22 abril 2017

REVIEW: Girlboss, a nova série da Netflix!

12 comentários:
Foto: Netflix


Girlboss
Netflix (2017)
Temporadas: 1 com 13 episódios (estreia da Netflix)
Média de tempo: +- 25 minutos cada episódio
Elenco: Britt Robertson e Johnny Simmons
Sinopse: Baseado na trajetória de Sophia Amoruso, uma jovem batalhadora que começou a vida vendendo roupas antigas no eBay e hoje, aos 27 anos, tem uma marca multimilionária baseada em Los Angeles.

 




20 abril 2017

RESENHA: A Menina dos Olhos Molhados - Marina Carvalho

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A Menina dos Olhos Molhados
Marina Carvalho
Editora: Globo Alt
Ano: 2016
Páginas: 296
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Sinopse: Bernardo é jornalista por vocação: curioso, comprometido e muito bom com as palavras. Trabalha há anos em um importante jornal da cidade e suas matérias investigativas são sempre elogiadas. Ele só tem uma limitação... Odeia trabalhar em equipe. Há alguns anos, Bernardo sofreu com uma grande decepção amorosa, o que contribuiu para o seu jeito fechado e antipático. Por isso a incumbência de levar Rafaela – a nova estagiária do jornal – para todos os lugares é como o inferno para ele. Bernardo não perde nenhuma oportunidade de evitá-la, mas Rafa, além de ser uma jornalista extremamente talentosa, não engole desaforo. Com o passar dos dias, Bernardo percebe que não conseguirá seguir seu plano de ignorar a estagiária, muito menos todos os sentimentos que ela desperta nele. Entre reportagens intrigantes e perigosas, eles vão descobrir que têm muito mais em comum do que a imensa paixão pelo jornalismo...


18 abril 2017

Sorria, estranho. Sorria estranho. - 12 cartas em 12 meses

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Olá, estranho.


Minha mãe sempre disse que eu não falasse com estranhos. Nunca. Eu até vejo o lado dela, mas também vejo o meu lado que todas as pessoas são estranhas antes de conhecermos. Não sei sobre você. Não sei se você estuda, trabalha, divaga pelo mundo. Gostaria de saber. Gostaria de saber se você está lendo essa carta com desprezo ou com animação por ver que existe alguém nesse mundo que ainda se interessa por cartas e pela escrita. Espero que a última opção. Não tenho muito o que escrever por aqui, mas desejo muito que o que quer que você esteja passando de ruim consiga melhorar em breve. Por que digo isso? Bem, acredito que cada um tem seus demônios e eu luto para que os meus não tomem proporções gigantes e acabem tirando minha essência. Aquela que faz eu ser eu. Você tem sua essência, você tem seus demônios. Lute. Mas também ajude para que outras pessoas possam fazer o mesmo, como eu faço agora. Saiba que os menores gestos também contribuem para um sorriso no rosto. Às vezes, até mesmo um sorriso para um estranho como você, faz o dia de alguém. Não acredita? Bem, hoje vim pra casa bem mal e desgastada de uma prova que fiz na faculdade e na saída do ônibus, já no meu ponto, um moço deixou que eu descesse primeiro e sorriu. Simples assim. Sorri de volta agradecendo sua simpatia e educação - que sinceramente não era preciso. Pra ilustrar o que eu digo, cito uma imagem que uma recém amiga acabou de postar no Stories do Whatsapp. A imagem diz: "Morar sozinho em outra cidade é uma tarefa complicada. A geladeira está cheia de comida estragada. A cidade está cheia de gente desconhecida. E o coração cheio de saudade." E é bem assim, estranho. Você morando sozinho, ou não. A cidade está cheia de gente desconhecida. Cada uma com suas histórias, seus amores, suas saudades, seus demônios e seu sorrisos guardados. Não guarde o seu. O seu ônibus já deve ter chegado a esse ponto, e se você ainda está lendo isso aqui é certamente porque ficou curioso para saber o que uma pessoa estranha teria a lhe dizer. Bem, era somente isso. Queria poder saber pelo menos seu nome, mas deixei essa carta no banco antes que pudesse ver alguém se aproximando justamente para evitar fantasiar uma amizade com você. Eu amo fazer amizades. Aposto que seria sua amiga facilmente, e se você me magoasse, eu talvez só iria perceber quando a ferida doesse. E quando isso acontecesse... Bem, eu iria tentar ver o seu lado mesmo se você estivesse errado. Eu sempre faço isso com as pessoas. Talvez esse seja meu defeito... Ou seria qualidade? Acho que não... Enfim, cuidado para não perder o seu ponto! Não quero te atrapalhar. Queria apenas que se sentisse um pouco querido e que esboçasse um sorriso. Ainda não fez isso? Que tal fazer agora?

