2

After
Anna Todd

3

O Visconde Que Me Amava
Julia Quinn

4

Novembro, 9
Colleen Hoover

5

Meu Deus, Mas Que Cidade Linda
Rodolfo Melo

1

Olhos Vendados
Faye Kellerman

As novas faces da literatura nacional e a luta dos escritores brasileiros

29 julho 2017
Vários autores se sentem prejudicados com a desvalorização de seus esforços para serem reconhecidos no País

     A literatura nacional é, atualmente, uma luta pela valorização dos autores que, com ou sem apoio, desejam realizar seus sonhos no mundo da escrita. As dificuldades começam com o preconceito e com a falta de apoio de editoras, que privilegiam os autores estrangeiros e preferem lançar versões traduzidas dos sucessos de fora do País. No entanto, os escritores ainda tentam um reconhecimento e acabaram tendo mais oportunidades com a ascensão da internet e a criação de diversas formas de publicação de obras autorais online, como o Kindle Direct Publishing, da Amazon e aplicativos e sites para postagem que, de certa forma, facilitaram a valorização do que é escrito no Brasil. No entanto, a luta pelo reconhecimento ainda continua.
   Há quem diga que a leitura é uma ação indispensável na vida de qualquer ser humano. A quantidade de informações disponíveis em um livro é imensa e chega a ser importante que a prática de ler seja implementada já na infância. Os livros infantis, geralmente finos, são folheados por crianças que, muitas vezes, ainda não sabem ler. Os pais costumam ler as poucas páginas na hora de dormir e aquelas narrativas sobre princesas, dragões e animais falantes ajudam os pequenos a sonhar alto, perdoar, cuidar e respeitar o próximo. João e Maria, Cinderela, Os Três Porquinhos, Pinóquio e muitas outras histórias fazem parte, até hoje, do imaginário de crianças e jovens ou adultos que cresceram ouvindo sobre lobos malvados, bruxas que devoram criancinhas e mentiras que deram errado. Todas essas obras, por incrível que pareça, são de autores estrangeiros.
Ariano Suassuna (1927-2014). Fonte: eBiografia.com
     A literatura brasileira demorou a ser consagrada no País. Saindo do século XVIII, com Machado de Assis e indo até mesmo a década de 90 do século seguinte, ela foi marcada pela publicação de obras, que ainda fazem sucesso, como as de Manuel Bandeira, Rachel de Queiroz, Jorge Amado, Carlos Drummond de Andrade e Clarice Lispector. Essas obras tinham cunho revolucionário, romântico ou com conteúdo regional e hoje, são mais utilizadas durante o ensino em escolas por todo o Brasil. É esse conteúdo que causa certo estranhamento por inúmeros jovens que deveriam apreciar as obras publicadas no Brasil décadas atrás, que são, muitas vezes, escritas de modo formal e com um vocabulário rebuscado, o que dificulta a leitura e compreensão do público mais novo.
     É por aí que parte o preconceito de algumas pessoas com o que é feito no Brasil. Isso não acontece apenas com a escrita,A mas com músicas, filmes e séries produzidas no País. A população sempre valorizou mais o que vem de fora, e isso vem de muito tempo atrás, estando presente até mesmo em fases da literatura brasileira. Na primeira fase do Modernismo, por exemplo, Oswald de Andrade criou, em 1924, o movimento Pau-Brasil, defendendo a criação de uma poesia construída com base na revisão crítica do passado histórico e cultural brasileiro e na aceitação e valorização dos contrastes da realidade do País. “Se os alemães não leram Guimarães Rosa, Euclides da Cunha ou Machado de Assis, quem perde são eles”, disse Ariano Suassuna em entrevista ao GLOBO. Mas ainda assim, em pleno século XXI, autores brasileiros procuram ser reconhecidos pelo conteúdo que escrevem, mas sofrem tanto pelo reconhecimento do público quanto com o apoio de editoras.
   Isabela “Bella” Crestan, 31, publicou seu romance “Sob o Olhar Grego” em 2016 depois de procurar uma editora que atendesse suas especificações financeiras e editoriais. Foi assim que ela conheceu Alternativa Books, que é voltada para novos escritores. Para publicar um livro, o custo chega a ser imenso e alguns autores brasileiros sofrem com a dúvida de aceitar a proposta de tal editora e, depois de firmar contrato, acabar saindo no prejuízo se a venda for menor que a demanda solicitada no pacote. “O investimento inicial foi baixo e, com as vendas, consegui recuperar o valor que investi na revisão. Mas até agora não consegui reembolsar o valor investido na gráfica, que foi praticamente o dobro da revisão”, diz ela. O processo de publicação de seu primeiro livro foi complicado e as vendas ficaram entre família e parentes. A dificuldade de muitos autores nacionais que estão iniciando é conseguir conquistar um público que compre seu produto e confie na qualidade do que lerá, o que é complicado quando a literatura nacional não é devidamente valorizada. “Para qualquer negócio ser bem-sucedido, é necessário conhecer seus clientes, os locais de venda, as formas de promoção e o mercado. Basicamente, é o que eu tenho feito. Isso me fará uma negociadora melhor no futuro”, completa Bella.

