4

Confesse
Colleen Hoover

5

A Arte da Guerra
Sun Tzu

1

O Apanhador no Campo de Centeio
J. D. Salinger

2

A Escrava Isaura
Bernardo Guimarães

3

Um Perfeito Cavalheiro
Julia Quinn

RESENHA: Confesse - Colleen Hoover

15 novembro 2017
Confesse
Colleen Hoover
Editora: Galera Record
Ano: 2017
Páginas: 320
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Sinopse: Auburn Reed perdeu tudo que era importante para ela. Na luta para reconstruir a vida destruída, ela se mantém focada em seus objetivos e não pode cometer nenhum erro. Mas ao entrar num estúdio de arte em Dallas à procura de emprego, Auburn não esperava encontrar o enigmático Owen Gentry, que lhe desperta uma intensa atração. Pela primeira vez, Auburn se vê correndo riscos e deixa o coração falar mais alto, até descobrir que Owen está encobrindo um enorme segredo. A importância do passado do artista ameaça acabar com tudo que Auburn mais ama, e a única maneira de reconstituir sua vida é mantendo Owen afastado.
 

        Eu e meu projeto de ler todos os livros da Colleen Hoover continua firme e forte. Já conhecia Confesse desde antes de ser lançado no Brasil, de tanto que vi a capa pela internet. Então, eu sempre quis ler e esse desejo só aumentou quando eu soube que ia ser lançada uma série da obra. Acabei adiando um pouco a leitura quando a série estreou porque estava mais no mood pra assistir. Quase terminei a série e gostei bastante de tudo, mas me recusei a assistir o final, pois precisava pelo menos ler o livro primeiro. Mas o negócio é o seguinte: nunca assista as coisas pra depois ler o livro.

"Eu posso ver as camadas de profundidade em seus olhos. Eu posso ver o jeito que minha arte a transforma pela forma como ela focaliza sobre ela, ignorando todo o resto ao seu redor."

       Em Confesse, Colleen Hoover narra a história de vida de Auburn Reed, uma jovem que tem seu passado misterioso escondido de todo mundo que conhece em Dallas, cidade que acabou de se mudar. Ela acaba dando de cara com o estúdio de arte de Owen Gentry, um artista que se inspira em confissões deixadas em seu estúdio. Ele pinta imaginando o que tem por trás de cada confissão. Quando Auburn trabalha para Owen por uma noite, percebe o quão especial é o homem, mas só depois que descobre que ela não é a única a esconder segredos do passado. O livro é dividido em capítulos narrados uma vez por Auburn, outra Owen, o que mostra duas visões do mesmo acontecimento.

Parcerias abertas com editoras 2018 (ATUALIZADO EM 16/11/17)

13 novembro 2017
Foto: Pinterest

     
É só chegar o fim do ano que a gente já começa a pensar nas editoras que abrirão parceria para blogs literários. É uma competição danada e é lindo de ver que as editoras estão pensando cada vez mais em nós, blogueiros literários, que ajudamos a promover o incentivo à leitura. 

     Certo que muita gente (principalmente de fora da blogosfera) acha que parceria com permuta é algo simples. Você simplesmente recebe algo e fala sobre aquilo no seu veículo, certo? Erradíssimo. Na verdade, se você estiver focando apenas em receber livros e não na qualidade de suas resenhas e em todo o motivo por trás da parceria, você nunca vai conseguir. Parcerias com editoras são mais do que troca de divulgação e "livros de graça". Lutamos muito para conseguir chegar a esse nível e o reconhecimento é visto, muitas vezes, a partir daí. O Próxima Primavera existe há quase 2 anos e só depois que eu comecei a refletir sobre o significado de parcerias foi que eu comecei a fechá-las. Mas não é apenas conseguir passar na seleção não, hein:

  • É preciso muito foco e responsabilidade para saber conciliar as leituras e fazer com que o seu lado da parceria seja realizado da melhor forma. 
  • Quer ter sua primeira parceria no blog? Não ache que vai cair do céu. Sabe aquele blog que você se inspira por ser maravilhoso e que tem parcerias com as maiores editoras do Brasil? Ele não começou nesse nível. Aposto demais que o seu começo foi exatamente igual ao dele. É preciso esforço!!
  • Não despreze as parcerias com editoras menores, elas são igualmente importantes. Tenho parceria com três editoras, todas elas consideradas "pequenas", mas já li MUITA coisa boa publicada por elas e me sinto lisonjeada e feliz por estar desfrutando da escrita de autores nacionais e conhecendo novos estilos de leitura.
  • Não vá achando que parceria é só receber livros todo mês na sua casa. Como já disse aqui, se você estiver com esse objetivo, não vai conseguir de forma alguma. Algumas editoras, inclusive, não possuem tiragem suficiente para enviar os livros para seus parceiros e a parceria é apenas de e-book. Saiba valorizar essa forma de leitura também! Não é porque o livro da parceria veio em formato digital que ela não é importante!

