5

Meu Nome é Albert!
Ronaldo Viana S.

1

Duff
Kody Keplinger

2

Quando a Noite Cai
Carina Rissi

3

Lola e o Garoto da Casa ao Lado
Stephanie Perkins

4

(Im)Perfeição
Helena Souza

RESENHA: Meu Nome é Albert! - Ronaldo Viana S.

21 julho 2017
Meu Nome é Albert!
Ronaldo Viana S.
Editora: Ágape
Ano: 2017
Páginas: 256
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Sinopse: Pessoas são diferentes. Pessoas são únicas. Pessoas têm nome e, neste livro, o nome Albert poderia ser substituído por John, Dimitri, Sarah, Giulia, poderia até ser Kurt ou qualquer outro. Poderia ser o seu, poderia ser o meu. Lendo este livro, é possível que você ria com Albert, que chore com ele. E é bem possível que você o ame. Talvez você se veja nesse garoto e queira entrar nas páginas desta obra e defendê-lo - ou defender-se - de seus agressores. Meu nome é Albert! é uma obra baseada em fatos reais. Nela o autor reviveu a própria história e a de milhares de pessoas ao redor do mundo, talvez até a sua. Uma história que é vivida por muitos, mas que não deveria pertencer a ninguém.
 

       Meu Nome é Albert! é o primeiro romance de Ronaldo Viana S. e trata o bullying de uma forma emocionante, abrangendo amizades e família. Confesso que assim que o autor entrou em contato comigo para falar sobre a parceria, fiquei extremamente honrada. Eu havia lido sobre a obra em outro blog e comentado sobre como amo livros que tratam sobre causas sociais. São minhas duas paixões em um livro só. Meu Nome é Albert! superou minhas expectativas de todas as formas. Chorei pelo Albert e por tantas cenas que pareceram tão familiares para mim. 

"- Eu não tenho amigos, Kurt. Todos zombam de mim na escola e eu tento esconder os meus três dedos anões da mão direita, só que não consigo. Aí, olho para a mão esquerda e percebo que é tolice, pois nela é pior. Como você vê, eu não tenho dedos na mão esquerda. Eu estou perdido, Kurt! As pessoas ficam me olhando assustadas e algumas têm pena de mim, enquanto outras riem na minha cara. Eu não tenho amigos, a não ser você."

RESENHA: Duff - Kody Keplinger

19 julho 2017
Duff
Kody Keplinger
Editora: Globo Alt
Ano:2016
Páginas: 328
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Sinopse: Bianca Piper não é a garota mais bonita da escola, mas tem um grupo leal de amigas, é inteligente e não se importa com o que os outros pensam dela (ou ela acha). Ela também é muito esperta para cair na conversa mole de Wesley Rush - o cara bonito, rico e popular da escola - que a apelida de DUFF, sigla em inglês para Designated Ugly Fat Friend, a menos atraente do seu grupo de amigas. Porém a vida de Bianca fora da escola não vai bem e, desesperada por uma distração, ela acaba beijando Wesley. Pior de tudo: ela gosta. Como válvula de escape, Bianca se envolve em uma relação de inimizade colorida com ele. Enquanto o mundo ao seu redor começa a desmoronar, Bianca descobre, aterrorizada, que está se apaixonando pelo garoto que ela odiava mais do que tudo.

 

      Sou completamente apaixonada pelo filme The Duff e indico pra todas as pessoas que conheço. Ele é simplesmente o filme que explica toda a minha vida. Sim, eu fui uma Duff! Por todo o Ensino Médio e só vim descobrir quando assisti ao filme. Tá, não faz muita diferença descobrir isso e muita gente fala que ficar se chamando de Duff não faz muito bem. Mas eu não sei vocês, eu digo brincando mesmo. Pra você que não sabe, a Duff é a amiga menos querida do seu grupinho de amigas. A sigla significa designated ugly fat friend (a amiga feia e gorda), mas na prática mesmo quer dizer que se você é Duff, você é a mais "abandonada" entre suas amigas. Conhecendo o filme, me vi na Bianca Piper por ela ser bem na dela, tímida e com todas aquelas características de Duff, mas não deixando de ser confiante. Foi por isso que li o livro Duff, lançado em 2016 pela Globo Alt, mas que existe desde 2010 e INSPIROU o filme. Eu jurava que o filme era do livro, mas não. Foi apenas inspirado porque a história é totalmente diferente e eu não gostei tanto quanto a do filme. 