Anna Todd. Fonte: Josdiana Ciaravolo/ Getty Images
     É por isso que muitos autores se aventuram por métodos de publicação de forma independente, a fim de driblarem o drama que vem junto com o sonho de publicar seu livro com uma editora. “Não se iluda, pois, ao menos que seja uma escritora estourada no País, nenhuma grande editora irá fazer o que você deseja”, Isabela desabafa. Alguns escritores começaram suas carreiras postando seu trabalho nas redes sociais, procurando primeiro conquistar um público fiel, que realmente se interessa pelo seu trabalho, para depois investir na publicação de forma física. De forma online, a plataforma Wattpad é a mais popular entre os iniciantes na escrita. O site e o aplicativo para celular, disponibilizam de forma fácil e prática diversos livros, sejam eles escritos profissionalmente ou apenas como hobby. Depois da fama gigantesca da britânica Anna Todd, que ficou famosa escrevendo no Wattpad a fanfic (história para fãs) “After” sobre a banda One Direction, milhares de outros aspirantes a escritores se inspiraram na trajetória dela para conseguir o tão famoso reconhecimento. Depois de Anna Todd, a plataforma se empenhou cada vez mais a “descobrir” novos talentos da escrita e premiam anualmente as histórias mais lidas e votadas com o Wattys Awards.
   Mesmo com o Wattpad, alguns autores nacionais procuram uma inserção mais profissional no mercado editorial e se veem prejudicados com a imensa atenção que as maiores editoras brasileiras dão para os escritores estrangeiros. É por isso que, pela escassez de métodos rentáveis, se renderam à nova criação da Amazon, que possibilita a rápida postagem de livros, no formato e-book, para venda na loja virtual. O Kindle Direct Publishing (KDP) auxilia autores do mundo inteiro com a possibilidade de postar o arquivo de seus livros e, sem custos prévios de admissão, vendê-los na loja mundial da Amazon online. Quem está interessado nessa forma de publicação pode contratar por indicação da empresa capistas, diagramadores e editores com custos adicionais, mas a publicação em si é grátis e independente, contanto que o livro seja registrado previamente pelo International Standard Book Number (ISBN), sistema que identifica os livros por título, autor, país, editora e edição. Além da forma de venda dos e-books normais, eles também podem se encaixar no Kindle Unlimited, um plano mensal que funciona como aluguel de livros para quem possui o aparelho leitor de e-books da Amazon, Kindle, e que também rende monetização para o autor. “O KDP abre portas. É simples, fácil e de graça. Com essa ferramenta, leitores conseguem encontrar nossos livros e enfim se interessarem. Porque o que mais falta para nós, autores nacionais, é uma divulgação de boa qualidade”, diz Rebecca Romero, autora da série “Empire State” e utilizadora do Kindle Direct Publishing. Ela já escrevia histórias aos seis anos inspirada em suas leituras da “Turma da Mônica”, mas começou a escrever livros aos 14 anos e sempre foi incentivada pela sua mãe. “Demorou para eu acreditar que poderia dar certo ser escritora no Brasil. Eu não via editoras apoiando autores brasileiros”, conta. 
   Por causa da desvalorização dos escritores brasileiros e da falta de apoio, é realmente necessário inovar e buscar seus próprios métodos. Fora da internet, outras formas de publicação como a Cartonera, também possibilitam a publicação de forma independente e artesanal. O método consiste em usar o papelão de caixas descartáveis coletadas nas ruas ou compradas diretamente com os catadores de papelão por um valor superior ao oferecido por empresas de reciclagem. Ele é reutilizado como capa de livro, sendo cortado e pintado à mão em oficinas ou ateliês. Assim, os livros acabam saindo à baixo custo com a participação de diversos setores da sociedade no processo. “Essa ideia surgiu na Argentina por causa de uma crise financeira. Os autores tiveram a ideia de fazer publicações de baixo custo com o papelão”, explica David Henrique, 22, escritor e fundador da editora Lara Cartonera, que já publicou diversos títulos, incluindo os dele. Conhecido popularmente como Biriguy, ele trabalha com Literatura desde os 12 anos, recitando poesias autorais ou de outros autores. “A literatura é a válvula que bombeia meu sangue”, relata. Nascido em Belo Jardim, interior de Pernambuco, David lutou para que fosse reconhecido e, inclusive, participou do Festival de Inverno de Garanhuns, em 2010, quando percebeu que já profissionalizava sua relação com a poesia e Literatura. “Sou esse escritor independente que tenta sobreviver da sua arte”, finaliza Biriguy.
    Por outro lado, alguns leitores ainda acham que a literatura nacional continua sendo desvalorizada a ponto de não terem dado uma oportunidade aos autores brasileiros simplesmente pelo sucesso que os estrangeiros fazem em todos os países. “As pessoas até me falavam sobre livros brasileiros, só que eu não dava a mínima para eles e achava que o conteúdo não seria tão bom quanto os outros que eu lia”, afirma a estudante Aline Barbosa, 14 anos.
    Nessa difícil tarefa de mostrar o que realmente é escrito no Brasil, os autores não estão sozinhos. De uns anos para cá, a quantidade de blogs literários aumentou e os autores conseguiram mais uma oportunidade de poder divulgar seu trabalho. Parcerias são fechadas à critério dos autores, mas a maioria consiste em uma troca igualmente valorizada. Os autores enviam suas obras, de forma física ou em e-book, para os resenhistas que leem e falam sobre elas nos blogs e em outras redes sociais, procurando assim alcançar o maior número de pessoas que possam se interessar pelo gênero literário escrito pelo autor. Como agradecimento, muitos autores valorizam o trabalho dos blogueiros e contribuem com divulgação, marcadores e livros para sorteio. “Como blogueiro conheço cada vez mais autores que buscam seu espaço no mercado editorial, que costuma fechar as portas para eles sem ao menos dar uma chance de apresentar sua obra”, diz Márcio Silva, blogueiro no “Um Baixinho nos Livros”.
   Muitos autores acabam desistindo ao ver que o mercado editorial é mais complicado do que aparenta ser. Alguns, no entanto, provam que mesmo não tendo muito retorno, estão fazendo o que amam e esperam com esperança que, em um futuro próximo, possam ser reconhecidos pela qualidade do que escrevem. “Escrevo por necessidade. Sem a escrita, minha vida seria infeliz. Acho que tenho sorte. Em pouco tempo, consegui tantas parcerias, em que 99% aprovaram meu livro e minha escrita. Na época de Machado de Assis, não havia isso e ele vivia do funcionalismo público. Acho que avançamos muito”, explica Isabela Crestan.