O que as editoras prezam na escolha de um parceiro?


  • Responsabilidade;
  • Frequência de postagem;
  • Ortografia;
  • Aspecto visual do seu veículo (se ele é confortável de se navegar);
  • Audiência (infelizmente, muitas editoras ainda prezam pela quantidade então a possibilidade de você ter números pequenos e ser escolhido ainda existe, mas depende de cada seleção).



EDITORAS COM PARCERIAS ABERTAS


Editora Fundamento - editorafundamento.com.br
INICIO DO PRAZO DE INSCRIÇÕES: 6 DE NOVEMBRO DE 2017
FIM DO PRAZO DE INSCRIÇÕES: 20 DE NOVEMBRO DE 2017


RESULTADOS: 8 DE DEZEMBRO DE 2017
INÍCIO DA PARCERIA: JANEIRO DE 2018

CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO:

- Conteúdo, layout, qualidade e frequência de postagens e resenhas; 
- Número de seguidores e interação de leitores tanto no blog/site/canal quanto nas redes sociais; 
- Interesses que conversem com o catálogo da editora;



EDITORAS QUE JÁ FECHARAM O PRAZO DE INSCRIÇÕES PARA PARCERIA



Editora Intríseca  - intrinseca.com.br

INICIO DO PRAZO DE INSCRIÇÕES: 16 DE NOVEMBRO DE 2017
FIM DO PRAZO DE INSCRIÇÕES: 17 DE NOVEMBRO DE 2017, ÀS 17H (HORÁRIO DE BRASÍLIA)

LINK PARA INSCRIÇÃO

RESULTADOS: ATÉ 19 DE DEZEMBRO DE 2017
INICIO DA  PARCERIA: JANEIRO 2018


EDITORAS QUE ABRIRÃO PARCERIA EM BREVE






RESENHA: A Arte da Guerra - Sun Tzu

09 novembro 2017
A Arte da Guerra
Sun Tzu
Editora: Jardim dos Livros
Páginas: 136
Ano: 2007
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Sinopse: O maior tratado de guerra de todos os tempos em sua versão pocket completa e em língua portuguesa. A Arte da Guerra é sem dúvida a Bíblia da estratégia, sendo hoje utilizada amplamente no mundo dos negócios, conquistando pessoas e mercados. Não nos surpreende vê-la citada em filmes como Wall Street (Oliver Stone, 1990) e constantemente aplicada para solucionar os mais recentes conflitos do nosso dia-a-dia. Um de seus ensinamentos enfatiza a importância de conhecer o inimigo – “Se você conhece o inimigo e conhece a si mesmo, não precisa temer o resultado de cem batalhas. Se você conhece a si mesmo, mas não o inimigo, para cada vitória conquistada, você também sofrerá uma derrota”.


         Não sei se vocês já ouviram falar desse livro, mas ele é um clássico. E como todo clássico da literatura estrangeira, está na lista de livros citados pela Rory Gilmore em Gilmore Girls. Pra quem ainda não sabe, eu estou tentando ler todos os 300 livros citados na série e esse é o sexto que eu leio e resenho aqui no blog. A Arte da Guerra sempre esteve na estante do meu pai, mas confesso que nunca tive curiosidade em saber do que se tratava até ver que o bendito estava na lista da Rory. 

        Não acho que teria tido a coragem de ler se não fosse pela lista, mas o livro conta 13 estratégias para vencer seu inimigo no campo de batalha. O livro foi escrito em 500 a.C e suas táticas foram usadas em diversas guerras e, atualmente, são usadas no mundo dos negócios. 

Minha primeira Maratona Literária de 24 hrs

06 novembro 2017
        Hoje vim contar pra vocês minha experiência de ter participado de uma Maratona Literária, mas na verdade a minha história e o porquê de eu não ter conseguido. Isso, eu não consegui ler os três livros que estavam separados para ler.

Livros da minha TBR para a minha primeira maratona literária 

   Tudo começou quando Thainara Amorim, do Se Esse Mundo Fosse Meu, me chamou num canto e disse "preciso falar contigo". Claaaro que pensei mil coisas diferentes, mas acabou sendo uma proposta de participar com ela de uma Maratona Literária - coisa que eu nem sabia que existia. Ela me indicou alguns vídeos da Pam Gonçalves e eu fiquei cada vez mais animada.