Um grande abraço de alguém tão estranho quanto você.


P.S: A carta foi deixada no banco em um ponto de ônibus. 
P.S 2: Estranho está em masculino, mas foi apenas o jeito que escrevi. Quis dizer qualquer estranho ou estranha, pessoa em geral.


Projeto 12 cartas em 12 meses:

Janeiro: Uma carta para você no passado, há dez anos atrás. 
Fevereiro: Uma carta para um personagem fictício.
Março: Uma carta de agradecimento.
Abril: Uma carta para um desconhecido.
Maio: Uma carta para nunca ser enviada.
Junho: Uma carta para a infância.
Julho: Uma carta de revolução.
Agosto: Uma carta ao seu reflexo no espelho.
Setembro: Uma carta aos seus sonhos.
Outubro: Uma carta para seu melhor amigo(a).
Novembro: Uma carta de perdão.
Dezembro: Uma carta de despedida.

16 abril 2017

RESENHA: Para Educar Crianças Feministas - Chimamanda Ngozi Adichie

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Para Educar Crianças Feministas
Chimamanda Ngozi Adichie
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2017
Páginas: 96
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Sinopse: Após o enorme sucesso de Sejamos todos feministas, Chimamanda Ngozi Adichie retoma o tema da igualdade de gêneros neste manifesto com quinze sugestões de como criar filhos dentro de uma perspectiva feminista. Escrito no formato de uma carta da autora a uma amiga que acaba de se tornar mãe de uma menina, Para educar crianças feministas traz conselhos simples e precisos de como oferecer uma formação igualitária a todas as crianças, o que se inicia pela justa distribuição de tarefas entre pais e mães. E é por isso que este breve manifesto pode ser lido igualmente por homens e mulheres, pais de meninas e meninos. Partindo de sua experiência pessoal para mostrar o longo caminho que ainda temos a percorrer, Adichie oferece uma leitura essencial para quem deseja preparar seus filhos para o mundo contemporâneo e contribuir para uma sociedade mais justa.

 

14 abril 2017

REVIEW: The Fosters na Netflix

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The Fosters
Freeform (2013- atualmente)
Temporadas: 4 (5ª temporada dia 11/07)
Média de tempo: +- 45 minutos cada episódio
Elenco: Maia Mitchell e Jake T. Austin
Sinopse: A série narra a história de uma família formada por duas mães. Stef, uma policial que foi casada com seu colega de trabalho Mike e com quem teve um filho, Brandon. Agora divorciada, ela vive com Lena, uma vice-diretora de uma escola. Juntas, elas resolvem criar filhos adotivos, além de Brandon. São eles Jesus e Marianna, irmãos gêmeos que foram abandonados pela mãe. Até que Lena esbarra com Callie, uma adolescente problemática, e ela resolve acolher a menina. Callie provoca problemas de relacionamentos, e só se preocupa em resgatar seu irmão de sangue de 13 anos Jude que também vive em um lar adotivo e sofre maus tratos.
 

10 abril 2017

Sono + sono, aula de Moda ou Comunicação? e Capítulo 2 pra aula de História da Mídia #3

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04:20 A.M: Meu celular toca em um volume absurdamente alto e eu me estico para desligar o alarme de qualquer jeito. Aproveito que já estou esticada e puxo meu óculos da escrivaninha e os coloco no rosto. Posso enxergar a janela coberta por minha cortina verde que tanto amo. Nenhuma claridade transparece pelo tecido. Me levanto pestanejando e pego minhas duas mochilas e as levo rumo à sala.

05:20 A.M: O Sol está nascendo e as cores do Céu são diferentes, mas eu nem estou prestando atenção. Bolsa. Carteira. Livros. Carregador. Fone. Chaves. Eu repito mentalmente como uma louca ansiosa. Eu tenho certeza de que esqueço algo. O motorista entra na van e dá partida. Fecho meus olhos desejando que eu não enjoe dessa vez. Chega né, Clarissa!

