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RESENHA: O Visconde Que Me Amava (Bridgertons #2) - Julia Quinn

07 setembro 2017
O Visconde Que Me Amava
Julia Quinn
Editora: Arqueiro
Ano: 2013
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Sinopse: A temporada de bailes e festas de 1814 acaba de começar em Londres. Como de costume, as mães ambiciosas já estão ávidas por encontrar um marido adequado para suas filhas. Ao que tudo indica, o solteiro mais cobiçado do ano será Anthony Bridgerton, um visconde charmoso, elegante e muito rico que, contrariando as probabilidades, resolve dar um basta na rotina de libertino e arranjar uma noiva. Logo ele decide que Edwina Sheffield, a debutante mais linda da estação, é a candidata ideal. Mas, para levá-la ao altar, primeiro terá que convencer Kate, a irmã mais velha da jovem, de que merece se casar com ela. Não será uma tarefa fácil, porque Kate não acredita que ex-libertinos possam se transformar em bons maridos e não deixará Edwina cair nas garras dele. Enquanto faz de tudo para afastá-lo da irmã, Kate descobre que o visconde devasso é também um homem honesto e gentil. Ao mesmo tempo, Anthony começa a sonhar com ela, apesar de achá-la a criatura mais intrometida e irritante que já pisou nos salões de Londres. Aos poucos, os dois percebem que essa centelha de desejo pode ser mais do que uma simples atração.


          Depois de um tempão desde a leitura do primeiro livro da série dos Bridgertons, decidi voltar de vez e não abandonar Julia Quinn até dar por terminado toda a série maravilhosa que a cada livro, me faz delirar. Que mulher maravilhosa essa Julia Quinn!! Confesso que tive mais emoções em O Visconde Que Me Amava do que em O Duque E Eu e pensei em abandonar o livro só de raiva, mas ainda bem que continuei, pois percebi que Julia quis aproximar o mocinho da não perfeição que todos os homens são descritos nos romances. E por isso mesmo amei e odiei Anthony Bridgerton ao mesmo tempo. 

"Você não vai ter nada com o visconde Bridgerton. Todos sabem que ele é o pior tipo de libertino. Na verdade, ele é o pior libertino de todos, ponto final. Em toda Londres. No país inteiro!"

        Nesse segundo livro, Julia Quinn narra a história de Kate Sheffield e o mais velho dos irmãos Bridgertons, Anthony. Kate e sua irmã, Edwina Sheffield, estão debutando para a sociedade, mostrando-se disponíveis para o matrimônio. No entanto, um dos interessados em Edwina é o libertino e patife mais cobiçado de Londres, o visconde Anthony Bridgerton. Para ele, Edwina seria a esposa perfeita pelo seu adorável comportamento e por sua beleza invejável. O único problema seria sua irmã, Kate, que precisaria aprovar Anthony para que Edwina viesse a aceitar seus cortejos e ela simplesmente odiava Anthony desde as descrições feitas do visconde na coluna de fofocas de Lady Whistledown. Tudo isso complica quando Anthony se aproxima de Kate para conquistá-la a fim de casar-se com Edwina, já que acreditava que não precisaria - e abominava - de amor em um casamento.

"E, como Anthony se acostumara a conseguir o que queria, não tinha dúvida de que encontraria uma mulher atraente e inteligente por quem se apaixonaria. E qual era o problema nisso? Era provável que ele não encontrasse o amor de sua vida mesmo se estivesse procurando por ele. A maioria dos homens não encontrava."
        Devo deixar claro que eu odiei Anthony Bridgerton por mais tempo que Kate Sheffield. Ele é simplesmente tudo que eu NÃO procuro barra admiro em um cara. Anthony era libertino com orgulho, e isso significa que ele não queria saber de compromissos e é extremamente irritante, chato e ainda por cima machista. Certo, deixemos isto claro. Anthony era machista porque estamos falando do século XIX. Fiquei bem chateada e com raiva, querendo nunca mais ouvir falar em Anthony na minha vida, mas tive que entrar mentalmente no cenário da época e apreciar a veracidade das informações de Julia Quinn. Ela quis ser 100% verdadeira quando descreveu o ano de 1803. 