"Depois de pensar nisso por um tempo, decidi que havia muitos benefícios em ser uma Duff.
Beneficio 1: não é preciso se preocupar com cabelo ou maquiagem.
Beneficio 2: não há pressão para ser descolada - não é para você que estão olhando.
Beneficio 3: sem problemas com garotos"

RESENHA: Quando a Noite Cai - Carina Rissi

14 julho 2017
Foto: Skoob
Quando a Noite Cai
Carina Rissi
Editora: Verus
Ano: 2017
Páginas: 476
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Sinopse: Briana Pinheiro sabe que não é a pessoa mais sortuda do mundo. Sempre que ela está por perto algo vai mal, especialmente no trabalho. Por isso é tão difícil manter um emprego. E a garota realmente precisa de grana, já que a pensão da família não anda nada bem. Mas esse não é o único motivo pelo qual Briana anda perdendo o sono. Quando a noite cai e o sono vem, ela é transportada para terras distantes: um mundo com espadas, castelos e um guerreiro irlandês que teima em lhe roubar os sonhos... e o coração. Depois de ser demitida — pela terceira vez no mês! —, Briana reúne coragem e esperanças e sai em busca de um novo trabalho. É quando Gael O’Connor cruza seu caminho. O irlandês de olhar misterioso e poucas palavras lhe oferece uma vaga em uma de suas empresas. Só tem um probleminha: seu novo chefe é exatamente igual ao guerreiro dos seus sonhos. Enquanto tenta manter a má sorte longe do escritório, Briana acaba por misturar realidade e fantasia e se apaixona pelo belo, irresistível e enigmático Gael. Em uma viagem à Irlanda, a paixão explode e, com ela, o mundo de Briana, pois a garota vai descobrir que seu conto de fadas está em risco — e que talvez nem mesmo o amor verdadeiro seja capaz de triunfar... 

      Quando tive a oportunidade de comprar e, finalmente, ler Quando a Noite Cai, não esperei nem uma semana para começar a leitura. Atrasei outras programadas, mas Carina Rissi, sendo uma das minhas autoras brasileiras favoritas, me chamava da estante. Como No Mundo da Luna é meu livro favorito atualmente, dei meu coração mais uma vez a Carina e deixei que Briana e Gael (e Lorcan) me levassem para outro mundo. Literalmente.

Foto: Próxima Primavera

        A história se passa em dois séculos diferentes, o XXI, onde tudo realmente acontece, e o XVI, nos sonhos da protagonista. Briana é azarada e não dá certo em nenhum emprego sequer e continua tentando ficar mais de quatro dias em um lugar para ajudar sua família que, após a morte de seu pai, sofre com dívidas que resultam em problemas em manter a pensão de sua mãe. Em uma entrevista de emprego, ela antes mesmo de ser entrevistada, arruina toda a chance de conseguir uma vaga na empresa por ser desastrada e quebrar um filtro de água! Na saída, acaba atropelando um carro na rua e é socorrida por Gael O'Connor. Tudo isso poderia parecer normal, mas na verdade, Gael era igualzinho um irlandês do século XVI que Briana vinha sonhando há 5 anos!

RAPIDINHAS: Edição nº 25 da revista Conexão Literatura + parceria com Rodolfo Melo

12 julho 2017
A 25ª edição da revista Conexão Literatura já está no ar. Esta edição é comemorativa de 2 anos de revista e o Martinho da Vila estampa a capa. Ele está lançando seu 15º livro, Conversas Cariocas e deu uma entrevista exclusiva à Conexões Literatura!