Fonte: Eduardo Muylaert/ Folhapress

     No entanto, nas maiores livrarias do País, quem merece toda a atenção são os youtubers brasileiros famosos. Pode parecer contraditório, mas, na maioria delas, o maior destaque em frente às lojas são livros lançados pelos influenciadores digitais. De um lado, há quem considere isso uma valorização da literatura nacional, pois, se estão ali expostos logo na frente, significa que são os mais vendidos e procurados pelo público. Outras pessoas consideram apenas uma jogada de marketing, visto que se estão fazendo sucesso nas telas, também chamam atenção fora delas. Enquanto isso, milhares de escritores estão procurando seu espaço no País e, mesmo depois de ter lançado várias obras, ainda não conseguiram ter seus livros expostos nas livrarias mais famosas do País. “Quando aprendermos a valorizar o nosso produto, este deixará de ser bruto e se transformará em preciosidade”, diz Cecília Costa, blogueira no “Mundo Literário da Cecy”.


*Reportagem escrita por mim para a disciplina Técnicas de Redação 2017.1 do curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

RESENHA: Perdida no Paraíso (Série Paraíso I) - Bhetys Oliveira

26 julho 2017
Perdida no Paraíso
Bhetys Oliveira
Editora: Independente (publicado pela Amazon)
Ano: 2017
Páginas: 367
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Sinopse: Kristen Berkeley já não era mais a mesma. Após a morte de sua irmã gêmea, ela é mandada para morar com o pai em Nova York e perde todas as referências de quem costumava ser. Longe de seu passado, tudo o que Kristen deseja é poder recomeçar sua vida e esquecer os verdadeiros motivos que lhe levaram até aqui. Sua prima Sarah é sua anfitriã em um universo novo, onde ela pode se reinventar e tentar seguir o script de uma vida tranquila. Mas ela não esperava conhecer Landon Parker, um jovem tão irresistível, quanto perigoso, que ela sabe que precisa se manter distante o bastante para não se apaixonar. A questão é: será que ela conseguirá? Todo paraíso tem suas tentações e Kristen precisa reconhecê-las entre tantas mentiras, segredos e uma paixão avassaladora



       Confesso que esse livro foi tudo que eu pensei que não seria. Pela capa extremamente sensual, deduzimos logo ser um livro erótico num estilo A Garota do Calendário ou até mesmo uma versão de Cinquenta Tons de Cinza. A sinopse é misteriosa e me deixou bem curiosa para saber qual era a relação real entre a capa e o enredo.

       Kristen Berkeley é, ao contrário do que pensei, uma adolescente de 17 anos que logo no começo sofre uns maus bocados com a morte de sua irmã gêmea. Sua mãe, ainda de luto, a manda para passar um tempo com seu pai em Nova York e lá, ela pretende ser diferente de quem ela costumava ser antes da morte da irmã. Seu pai, John, nunca foi lá um pai tão presente, mas tentava fazer com que Kristen se sentisse em casa, assim como sua prima e melhor amiga Sarah e o namorado dela Scott. Quando as aulas voltam, Kristen conhece dois caras que vão mexer com a cabeça dela, não só romanticamente, mas em questão de confiança. Um deles é Landon Parker, um daqueles badalados do colégio e filho do treinador do time de futebol. Ela tem que se segurar para não se apaixonar por ele e também se livrar de tantos segredos evolvendo todos que ela conhece.