       Além do machismo presente, Julia mostrou-se novamente verdadeira quando escreveu não só Anthony com defeitos, mas a própria Kate. Desde o começo do romance de época, vemos como foi deixado claro que mesmo as duas irmãs Sheffield terem sido debutadas, Edwina era a única considerada "válida" por sua beleza ser muito superior a de Kate. A  própria Kate se considera feia e julga isso ser um motivo claro de sua futura solteirice, já que nenhum homem com uma riqueza considerável se casaria com ela. Me deu vontade de chacoalhar a menina e mandar a própria se olhar no espelho. Pelo amor de Deus, Kate! E foi esse complexo de beleza e mais alguns traumas, tanto de Kate, quanto de Anthony, que tornaram o livro muito mais que um mero romance, mas um puta romance. 

" - O papel de uma esposa é concordar com o marido em tudo, não é?
O que ele dizia era tão absurdo que Kate enfim conseguiu encontrar a própria voz para responder.
- Se suas opiniões forem satisfatórias, milorde."

"Ou podia ser apenas o fato de que ela não costumava vê-lo àquela hora - certa vez, lera um poema que dizia que os momentos inesperados eram sempre os mais doces."

        Quando li a nota da autora, no final do livro, soube de certeza que não foi de propósito que Julia fez personagens tão fora do conceito de perfeição. Ninguém é perfeito. Nem na vida real, nem na ficção. Odiei Anthony assim como odiaria qualquer cara que agisse do modo como ele agiu em certas partes do livro, mas ele reconheceu seus erros e foi perdoado. Assim como aconteceu com Kate. O livro não é um dos meus favoritos, nem da série, mas amei demais todo o romance e o final. que não trocaria por nenhum outro, mesmo sendo um pouco clichê. Julia Quinn, pisa menos!

RESENHA DOS LIVROS DA SÉRIE

O VISCONDE QUE ME AMAVA

  1. Oie!
    Nunca li os livros da Julia Quinn, sempre via mas nunca dava bola, mas depois de ler algumas resenhas estou com vontade de ler :) Adoro romances com um draminha no meio, mas acho que nunca li os mais de época, acho legal quando a autora consegue nos teletransportar para o meio da história e viver naquele tempo e lugar :D

    Beijinhos!
    tipsnconfessions.blogspot.com

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    1. Tu precisa ler, Raquel! É a coisa mais lindaaaa <3
      Ela realmente faz o leitor se envolver totalll

      Beijosss

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  2. Oi, Clarissa. Eu amei esse livro!
    Li há muito tempo e adorei essas brigas que os personagens tinham, deixava a trama mais engraçada e cheia de tensão. Eu amo o Anthony <3 Ele pode ser difícil mas é um amorzinho de pessoa, espero que curta o terceiro porque é meu favorito.
    Beijos
    http://www.leitoraencantada.com/

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    1. Essas brigas que só mostravam o quanto eles se gostava desde o começo hahahhahaha
      Ele é sim uma pessoa difícil, massss lindo ainda assim. Ahhhhh minha amiga disse que o do Benedict é ótimooo, to ansiosa!

      Beijoss

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  3. Oi, Clarissa!
    Eu também odiei o Anthony, mas não mais que o Benedict. Mas eu tenho em mente que estamos falando do século XIX e algumas atitudes dos homens dessa série eu já até espero porque né..
    Só sei que esse livro tem a melhor partida de jogo depois do Quadribol. Eu morri de rir.
    Beijos
    Balaio de Babados
    Participe do sorteio de aniversário do Balaio de Babados e O que tem na nossa estante

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    1. Sério que o Benedict é odioso??? Vou ter que me preparar então pra poder ler o próximo hahha. Sim sim, é verdade. Só continua sendo difícil ler certos comentários da época, né?

      Beijoss

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  4. Oi, Clarissa!
    Menina, eu não consigo me apegar aos personagens e nem me apaixonar por essas tramas, acredita?
    EU li O Duque e Eu e não tive a mínima vontade de terminar a série.
    Vai entender...
    Beijinhos,

    Galáxia dos Desejos

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    1. Sérioooo? Já me sinto da família dos Bridgertons hahahah. Eu gostei bastante da vibe da série hahah

      Beijoss

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  5. Olá, Clarissa.
    Se você teve problemas com o Anthony, imagino que vai ter mais ainda com o Benedict do próximo livro. Eu gosto muito do casal. Acho que é um dos melhores casais da série. Eu nem ligo para esse negocio de machismo quando leio um romance de época porque era o normal da época.

    Prefácio

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    1. Aii, Deus. Mais uma me alertando sobre o Benedict! Vou tentar me acostumar com o machismo por causa do século, mas é complicado hahaha

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