06:20 A.M: A van para mais uma vez para a subida de um outro passageiro. Pela milésima vez abro meus olhos e percebo que faltava pouco para chegar ao meu destino. Percebo que quanto mais eu tento manter meus olhos abertos, mais eles tentam se fechar. Parece que há tijolos em cada um dos meus olhos que me forçam a me manter dormindo. Me abaixo e pego a garrafa de água na minha bolsa. A freada da van me faz quase derrubar o celular no chão. 

07:20 A.M: Minha bolsa quase cai no chão e eu a coloco novamente nos meus ombros. Não sei que ideia eu tenha de colocar duas mochilas nos ombros e andar até chegar em casa. Meus pés doem e eu preciso me manter prestando atenção nas ruas já que eu preciso decorar de uma vez por todas o caminho de casa. Ao mesmo tempo, eu, V e B tentamos nos manter acordados e vivos enquanto atravessamos a Avenida. 

08:20 A.M: Viro mais uma página das xérox do capítulo um de Uma História Social da Mídia e tento pela milésima vez escrever algo que preste na página em branco do Word. Nas outras abas, o Google está aberto com os resultados da pesquisa "Gutenberg" e o Youtube pausado no documentário sobre Gutenberg. Tento começar a falar desse homem que três semanas atrás era só o nome de uma editora pra mim. Vejo um objeto andar no chão ao meu lado e grito ao ver que é a 7283728947º barata encontrada nessa casa. Pego meu chinelo mais próximo e miro na coitada. Sinto muito, barata 7283728947.

09:20 A.M: O alarme do meu celular toca pela segunda vez no dia. Nem preciso abrir os olhos, apenas aperto em qualquer botão e ele me deixa em paz. Tento pegar no sono novamente, mas os barulhos da casa de cima só me fazem lembrar de que eu tenho que fazer meu almoço e que ele não vai se fazer sozinho. Levanto e vou até a geladeira procurando alguma barata pelo chão da casa. Não encontro. Abro a geladeira e percebo que o feijão ainda está no congelador. Ele nunca vai descongelar até a hora do meu almoço. Mesmo assim deixo do lado de fora. 

10:20 A.M: Meus olhos tentam se fechar novamente enquanto eu leio O Duque e Eu e reflito no quanto essa resenha está (ainda está) atrasada. Tento ler mais algumas páginas e desisto. Puxo o lençol e fecho os olhos novamente. 

11:20 A.M: Abro meus olhos sem me situar e demoro alguns segundos para sentir minha barriga pedindo comida. Recupero a consciência. Almoço! Comida! Faculdade! Atrasada! Corro para a cozinha e encontro uma nova barata morta na despensa. Oi, barata 7283728948! Abro a vasilha do feijão e encaro o gelo que nem poderia ser chamado de feijão. Jogo no congelador - aonde ele pertencia. Encaro a luz acesa da geladeira e me pergunto o que irei comer. Vou ao armário e puxo dois Cup Noodles. Frango ou carne de churrasco?

12:20 P.M: Sopro impaciente o miojo do meu garfo. Será que dá tempo? Eu atrasaria e M. me mataria. Coloco a garfada na boca mesmo quente e quase morro com a dor na língua. Acabo de qualquer jeito e jogo o pote no lixo. Ouço um barulho de chaves. E chegou. Ela me pergunta o que eu comi. Peço que ela veja o pote no lixo. Ela reclama comigo, pois segundo ela preciso me alimentar direito. Eu sei, E. 

13:20 P.M: Tenho certeza que M vai me matar porque estou atrasada de novo. Chego na esquina da Avenida. Ela acena loucamente pra mim. Tento ler os lábios dela... Obus.. Ônibus! Saio correndo atravessando na frente dos carros nas duas vias da Avenida enquanto abro minha bolsa e procuro meu cartão do ônibus. Conseguimos. "Eu ia te deixar dessa vez, visse", M diz.

14:20 P.M: O que ela está falando afinal? Mexo minha perna com impaciência. A professora passa o slide e um lindo esquema aparece no quadro. Droga, como eu vou desenhar isso? Tento focar toda a minha atenção no que parece ser uma flor no quadro com várias setas falando sobre algo que não sei se é Moda ou Comunicação. Olho para T e vejo que ela também copia o esquema da flor. Me concentro apenas na flor em meu caderno e até procuro marcadores coloridos para pintar. Aula interessantíssima.

15:20 P.M: O miojo no meu estômago pede arrego. Olho para meu celular estrategicamente carregando no meio da aula e vejo que eu passaria mal se não ingerisse algo. Pego minha garrafa. Droga! Acabou. E F disse que não tem água em toda UFPE. Rezei para que alguém perguntasse a professora se teria intervalo. 