"Queria lhe dizer que não estava pronta para deixar para trás as lembranças de minha irmã. Mas não existia nada que eu pudesse fazer para que minha mãe reconsiderasse sua decisão."

15 dicas para economizar na compra de livros #AquelaAjuda

23 julho 2017
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       Mais uma coluna aqui no blog, que eu espero que eu consiga seguir por algum tempo. Ultimamente venho observando que muita gente tem dúvida acerca de preços de livros, resenhas, rentabilidade e até mesmo tudo envolvendo seu blog literário. Eu procuro ajudar como posso por meio de comentários nos posts dos grupos no Facebook e também por mensagens e e-mails que recebo nessa vida. Mas já fazia um bom tempo que eu pensava em trazer isso pro blog para facilitar ainda mais e, de fato, com tudo que sei sobre o assunto - podendo te ajudar ou não. Resolvi começar por um assunto que não me pedem ajuda nessa vida, mas já esteve presente em muitas conversa com amigos. "Como tu consegue comprar e ler tantos livros?" "Você é muito rica, né?". Gente, pelo amor!!!! Claro que não. E quando tento explicar o que faço, acabo me atrapalhando toda e deixando de lado várias etapas dessa vida de leitora compulsiva. Por isso, resolvi começar falando um pouco sobre como compro economizo comprando livros, coisa que comecei a fazer em 2017 e já vejo um resultado enooooorme. Espero que gostem das dicas e comecem a usá-las porque acreditem: faz muita diferença no bolso e dá pra comprar mais livros haha. 

DICA 1 - SEJA MENOS COMPULSIVO (A)!


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Foto: Conversa Cult

Ok. Que hipocrisia! Quem me conhece sabe que sou dessas que não pode ver um livro e já quer comprar. Bem, estou deixando (JURO) esse costume consumista de lado e analisando tudo por outro ângulo. Vamos fazer que nem a Becky Bloom e repetir mentalmente: "EU NÃO PRECISO DESSE LIVRO. EU NEM GOSTO DESSE GÊNERO!" ou "Eu NÃO preciso desse livro agora. Está caro e eu posso esperar mais um pouco". Mas esperar até quando? Aí vai a segunda dica.

DICA 2 - IT'S ON SALE!


Existe coisa melhor que promoções? Tem gente que não acredita muito nessa palavra e até eu mesma desprezava a coisa por causa do meu pai meio economista da vida. Não sei se foi ele quem me disse que o preço real da mercadoria é o dito nas promoções, mas no começo eles colocam alto para quando baixarem nas promoções as pessoas acharem que está bem barato, quando na verdade era o preço dele e quem comprou por mais caro se lascou. Beeem, que seja. Mas vale muuuito a pena dar uma olhada nas promoções tanto online quanto em livrarias físicas e segurar a carteira fechada e repetir o mantra da Becky Bloom. 

DICA 3 - LISTAR OS LIVROS MAIS DESEJADOS



Minha lista de desejados no Skoob. Foto: Próxima Primavera


Para a dica 2 funcionar direitinho, é preciso também que você tenha noção do que está vendo com desconto. Por exemplo, não vale a pena comprar um livro sobre um menino em uma nave espacial se você nunca gostou desse gênero mesmo tendo tentado ler várias vezes só por ele estar por R$ 20,00. Acho que o mais aceitável é você ter direções. Ultimamente entro nas Americanas perto da minha faculdade todos os dias e na maioria deles dou uma olhada rápida no livros. Mês passado eu ia levar um livro que estava por R$ 34,90 apenas porque pirei por ele estar lá e eu o queria a taaaanto tempo. 


DICA 4 - PECHINCHE MUITO! (E DEPOIS MAIS UM POUCO)


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"Eu sou um viciado em livros. Se você é uma pessoa legal, vai me vender livros pela metade do preço!" Foto: Coração de Tinta
Quando voltei à Americanas 2 semanas atrás, encontrei uma placa enorme na frente dos livros em que dizia: "PROMOÇÃO 50% DE DESCONTO EDITORA HARPERCOLLINS" e aí eu peguei o livro tão desejado e o símbolo da Harper Collins brilhava! Levei o livro que tanto queria por R$17,45! Fiquei morta de felicidade. Isso é pechinchar. É namorar e ao mesmo tempo ficar de olho no precioso e acredite: ele vai baixar rapidinho se não for um lançamento. 

RESENHA: Meu Nome é Albert! - Ronaldo Viana S.

21 julho 2017
Meu Nome é Albert!
Ronaldo Viana S.
Editora: Ágape
Ano: 2017
Páginas: 256
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Sinopse: Pessoas são diferentes. Pessoas são únicas. Pessoas têm nome e, neste livro, o nome Albert poderia ser substituído por John, Dimitri, Sarah, Giulia, poderia até ser Kurt ou qualquer outro. Poderia ser o seu, poderia ser o meu. Lendo este livro, é possível que você ria com Albert, que chore com ele. E é bem possível que você o ame. Talvez você se veja nesse garoto e queira entrar nas páginas desta obra e defendê-lo - ou defender-se - de seus agressores. Meu nome é Albert! é uma obra baseada em fatos reais. Nela o autor reviveu a própria história e a de milhares de pessoas ao redor do mundo, talvez até a sua. Uma história que é vivida por muitos, mas que não deveria pertencer a ninguém.
 