Na revista também tem dois audiolivros gratuitos cedidos pela editora Alyá (Universidade Falada), dicas de livros, entrevistas com escritores e uma com o organizador Vitor Abdala, que comenta sobre o livro “Narrativas do Medo” (Editora Autografia). A obra tem participação de 17 autores e prefácio elaborado pelo ícone do terror R. F. Lucchetti. O livro será lançado na Bienal do Livro do Rio de Janeiro.

CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS SOBRE A REVISTA CONEXÃO LITERATURA




NOVA PARCERIA DO BLOG!


O Próxima Primavera está com mais uma parceria. Desta vez com o autor Rodolfo Melo, de "Meu Deus, mas que cidade linda". O livro reúne vários contos que tem o combate à violência como foco. 



Rodolfo Melo nasceu em Brasília, onde mora até hoje. É formado em Pedagogia e Matemática. Sim, mostrando que o amor pela escrita não se resume a ciências humanas, somente. Estreou como escritor em 2013, com o livro Contos de Amor e Ódio. De lá pra cá reuniu contos, crônicas e apresenta agora, pela Editora 42, seu novo título: Meu Deus, mas que cidade linda. Além da literatura, Rodolfo escreve sobre música, séries e assuntos variados para sites.










"Meu Deus, mas que cidade linda" é o meu segundo livro de contos e reúne tramas envolventes, angustiantes e surpreendentes. Nele, apresento personagens comuns que poderiam ser qualquer um dos tantos anônimos pelos quais cruzamos diariamente, seja na fila do banco, na parada de ônibus ou no balcão de uma padaria qualquer, por exemplo. Porém, por capricho do destino, tornam-se protagonistas de histórias mirabolantes. Brasília é a grande inspiração para este trabalho, que tem como título uma frase eternizada na letra de Faroeste Caboclo, música da Legião Urbana que conta a história de alguém que abandonou sua cidade natal para tentar a sorte na promissora Capital Federal. E, assim como na canção, o livro retrata a ironia social que envolve alguns dos passageiros a bordo desse peculiar avião projetado por Oscar Niemeyer.

Tem resenha de "Meu Deus, mas que cidade linda" em breve aqui no blog!

RESENHA: Lola e o Garoto da Casa ao Lado - Stephanie Perkins

10 julho 2017
Lola e o Garoto da Casa ao Lado
Stephanie Perkins
Editora: Novo Conceito
Ano: 2012
Páginas: 288
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Sinopse: A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda… ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa — mais brilhante, mais divertida, mais selvagem — melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket — um inventor habilidoso — sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado.

Você acredita em livro certo na hora errada? Eu achava que isso só acontecia com pessoas, mas, de fato, pode acontecer em outras situações também. Aconteceu com Lola e o Garoto da Casa ao Lado, de Stephanie Perkins. Lembro que comprei esse livro na livraria da minha cidade no dia do meu aniversário, 12/08/2014, segundo o que eu mesma escrevi na folha de rosto do livro, em uma ida com a minha mãe. Não lembro se foi com o meu dinheiro ou o dela. Só sei que gostei da capa e de a protagonista ser bem diferente e parecer não ligar pra isso, como eu queria ser. Levei o livro e me decepcionei. Eu tinha exatos 15 anos quando li e nada do que acontecia me fez prender meu interesse no livro, logo o coloquei na estante com um marcador, e ele ficou ali por muito tempo até eu perceber que não terminaria o livro. 