      Ficou acertado, então, que faríamos a Maratona do sábado para o domingo, dia 5/11, e assim eu esperei ansiosamente. O único problema aparente é que eu fiquei de ressaca literária depois de ter lido O Apanhador no Campo de Centeio e resenhado aqui. Como eu poderia terminar de ler Jardim de Inverno e ler depois Confesse e O Diário de Anne Frank? Bem, me enrolei toda, mas a leitura não fluía de jeito nenhum e tentei, inclusive, outros livros, mas o problema não era eles, e sim minha ressaca. Só quem passou sabe o quanto esse bloqueio é chato e incomoda. Portanto, a primeira tentativa de fazer Maratona foi falha, e eu espero conseguir no próximo mês, pois é algo que eu agora quero saber como deve ser! 

    E você? Já participou de alguma Maratona? Se sim, me fala como foi, vai que me ajuda na próxima tentativa!

RESENHA: O Apanhador no Campo de Centeio - J. D. Salinger

04 novembro 2017
O Apanhador no Campo de Centeio
J. D. Salinger
Editora: Editora do Autor
Páginas: 207
Ano: 1951 (essa edição é de 1999)
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Sinopse: À espera no centeio (O Apanhador no Campo de Centeio na edição brasileira) narra um fim-de-semana na vida de Holden Caulfield, jovem de 16 anos vindo de uma família abastada de Nova York. Holden, estudante de um reputado internato para rapazes, volta para casa mais cedo no inverno depois de ter recebido más notas em quase todas as matérias e ter sido expulso. No regresso a casa, decide fazer um périplo adiando assim o confronto com a família. Holden vai refletindo sobre a sua curta vida, repassa sua peculiar visão de mundo e tenta definir alguma diretriz para seu futuro. Antes de enfrentar os pais, procura algumas pessoas importantes para si (um professor, uma antiga namorada, a sua irmãzinha) e tenta explicar-lhes a confusão que passa pela sua cabeça. Foi este livro que criou a cultura-jovem, pois na época em que foi escrito, a adolescência era apenas considerada uma passagem entre a juventudade e a fase adulta, que não tinha importância. Mas esse livro mostrou o valor da adolescência, mostrando como os adolescentes pensam.

   A primeira vez que ouvi falar de O Apanhador no Campo de Centeio foi em algum filme aí que se passava no ensino médio americano. Esse é um dos clássicos que o pessoal lá precisa ler para as aulas, assim como A Moreninha ou Iracema são para nós brasileiros. Sempre tive um sonho de ler esses clássicos da literatura estrangeira e, depois de ver Gilmore Girls, fiquei mais louca ainda e resolvi participar do projeto Rory Gilmore Books Project, em que temos que ler os mais de 300 livros lidos pela Rory ao longo da série (esse é o quinto livro da lista que leio e resenho aqui no blog). O Apanhador no Campo de Centeio é um dos primeiros a serem falados na séries e assim, resolvi começar por ele e me impressionei bastante. Esse é definitivamente o livro que eu quero ter na minha estante e que eu desejei ter lido na minha adolescência. 

“Sou o maior mentiroso do mundo. É bárbaro. Se vou até a esquina comprar uma revista e alguém me pergunta onde é que estou indo, sou capaz de dizer que vou a uma ópera. É terrível. Por isso, quando disse ao velho Spencer que tinha de ir ao ginásio apanhar o meu equipamento, era pura mentira. Nem costumo deixar a droga de meu equipamento no ginásio.”

   Em O Apanhador no Campo de Centeio, Holden Caulfield conta sua própria história, ou melhor, a história de sua expulsão no colégio para meninos que costumava frequentar. Holden foi reprovado em todas as matérias (menos inglês) e foge do colégio para rever e conhecer algumas figuras da sua adolescência antes de ter que lidar com as consequências de sua expulsão. O que Holden faria quando seus pais descobrissem? Na sua jornada de 1 semana, ele encontra freiras, taxistas, ex professores, uma ex namorada e sua irmã mais nova para assim decidir o que faria de sua vida.

Minha primeira experiência com o NaNoWriMo (National Novel Writing Month) 2017

01 novembro 2017
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      Não sei se vocês já conhecem o NaNoWriMo, ou se são que nem eu desatualizados que só descobrem as coisas séculos depois de terem sido criadas, mas esse projetão é bem famoso no meio literário e vou me aventurar por esse universo pela primeira vez nesse ano e vou contar tudo pra vocês por aqui. 

     Então, o National Novel Writing Month (NaNoWriMo) é o mês nacional da escrita de romances e o projeto ocorre online, uma prática para incentivar escritores ou inspirantes a escritores a desenvolverem um livro no mês de Novembro de cada ano. Isso mesmo: um livro. O projeto é nada mais nada menos do que um grande concurso (de realização pessoal mesmo) de conseguir escrever um livro em um mês e no próprio site. Claro que sua história não vai ser divulgada se você não fizer isso, mas é preciso colar lá tudo que você escreveu para poder computar quantas palavras foram escritas no mês, para no próximo NaNoWriMo você poder ultrapassar sua própria meta. 