16:20 P.M: Saboreio minha pizza de R$ 3,50 enquanto a professora tenta colocar um filme de índios ou algo assim. Pensei que ela estivesse falando de Moda. Ou foi Comunicação? Abri meu ketchup e enchi na pizza não ligando para os olhares das pessoas. Quanto tempo falta para ir embora?

17:20 P.M: "Agora é cada um por si". Um calouro que não vejo o rosto gritou. O ônibus dobra e vem em nossa direção. Posiciono o cartão em minhas mãos pronto para passar na catraca o mais rápido possível. A vem ao meu lado e elogia meu cabelo (muita gente falou que gostou do meu cabelo curto hoje). Agradeço. "Eu disse que ia mudar!", respondo. Subo no ônibus e não tem lugar para sentar. Mais uma vez fico me segurando nas coisas enquanto converso com G.

18:20 P.M: E me pergunta se ela tem O Menino do Pijama Listrado e eu respondo que não sei. Como eu vou saber? Ela está bem animada com a descoberta do Skoob. Também fiquei assim quando descobri essa rede social maravilhosa. O que eu fiz de 7:20 da manhã mesmo? Escrevo e escrevo. Calculo mentalmente o tempo que eu ainda passaria escrevendo o post. Pergunto a E se ela vai estudar até tarde hoje. Ela responde que sim. Eu também.



300 coisas sobre a qual escrever

09 abril 2017

"13 Reasons Why" NÃO é modinha!

13 comentários:
"Você não pode voltar a como as coisas eram. Como você achava que eram. Tudo que você tem... é o agora."

 Não farei review da série ou algo do tipo. Se fosse qualquer outra eu faria questão de vir aqui falando sobre ela e indicando pra vocês como sempre faço com uma série nova que assisto. Vi TANTAS reviews de 13 Reasons Why ultimamente que percebo que a série realmente viralizou total. Percebi que 5 entre 10 adolescentes já devem ter assistido a série, a outra metade se recusa com a desculpa mais esfarrapada que existe. 

"13 Reasons Why virou modinha!" 

O que é modinha? Vamos pensar sobre coisas que são modinha. Seriam coisas que viralizam, certo? Como fazer vídeos para o Youtube sobre Amoeba ou misturando ingredientes e experimentando a gororoba no fim. Isso é modinha. Isso não tem um propósito. 

Uma série que, de certa forma, luta e mostra de forma acessível como palavras, atitudes e sentimentos que podem machucar alguém, não é modinha. Há muito tempo isso acontece foi preciso que algo assim explodisse. Os assuntos como suicídio, bullying/cyberbullying, estupro, agressões, ainda são tabu na nossa sociedade. Vocês não percebem isso? Quantas vezes um filme sobre combate ao bullying passa na Sessão da Tarde? Quantas vezes por ano vemos projetos contra essas atrocidades viralizarem pelo mundo? 
Eu nunca vi. 
Eu nunca vi algo tão forte que mobilizasse tantas pessoas. Creio que os produtores da série perceberam o tumulto que causariam quando a lançassem. O intuito de uma série de TV normalmente é distrair e divertir o espectador. Mas por que essa ferramenta não havia sido usada antes para conscientizar pessoas? Foi.
Um dos posts mais vistos, lidos e comentados do blog é sobre um filme chamado A Girl Like Her em que eu relacionei ao Setembro Amarelo, o mês de combate ao suicídio. Sou suspeita pra falar que muita gente me falou que se conscientizou só com meu post e foi correndo assistir o filme e levou um tapa na cara. Aconteceu isso comigo. A Girl Like Her é uma versão mais leve de 13 Reasons Why, só que a menina grava todas as coisas que acontecem com ela. É pesado, é triste e é esclarecedor. 
Quando assisti ao filme e escrevi o post, quis que o máximo de pessoas possíveis tivesse a oportunidade de assistir ou apenas ler o que escrevi. Não tive muito sucesso, claro. Mas fico extremamente feliz com a repercussão de 13 Reasons Why. Nós precisávamos de algo que mostrasse que bullying não é tabu. Suicídio não é motivo de chacota. Existem milhares de adolescentes pelo mundo que sofrem todos os dias diversos tipos de agressões, sejam físicas ou verbais, que machucam. E poucos procuram ajuda. 