RESENHA: (Im)Perfeição - Helena Souza

08 julho 2017
(Im)Perfeição
Helena Souza
Editora: Independente (publicado pela Amazon)
Ano: 2017
Páginas: 400
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Sinopse: Forest Hill, 2013. A cidade está em tensão, ninguém sabe quem será o próximo, bom, devido aos últimos três corpos encontrados, garotas loiras são as que correm mais perigo. Alguns meses atrás ninguém naquela pacata cidade poderia imaginar que alguém entre eles, algum vizinho, amigo, ou conhecido poderia ceder à loucura e começar a caçar pessoas para matar. Mas agora está tudo diferente, todos são suspeitos. A polícia trabalha sem descanso em busca do responsável, mas quem está por trás disso é alguém bem engenhoso, sabe muito bem onde agir e como agir. O telefone não para de tocar, são cidadãos apavorados que dão nomes aleatórios somente para que aja uma prisão logo, isso faz com que as investigações não avancem da maneira desejada. O resultado? Após 10 meses e com um saldo de 6 jovens mulheres encontradas mortas na região do pântano próximo a cidade, o assassino simplesmente parou de atacar. Nunca fora pego. Forest Hill, 2015. Lentamente a cidade voltou ao seu ritmo, o medo aos poucos havia desaparecido e os moradores passaram a sorrir com mais frequência. Sophie Fields voltou há alguns meses para a cidade, formada em artes visuais, seu senso de dever a faz ajudar a mãe na padaria. Josh Sanders é filho de um conhecido detetive da cidade e, por consequência, acabou se tornando um. Tanto pai como filho trabalharam no caso Maníaco do Pântano, que assolou a cidade há dois anos, depois disso o pai se aposentou e o filho agora é o único Sanders detetive. (Im)Perfeição é narrado através das perspectivas de Sophie e Josh, dois jovens que, em meio a um romance, descobrem que o terror que todos pensavam ter acabado, decidiu voltar.

      Depois de muito tempo, eu finalmente estou postando a resenha desse livro. Inicialmente, a maior dificuldade foi encontrar um tempo para ler (Im)Perfeição, mas depois o perrengue mesmo foi para terminá-lo. Acabei ontem o primeiro período da faculdade e quem está cursando uma graduação sabe como tudo aperta no fim de cada período e, por isso, ficava cada vez mais difícil sentar e terminar de uma vez o suspense investigativo da Helena Souza. 

       Em (Im)Perfeição, Sophie Fields vive na pacata cidade Forrest Hill, onde qualquer acontecimento vira alvo de boatos e notícias na TV local. Ela trabalha na padaria de sua mãe, levando a primeira levada de pães do dia para o pessoal da cidade e foi assim que conheceu Josh Sanders, detetive da Polícia de Forrest Hill. Nesse vai e vem, Sophie acaba aceitando sair com Josh e percebe que deve se aproximar do cara. Porém, em um belo dia, o antigo terror da cidade acaba voltando e agora a vida de Sophie e o relacionamento dela começa a ficar em cordas bambas. O famoso Maníaco do Pântano voltou a deixar vítimas mortas com as mesmas marcas e Josh Sanders e a Polícia vai tentar novamente desvendar o caso.

O que eu quero ler em... Julho?

03 julho 2017
        Eu já estava com saudades desse quadro aqui no blog e que, inclusive, só fiz uma vez com o mês de Maio. Mas acho legal mostrar alguns livros que pretendo ler esse mês e que estão na minha Meta de Leitura 2017 do Skoob. Pra quem não sabe, eu tenho bastante livros nessa meta e acabei dividindo igualmente com os meses que faltam pra terminar o ano e, até agora, sigo firme e forte na meta!

Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro? Quando se vê refugiada em um pequeno vilarejo distante o lugar perfeito para recomeçar ela procura ser uma pessoa comum, se estabelecendo como garçonete, e escondendo sua vida de realeza. O que Lia não sabe, ao conhecer dois misteriosos rapazes recém-chegados ao vilarejo, é que um deles é o príncipe que fora abandonado e está desesperadamente à sua procura, e o outro, um assassino frio e sedutor enviado para dar um fim à sua breve vida. Lia se encontrará perante traições e segredos que vão desvendar um novo mundo ao seu redor.

The Kiss Of Deception é muuuito falado por aí não só por ter uma capa e edição maravilhosas da DarkSide, mas por ser um ótimo livro, segundo as várias resenhas que li por aqui pela blogosfera. Foi aí que fui tentada a comprar o livro (paguei 49,90 mais uma vez por um da DarkSide - meu primeiro foi Menina Má) e finalmente vou poder riscá-lo da minha meta de leitura. Amei a edição e as páginas. O livro em si é um sonho de consumo e vem, inclusive, com um poster/mapa. 