       Meu Nome é Albert! é o primeiro romance de Ronaldo Viana S. e trata o bullying de uma forma emocionante, abrangendo amizades e família. Confesso que assim que o autor entrou em contato comigo para falar sobre a parceria, fiquei extremamente honrada. Eu havia lido sobre a obra em outro blog e comentado sobre como amo livros que tratam sobre causas sociais. São minhas duas paixões em um livro só. Meu Nome é Albert! superou minhas expectativas de todas as formas. Chorei pelo Albert e por tantas cenas que pareceram tão familiares para mim. 

"- Eu não tenho amigos, Kurt. Todos zombam de mim na escola e eu tento esconder os meus três dedos anões da mão direita, só que não consigo. Aí, olho para a mão esquerda e percebo que é tolice, pois nela é pior. Como você vê, eu não tenho dedos na mão esquerda. Eu estou perdido, Kurt! As pessoas ficam me olhando assustadas e algumas têm pena de mim, enquanto outras riem na minha cara. Eu não tenho amigos, a não ser você."

RESENHA: Duff - Kody Keplinger

19 julho 2017
Duff
Kody Keplinger
Editora: Globo Alt
Ano:2016
Páginas: 328
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Sinopse: Bianca Piper não é a garota mais bonita da escola, mas tem um grupo leal de amigas, é inteligente e não se importa com o que os outros pensam dela (ou ela acha). Ela também é muito esperta para cair na conversa mole de Wesley Rush - o cara bonito, rico e popular da escola - que a apelida de DUFF, sigla em inglês para Designated Ugly Fat Friend, a menos atraente do seu grupo de amigas. Porém a vida de Bianca fora da escola não vai bem e, desesperada por uma distração, ela acaba beijando Wesley. Pior de tudo: ela gosta. Como válvula de escape, Bianca se envolve em uma relação de inimizade colorida com ele. Enquanto o mundo ao seu redor começa a desmoronar, Bianca descobre, aterrorizada, que está se apaixonando pelo garoto que ela odiava mais do que tudo.

 

      Sou completamente apaixonada pelo filme The Duff e indico pra todas as pessoas que conheço. Ele é simplesmente o filme que explica toda a minha vida. Sim, eu fui uma Duff! Por todo o Ensino Médio e só vim descobrir quando assisti ao filme. Tá, não faz muita diferença descobrir isso e muita gente fala que ficar se chamando de Duff não faz muito bem. Mas eu não sei vocês, eu digo brincando mesmo. Pra você que não sabe, a Duff é a amiga menos querida do seu grupinho de amigas. A sigla significa designated ugly fat friend (a amiga feia e gorda), mas na prática mesmo quer dizer que se você é Duff, você é a mais "abandonada" entre suas amigas. Conhecendo o filme, me vi na Bianca Piper por ela ser bem na dela, tímida e com todas aquelas características de Duff, mas não deixando de ser confiante. Foi por isso que li o livro Duff, lançado em 2016 pela Globo Alt, mas que existe desde 2010 e INSPIROU o filme. Eu jurava que o filme era do livro, mas não. Foi apenas inspirado porque a história é totalmente diferente e eu não gostei tanto quanto a do filme. 

"Depois de pensar nisso por um tempo, decidi que havia muitos benefícios em ser uma Duff.
Beneficio 1: não é preciso se preocupar com cabelo ou maquiagem.
Beneficio 2: não há pressão para ser descolada - não é para você que estão olhando.
Beneficio 3: sem problemas com garotos"

RESENHA: Quando a Noite Cai - Carina Rissi

14 julho 2017
Foto: Skoob
Quando a Noite Cai
Carina Rissi
Editora: Verus
Ano: 2017
Páginas: 476
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Sinopse: Briana Pinheiro sabe que não é a pessoa mais sortuda do mundo. Sempre que ela está por perto algo vai mal, especialmente no trabalho. Por isso é tão difícil manter um emprego. E a garota realmente precisa de grana, já que a pensão da família não anda nada bem. Mas esse não é o único motivo pelo qual Briana anda perdendo o sono. Quando a noite cai e o sono vem, ela é transportada para terras distantes: um mundo com espadas, castelos e um guerreiro irlandês que teima em lhe roubar os sonhos... e o coração. Depois de ser demitida — pela terceira vez no mês! —, Briana reúne coragem e esperanças e sai em busca de um novo trabalho. É quando Gael O’Connor cruza seu caminho. O irlandês de olhar misterioso e poucas palavras lhe oferece uma vaga em uma de suas empresas. Só tem um probleminha: seu novo chefe é exatamente igual ao guerreiro dos seus sonhos. Enquanto tenta manter a má sorte longe do escritório, Briana acaba por misturar realidade e fantasia e se apaixona pelo belo, irresistível e enigmático Gael. Em uma viagem à Irlanda, a paixão explode e, com ela, o mundo de Briana, pois a garota vai descobrir que seu conto de fadas está em risco — e que talvez nem mesmo o amor verdadeiro seja capaz de triunfar... 