"Qual a dificuldade em pedir ajuda?" 

Acho que a pergunta ideal seria a seguinte: 

"Como ela (a pessoa) vai conseguir verbalizar tudo que sente e pedir ajuda quando não se é mostrado apoio?" 

Essa é a dificuldade. Ainda mais quando o assunto é um tabu imenso que não é discutido. Na escola de Hannah Baker, os projetos contra o bullying e suicídio só começaram a serem feitos após a morte da mesma. Mas por quê? Por que não fizeram isso antes? Ah, mas isso teria mudado alguma coisa? Sim. Teria mudado, sim. É difícil encontrar alguém que não tenha sofrido bullying na infância e/ou adolescência. 
Dói? Imensamente. 
E sabe o que é pior? Não fazem nada. Vejo com meus próprios olhos atualmente, em 2017 mesmo, até crianças com brincadeiras maldosas. Uma vez perguntei ao meu irmão pequeno se ele não falou para a professora que o "amiguinho" o bateu. 

"Eu disse, mas a tia não fez nada."

É aí que tudo começa. Precisamos de 13 Reasons Why. Mas não só dessa série. É preciso debate, conscientização e apoio. Cansou de ver cenas de 13 Reasons Why na sua timeline do Facebook? Bem, isso não é modinha. Isso é viralizar o que é preciso. Próxima vez que você revirar os olhos por ver mais uma vez uma imagem que diga “Hey, it's Hannah. Hannah Baker. Don't adjust your... whatever device you're hearing this on. It's me, live and in stereo. No return engagements, no encore, and this time, absolutely no requests. Get a snack. Settle in. Because I'm about to tell you the story of my life. More specifically, why my life ended. And if you're listening to this tape... you're one of the reasons why. I'm not saying which tape brings you into the story. But fear not, if you received this lovely little box, your name will pop up. I promise*" pense naquela pessoa que você pode nem conhecer, mas que PRECISA ouvir a história da Hannah.
Precisa de ajuda. 
Precisa de apoio. 
Precisa de você. 

Precisamos de mais 13 Reasons Why. Não a série. Precisamos discutir. Devemos isso a todos aqueles e aquelas que desistiram da própria vida por medo, por falta de ajuda e de apoio. Sim. Somos todos Hannah Baker e ao mesmo tempo um porquê. Mas o que você vai fazer sobre isso? Vai marcar a série como assistida e dizer que já assistiu a série da menina que deixa 13 motivos que a fez tirar sua própria vida? Só isso? Tem certeza? Se você é Hannah Baker e/ou se você é um porquê, você precisa ajudar. 

Conhece Amanda Todd? Conheci a história dela um ano após sua morte e seu vídeo upado no Youtube onde ela contava a sua história. Até hoje lembro dela e penso em como tudo deu errado e poderia ter dado certo. Simples ações mudam assim como as grandes. Eu sugiro que comecemos agora o que já deveríamos ter começado há muito tempo. 

Bullying/cyberbullying não é besteira. 
Agressões não precisam ser revidadas. 
Assédio não é pedido. 
13 Reasons Why NÃO é modinha. 
É um pedido de ajuda.


* "Ei, é a Hannah. Hannah Baker. Não ajuste o seu... qual quer que seja o dispositivo que você está ouvindo isto. Sou eu, ao vivo e em stereo. Sem promessas de retorno, sem bis, e desta vez, com absolutamente sem atender a nenhum pedido. Pegue um lanche. Acomode-se. Porque vou te contar a história da minha vida. Mais especificamente, por que minha vida terminou. E se você está ouvindo essa fita, você é uma das razões. Eu não direi em qual fita eu conto sua história. Mas se você recebeu essa linda caixinha, seu nome vai aparecer. Eu prometo."



CLIQUE NA FOTO PARA LER O POST SOBRE A GIRL LIKE HER E O MÊS DE COMBATE AO SUICÍDIO

08 abril 2017

REVIEW: O Espaço entre Nós nos cinemas

4 comentários:



O Espaço Entre Nós
Ano de lançamento: 2017
Elenco: Asa Butterfield e Britt Robertson
Classificação etária: +12 anos
Sinopse: O adolescente Gardner Elliot é o primeiro humano nascido em solo marciano. Mas ele deseja fazer uma viagem à Terra para conhecer a verdade sobre seu pai biológico, e sobre seu nascimento. Nesta jornada, ele tem o apoio de Tulsa (Adoro Cinema).