    Achei a ideia maravilhosa e, como eu já escrevi algo até o fim antes só que sem prazo, espero conseguir dessa vez já que a proposta é tão linda e te inspira tanto a sentar e escrever. Como amanhã já é dia 1 de Novembro, provavelmente já estarei teclando uma narrativa que já tenho em mente como vai ser. Não estou fazendo por nenhum motivo profissional, amo escrever, mas não penso em realmente lançar um livro nem tão cedo. Apenas quero escrever por amor e um dia vai que dá certo? Já tenho um compromisso marcado aqui com vocês em 1 de Dezembro, né? Contarei como foi cada semana do NaNoWriMo e como eu flui durante o mês. 

    Quem vai se aventurar no NaNoWriMo desejo sucesso e muito boa sorte e quem não conhecia o projeto e se interessou, que tal se programar para participar na próxima edição?

RESENHA: A Escrava Isaura - Bernardo Guimarães

30 outubro 2017
A Escrava Isaura
Bernardo Guimarães
Editora: Ática
Páginas: 152
Ano: 1998
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Sinopse: Revoltada com sua condição de escrava, Isaura luta pela liberdade. Mas o amo traiçoeiro e cruel não se dispõe a abrir mão daquela que é objeto de seus desejos, preferindo matá-la a perdê-la. Nas aventuras de Isaura para escapar do cativeiro, Bernardo Guimarães apresenta de modo comovente a situação do escravo no Brasil, às vésperas da abolição.
 



    Estou imensamente feliz em finalmente poder resenhar um livro da Literatura Brasileira! A Escrava Isaura está na estante da casa do meus pais desde antes de eu nascer e eu sempre tive vontade de ler, mas quando era hora, achei chato. Sim, era horrível ser obrigada a ler uns clássicos da literatura aos 14 anos de idade. Naquela época eu não entendia muitos dizeres, a linguagem sempre pareceu muito rebuscada pra mim e acabei condenando muito esses livros. Acabou que, aos 18 anos de idade, resolvi dar uma chance com A Escrava Isaura. Devo dizer que, ao contrário do que eu pensava, o livro NÃO é díficil de ler, a linguagem é sim do século XX, mas as palavras especificas da época eu já conheço, já que leio Carina Rissi e Julia Quinn, que escrevem romances de época ambientados em 1800 e pouco. 

"- Mulatinha, disse, - tu não fazes ideia de quanto és feiticeira. Minha irmã tem razão; é pena, que uma menina assim tão linda não seja mais que uma escrava. Se tivesses nascido livre, serias incontestavelmente a rainha dos salões."
  
       
     Isaura é uma escrava branca e incrivelmente linda, o que chamava a atenção de todos os homens. Ela sempre teve seus privilégios dados pela ex senhora da casa: cuidava da casa, mas sabia falar com perfeição, cantava e tocava piano. Era certo que Isaura seria liberta, mas quando o senhor da casa morre e deixa tudo nas mãos do filho, Leôncio, apaixonado por Isaura, ele dificulta ainda mais o processo de libertação da escrava. Leôncio quer Isaura de qualquer jeito e ameaça sua vida em troca de ser seu amante. Isaura e seu pai planejam uma fuga e acabam encontrando o único jeito de libertar Isaura: o amor de Álvaro. 

(Quase) todos os livros do mundo

28 outubro 2017

Às vezes eu apenas desejo ser capaz de ler todos os livros do mundo.
Não, não é exagero da minha parte e sei que ou é 8, ou 80, como minha mãe sempre diz. Mas às vezes paro pra pensar e percebo que dentre milhares de escritores, devem existir no mínimo milhões de obras maravilhosas a serem lidas. Sabe quando você lê um livro tão apaixonante e pensa "esse é o livro da minha vida"? Então, e se houverem mais livros da minha vida dentre os milhões que não li? E se eu não tiver descoberto ainda uma paixão pela literatura francesa? E se houver um escritor bélgico que consiga descrever todos os meus sentimentos de uma forma única, como nenhum outro escritor conseguiu?
Me sinto em meio à gula. Como um apaixonado por doces, não importa se estou comendo o doce, se já estou cheia ou enjoada dele. Sempre estarei pensando em outros sabores de doces. Livros são meus doces. Meu eterno vício. 
Penso que morrer agora seria uma perda de conhecimento.
Como poderei morrer sem ter lido Bukowski? Jane Austen? Machado de Assis? Álvares de Azevedo? Proust? Cecília Meireles? Clarice Lispector? Tolstói? José de Alencar? Augusto dos Anjos? Mário de Andrade? Simone de Beauvoir? Charles Dickens? Shakespeare? Edgar Allan Poe? Fitzgerald?
Não posso morrer agora não, quero ler todos os livros do mundo, ou quase né?