      Quando tive a oportunidade de comprar e, finalmente, ler Quando a Noite Cai, não esperei nem uma semana para começar a leitura. Atrasei outras programadas, mas Carina Rissi, sendo uma das minhas autoras brasileiras favoritas, me chamava da estante. Como No Mundo da Luna é meu livro favorito atualmente, dei meu coração mais uma vez a Carina e deixei que Briana e Gael (e Lorcan) me levassem para outro mundo. Literalmente.

Foto: Próxima Primavera

        A história se passa em dois séculos diferentes, o XXI, onde tudo realmente acontece, e o XVI, nos sonhos da protagonista. Briana é azarada e não dá certo em nenhum emprego sequer e continua tentando ficar mais de quatro dias em um lugar para ajudar sua família que, após a morte de seu pai, sofre com dívidas que resultam em problemas em manter a pensão de sua mãe. Em uma entrevista de emprego, ela antes mesmo de ser entrevistada, arruina toda a chance de conseguir uma vaga na empresa por ser desastrada e quebrar um filtro de água! Na saída, acaba atropelando um carro na rua e é socorrida por Gael O'Connor. Tudo isso poderia parecer normal, mas na verdade, Gael era igualzinho um irlandês do século XVI que Briana vinha sonhando há 5 anos!

RAPIDINHAS: Edição nº 25 da revista Conexão Literatura + parceria com Rodolfo Melo

12 julho 2017
A 25ª edição da revista Conexão Literatura já está no ar. Esta edição é comemorativa de 2 anos de revista e o Martinho da Vila estampa a capa. Ele está lançando seu 15º livro, Conversas Cariocas e deu uma entrevista exclusiva à Conexões Literatura!

Na revista também tem dois audiolivros gratuitos cedidos pela editora Alyá (Universidade Falada), dicas de livros, entrevistas com escritores e uma com o organizador Vitor Abdala, que comenta sobre o livro “Narrativas do Medo” (Editora Autografia). A obra tem participação de 17 autores e prefácio elaborado pelo ícone do terror R. F. Lucchetti. O livro será lançado na Bienal do Livro do Rio de Janeiro.

CLIQUE AQUI PARA SABER MAIS SOBRE A REVISTA CONEXÃO LITERATURA




NOVA PARCERIA DO BLOG!


O Próxima Primavera está com mais uma parceria. Desta vez com o autor Rodolfo Melo, de "Meu Deus, mas que cidade linda". O livro reúne vários contos que tem o combate à violência como foco. 



Rodolfo Melo nasceu em Brasília, onde mora até hoje. É formado em Pedagogia e Matemática. Sim, mostrando que o amor pela escrita não se resume a ciências humanas, somente. Estreou como escritor em 2013, com o livro Contos de Amor e Ódio. De lá pra cá reuniu contos, crônicas e apresenta agora, pela Editora 42, seu novo título: Meu Deus, mas que cidade linda. Além da literatura, Rodolfo escreve sobre música, séries e assuntos variados para sites.










"Meu Deus, mas que cidade linda" é o meu segundo livro de contos e reúne tramas envolventes, angustiantes e surpreendentes. Nele, apresento personagens comuns que poderiam ser qualquer um dos tantos anônimos pelos quais cruzamos diariamente, seja na fila do banco, na parada de ônibus ou no balcão de uma padaria qualquer, por exemplo. Porém, por capricho do destino, tornam-se protagonistas de histórias mirabolantes. Brasília é a grande inspiração para este trabalho, que tem como título uma frase eternizada na letra de Faroeste Caboclo, música da Legião Urbana que conta a história de alguém que abandonou sua cidade natal para tentar a sorte na promissora Capital Federal. E, assim como na canção, o livro retrata a ironia social que envolve alguns dos passageiros a bordo desse peculiar avião projetado por Oscar Niemeyer.

Tem resenha de "Meu Deus, mas que cidade linda" em breve aqui no blog!

RESENHA: Lola e o Garoto da Casa ao Lado - Stephanie Perkins

10 julho 2017
Lola e o Garoto da Casa ao Lado
Stephanie Perkins
Editora: Novo Conceito
Ano: 2012
Páginas: 288
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Sinopse: A designer-revelação Lola Nolan não acredita em moda… ela acredita em trajes. Quanto mais expressiva for a roupa — mais brilhante, mais divertida, mais selvagem — melhor. Mas apesar de o estilo de Lola ser ultrajante, ela é uma filha e amiga dedicada com grandes planos para o futuro. E tudo está muito perfeito (até mesmo com seu namorado roqueiro gostoso) até os gêmeos Bell, Calliope e Cricket, voltarem ao seu bairro. Quando Cricket — um inventor habilidoso — sai da sombra de sua irmã gêmea e volta para a vida de Lola, ela finalmente precisa conciliar uma vida de sentimentos pelo garoto da porta ao lado.