RAPIDINHAS: Novas parcerias com Bhetys Oliveira e Ronaldo Viana S.

02 julho 2017
       Como eu bem disse no post anterior, hoje vou falar um pouco sobre as novas parcerias com autores nacionais daqui do blog. Eu, como amante da literatura nacional, venho procurando obras que chamem minha atenção pelos conteúdos diversificados e que retratem bem assuntos sociais, que eu particularmente amo. 

Bethys Oliveira e o livro Perdida no Paraíso



Desde pequena é fascinada pelas palavras, foi através de sua avó que conheceu esse mundo mágico, quando ganhou seu primeiro livro. A partir daí, o amor pela Literatura só aumentou a tornando além de leitora, uma criadora de universos.
Bhetys Oliveira ama dias frios, chocolate e considera um verdadeiro paraíso uma biblioteca onde possa ler e sonhar.
Atualmente mora com seus pais, sua filha Bárbara e sua gatinha Pandora.
Contato com a autora:
E-mail: Bhetys@hotmail.com / Facebook: Bhetys Oliveira - Autora Bhetys Oliveira / Instagram: @escritora_bhetysoliveira
Perdida no Paraíso (Série Paraíso #1)
Bhetys Oliveira
Publicado pela Amazon
Páginas: 367
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Sinopse: Kristen Berkeley já não era mais a mesma. Após a morte de sua irmã gêmea, ela é mandada para morar com o pai em Nova York e perde todas as referências de quem costumava ser. Longe de seu passado, tudo o que Kristen deseja é poder recomeçar sua vida e esquecer os verdadeiros motivos que lhe levaram até aqui. Sua prima Sarah é sua anfitriã em um universo novo, onde ela pode se reinventar e tentar seguir o script de uma vida tranquila. Mas ela não esperava conhecer Landon Parker, um jovem tão irresistível, quanto perigoso, que ela sabe que precisa se manter distante o bastante para não se apaixonar. A questão é: será que ela conseguirá? Todo paraíso tem suas tentações e Kristen precisa reconhecê-las entre tantas mentiras, segredos e uma paixão avassaladora.


Ronaldo Viana S. e o livro Meu Nome é Albert!



Ronaldo Viana S. tem 53 anos, é pastor batista, teólogo, historiador, professor de História, Filosofia, Sociologia, História do Cristianismo e História de Israel. Pós-graduado em Ciências da Religião e História da Igreja, exerce a docência em seminários batistas há quase vinte anos. É casado com Gicelda Ribeiro e tem um filho, Hil Ribeiro. Após ter sobrevivido a um grave acidente de carro, em 1999, pela graça de Deus, Ronaldo também tem se dedicado a contar boas histórias e a ajudar pessoas a superar seus limites e suas adversidades. "Meu nome é Albert!" é seu sexto livro, sendo o segundo romance. ||
Facebook: Ronaldo Viana S.  / Instagram: @pr.ronaldovianas 




Meu nome é Albert!
Ronaldo Viana S.
Editora: Ágape
Páginas: 256
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Sinopse: Pessoas são diferentes. Pessoas são únicas. Pessoas têm nome e, neste livro, o nome Albert poderia ser substituído por John, Dimitri, Sarah, Giulia, poderia até ser Kurt ou qualquer outro. Poderia ser o seu, poderia ser o meu. Lendo este livro, é possível que você ria com Albert, que chore com ele. E é bem possível que você o ame. Talvez você se veja nesse garoto e queira entrar nas páginas desta obra e defendê-lo - ou defender-se - de seus agressores. Meu nome é Albert! é uma obra baseada em fatos reais. Nela o autor reviveu a própria história e a de milhares de pessoas ao redor do mundo, talvez até a sua. Uma história que é vivida por muitos, mas que não deveria pertencer a ninguém.

Muito em breve tem resenha dessas obras e muito mais aqui no blog. Estou bem feliz com essas parcerias, já que eu realmente gostei do conteúdo abordado pelas duas!