo mundo já ouviu falar (ou do livro ou da adaptação pra filme) e eu ganhei em Outubro de 2012 da minha mãe e nunca tinha chegado ao fim. Acho bom deixar claro que, naquela época, aos meus 13 anos de idade, eu realmente odiava ler histórias de amor que fossem trágicas e lembro que parei a partir do momento em que o John começa a sofrer pela Savannah. Eu me perguntava como ela conseguia fazer aquilo com ele e abandonei o livro. Simples assim. Mas como eu já aprendi que existem momentos certos de ler livros, voltei a leitura de Querido John certa de que, desta vez, acabaria com sucesso, já que me identifiquei muito com atitudes do John e da Savannah desde o início. 

"Eu me apaixonei por ela enquanto estávamos juntos, e me apaixonei ainda mais nos anos em que ficamos separados. Nossa história tem três partes: um começo, um meio e um fim. Embora seja difícil acreditar que a nossa não durará para sempre."

        Em Querido John, John Tyree, um jovem soltado do Exército americano, volta para casa em um período de recesso e conhece a misteriosa Savannah, uma estudante universitária tão bondosa e com a alma tão pura que só em estar perto dela, era renovador. John e Savannah aproveitam cada segundos juntos, mas, inevitavelmente, a despedida chegaria e foi mais difícil do que os dois pensaram. Após promessas de cartas e ligações, John volta para o campo já contando os dias para rever Savannah, mas o relacionamento à distância dos dois se mostra difícil e sofredor para os dois lados. Logo, John e Savannah tem que decidir o que é melhor para cada um e o que o amor significa, no final das contas.

5 livros que abandonei, mas merecem uma segunda chance

25 setembro 2017
       Não sei vocês, mas eu, particularmente, não consigo forçar uma leitura que não me segurou nem em questão de curiosidade. Tenho alguns livros abandonados na minha estante física e até mesmo virtual, pelo Skoob e, como recentemente tive uma experiência de ler um livro abandonado e me apaixonar, resolvi selecionar aqui 5 livros que abandonei, mas que com certeza merecem uma segunda chance no meu coração. Seguinte, acredito fielmente que existem momentos e momentos. Por exemplo, quando eu tinha 13 anos de idade, não gostei da narrativa de Lola e o Garoto da Casa ao Lado, da Stephenie Perkins, e abandonei. Anos depois (cinco, pra ser mais exata), resolvi reler o livro por causa do Clube do Livro que participo e me apaixonei. Talvez na primeira vez que li, o conteúdo do livro não tenha me prendido por eu não ter me identificado ou até mesmo por não ter costume em ler muitos livros naquela época. Tentarei ler esses 5 livros que selecionei pro post até o fim do ano, pois sei que posso sim gostar e olhar pra eles com outros olhos!

Cidade dos Ossos, Cassandra Clare


Creio que comecei essa leitura em 2013 e abandonei no primeiro capítulo por não me sentir conectada à história. Hoje, quero muito começar o livro novamente e quem sabe me identificar com a minha xará literária, a Clarissa (Clary) Fray. 

Um mundo oculto está prestes a ser revelado... Quando Clary decide ir a Nova York se divertir numa discoteca, nunca poderia imaginar que testemunharia um assassinato - muito menos um assassinato cometido por três adolescentes cobertos por tatuagens enigmáticas e brandindo armas bizarras. Clary sabe que deve chamar a polícia, mas é difícil explicar um assassinato quando o corpo desaparece e os assassinos são invisíveis para todos, menos para ela. Tão surpresa quanto assustada, Clary aceita ouvir o que os jovens têm a dizer... Uma tribo de guerreiros secreta dedicada a libertar a terra de demônios, os Caçadores das Sombras têm uma missão em nosso mundo, e Clary pode já estar mais envolvida na história do que gostaria.



Garotas de Vidro, de Laurie Halse Anderson


Uma amiga me indicou esse livro em 2015 e lembro que me apaixonei pela capa e pela sinopse que ela me contou oralmente. Esse livro é exatamente o tipo que eu costumo amar, com assuntos sociais e sérios que precisam ser discutidos. Não sei o porquê de ter abandonado Garotas de Vidro, mas tenho certeza de que NÃO foi por não ter gostado.

Lia está doente e sua obsessão pela magreza a deixa cada vez mais confusa entre a realidade e a mentira. Mas ela perde totalmente o controle quando recebe a notícia de que sua melhor amiga, Cassie, morreu sozinha em um quarto de motel. E o pior: Cassie ligou para Lia 33 vezes antes de morrer. O que começou como uma aposta entre duas amigas para ver quem ficaria mais magra tornou-se o maior pesadelo de duas adolescentes reféns de seus próprios corpos. Ao negar seu problema, Lia impõe a si mesma um regime cruel em que contar calorias não é o bastante. Ao omitir seu desespero, apela ao autoflagelo numa tentativa premeditada de aliviar seus tormentos. Seus pais e sua madrasta tentam ajudá-la a qualquer custo, mas nem mesmo sua doce irmã, Emma, consegue fazer com que Lia pare de se destruir. Agora, Lia precisa encontrar um modo de lidar com todos os seus fantasmas, e a morte de Cassie é um deles. Garotas de Vidro é uma história intoxicante sobre a autorrepugnância e a busca pela identidade. Neste livro, Laure Halse anderson aborda de modo realista a dolorosa condição de jovens que sofrem de transtornos alimentares e sua complicada relação com o espelho e consigo mesmos.