Você acredita em livro certo na hora errada? Eu achava que isso só acontecia com pessoas, mas, de fato, pode acontecer em outras situações também. Aconteceu com Lola e o Garoto da Casa ao Lado, de Stephanie Perkins. Lembro que comprei esse livro na livraria da minha cidade no dia do meu aniversário, 12/08/2014, segundo o que eu mesma escrevi na folha de rosto do livro, em uma ida com a minha mãe. Não lembro se foi com o meu dinheiro ou o dela. Só sei que gostei da capa e de a protagonista ser bem diferente e parecer não ligar pra isso, como eu queria ser. Levei o livro e me decepcionei. Eu tinha exatos 15 anos quando li e nada do que acontecia me fez prender meu interesse no livro, logo o coloquei na estante com um marcador, e ele ficou ali por muito tempo até eu perceber que não terminaria o livro. 

RESENHA: (Im)Perfeição - Helena Souza

08 julho 2017
(Im)Perfeição
Helena Souza
Editora: Independente (publicado pela Amazon)
Ano: 2017
Páginas: 400
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Sinopse: Forest Hill, 2013. A cidade está em tensão, ninguém sabe quem será o próximo, bom, devido aos últimos três corpos encontrados, garotas loiras são as que correm mais perigo. Alguns meses atrás ninguém naquela pacata cidade poderia imaginar que alguém entre eles, algum vizinho, amigo, ou conhecido poderia ceder à loucura e começar a caçar pessoas para matar. Mas agora está tudo diferente, todos são suspeitos. A polícia trabalha sem descanso em busca do responsável, mas quem está por trás disso é alguém bem engenhoso, sabe muito bem onde agir e como agir. O telefone não para de tocar, são cidadãos apavorados que dão nomes aleatórios somente para que aja uma prisão logo, isso faz com que as investigações não avancem da maneira desejada. O resultado? Após 10 meses e com um saldo de 6 jovens mulheres encontradas mortas na região do pântano próximo a cidade, o assassino simplesmente parou de atacar. Nunca fora pego. Forest Hill, 2015. Lentamente a cidade voltou ao seu ritmo, o medo aos poucos havia desaparecido e os moradores passaram a sorrir com mais frequência. Sophie Fields voltou há alguns meses para a cidade, formada em artes visuais, seu senso de dever a faz ajudar a mãe na padaria. Josh Sanders é filho de um conhecido detetive da cidade e, por consequência, acabou se tornando um. Tanto pai como filho trabalharam no caso Maníaco do Pântano, que assolou a cidade há dois anos, depois disso o pai se aposentou e o filho agora é o único Sanders detetive. (Im)Perfeição é narrado através das perspectivas de Sophie e Josh, dois jovens que, em meio a um romance, descobrem que o terror que todos pensavam ter acabado, decidiu voltar.

      Depois de muito tempo, eu finalmente estou postando a resenha desse livro. Inicialmente, a maior dificuldade foi encontrar um tempo para ler (Im)Perfeição, mas depois o perrengue mesmo foi para terminá-lo. Acabei ontem o primeiro período da faculdade e quem está cursando uma graduação sabe como tudo aperta no fim de cada período e, por isso, ficava cada vez mais difícil sentar e terminar de uma vez o suspense investigativo da Helena Souza. 

       Em (Im)Perfeição, Sophie Fields vive na pacata cidade Forrest Hill, onde qualquer acontecimento vira alvo de boatos e notícias na TV local. Ela trabalha na padaria de sua mãe, levando a primeira levada de pães do dia para o pessoal da cidade e foi assim que conheceu Josh Sanders, detetive da Polícia de Forrest Hill. Nesse vai e vem, Sophie acaba aceitando sair com Josh e percebe que deve se aproximar do cara. Porém, em um belo dia, o antigo terror da cidade acaba voltando e agora a vida de Sophie e o relacionamento dela começa a ficar em cordas bambas. O famoso Maníaco do Pântano voltou a deixar vítimas mortas com as mesmas marcas e Josh Sanders e a Polícia vai tentar novamente desvendar o caso.

O que eu quero ler em... Julho?

03 julho 2017
        Eu já estava com saudades desse quadro aqui no blog e que, inclusive, só fiz uma vez com o mês de Maio. Mas acho legal mostrar alguns livros que pretendo ler esse mês e que estão na minha Meta de Leitura 2017 do Skoob. Pra quem não sabe, eu tenho bastante livros nessa meta e acabei dividindo igualmente com os meses que faltam pra terminar o ano e, até agora, sigo firme e forte na meta!

Tudo parecia perfeito, um verdadeiro conto de fadas menos para a protagonista dessa história. Morrighan é um reino imerso em tradições, histórias e deveres, e a Primeira Filha da Casa Real, uma garota de 17 anos chamada Lia, decidiu fugir de um casamento arranjado que supostamente selaria a paz entre dois reinos através de uma aliança política. O jovem príncipe escolhido se vê então obrigado a atravessar o continente para encontrá-la a qualquer custo. Mas essa se torna também a missão de um temido assassino. Quem a encontrará primeiro? Quando se vê refugiada em um pequeno vilarejo distante o lugar perfeito para recomeçar ela procura ser uma pessoa comum, se estabelecendo como garçonete, e escondendo sua vida de realeza. O que Lia não sabe, ao conhecer dois misteriosos rapazes recém-chegados ao vilarejo, é que um deles é o príncipe que fora abandonado e está desesperadamente à sua procura, e o outro, um assassino frio e sedutor enviado para dar um fim à sua breve vida. Lia se encontrará perante traições e segredos que vão desvendar um novo mundo ao seu redor.

The Kiss Of Deception é muuuito falado por aí não só por ter uma capa e edição maravilhosas da DarkSide, mas por ser um ótimo livro, segundo as várias resenhas que li por aqui pela blogosfera. Foi aí que fui tentada a comprar o livro (paguei 49,90 mais uma vez por um da DarkSide - meu primeiro foi Menina Má) e finalmente vou poder riscá-lo da minha meta de leitura. Amei a edição e as páginas. O livro em si é um sonho de consumo e vem, inclusive, com um poster/mapa. 

RAPIDINHAS: Novas parcerias com Bhetys Oliveira e Ronaldo Viana S.

02 julho 2017
       Como eu bem disse no post anterior, hoje vou falar um pouco sobre as novas parcerias com autores nacionais daqui do blog. Eu, como amante da literatura nacional, venho procurando obras que chamem minha atenção pelos conteúdos diversificados e que retratem bem assuntos sociais, que eu particularmente amo. 

Bethys Oliveira e o livro Perdida no Paraíso



Desde pequena é fascinada pelas palavras, foi através de sua avó que conheceu esse mundo mágico, quando ganhou seu primeiro livro. A partir daí, o amor pela Literatura só aumentou a tornando além de leitora, uma criadora de universos.
Bhetys Oliveira ama dias frios, chocolate e considera um verdadeiro paraíso uma biblioteca onde possa ler e sonhar.
Atualmente mora com seus pais, sua filha Bárbara e sua gatinha Pandora.
Contato com a autora:
E-mail: Bhetys@hotmail.com / Facebook: Bhetys Oliveira - Autora Bhetys Oliveira / Instagram: @escritora_bhetysoliveira
Perdida no Paraíso (Série Paraíso #1)
Bhetys Oliveira
Publicado pela Amazon
Páginas: 367
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Sinopse: Kristen Berkeley já não era mais a mesma. Após a morte de sua irmã gêmea, ela é mandada para morar com o pai em Nova York e perde todas as referências de quem costumava ser. Longe de seu passado, tudo o que Kristen deseja é poder recomeçar sua vida e esquecer os verdadeiros motivos que lhe levaram até aqui. Sua prima Sarah é sua anfitriã em um universo novo, onde ela pode se reinventar e tentar seguir o script de uma vida tranquila. Mas ela não esperava conhecer Landon Parker, um jovem tão irresistível, quanto perigoso, que ela sabe que precisa se manter distante o bastante para não se apaixonar. A questão é: será que ela conseguirá? Todo paraíso tem suas tentações e Kristen precisa reconhecê-las entre tantas mentiras, segredos e uma paixão avassaladora.


Ronaldo Viana S. e o livro Meu Nome é Albert!



Ronaldo Viana S. tem 53 anos, é pastor batista, teólogo, historiador, professor de História, Filosofia, Sociologia, História do Cristianismo e História de Israel. Pós-graduado em Ciências da Religião e História da Igreja, exerce a docência em seminários batistas há quase vinte anos. É casado com Gicelda Ribeiro e tem um filho, Hil Ribeiro. Após ter sobrevivido a um grave acidente de carro, em 1999, pela graça de Deus, Ronaldo também tem se dedicado a contar boas histórias e a ajudar pessoas a superar seus limites e suas adversidades. "Meu nome é Albert!" é seu sexto livro, sendo o segundo romance. ||
Facebook: Ronaldo Viana S.  / Instagram: @pr.ronaldovianas 




Meu nome é Albert!
Ronaldo Viana S.
Editora: Ágape
Páginas: 256
Adicione no Skoob - Compre aqui
Sinopse: Pessoas são diferentes. Pessoas são únicas. Pessoas têm nome e, neste livro, o nome Albert poderia ser substituído por John, Dimitri, Sarah, Giulia, poderia até ser Kurt ou qualquer outro. Poderia ser o seu, poderia ser o meu. Lendo este livro, é possível que você ria com Albert, que chore com ele. E é bem possível que você o ame. Talvez você se veja nesse garoto e queira entrar nas páginas desta obra e defendê-lo - ou defender-se - de seus agressores. Meu nome é Albert! é uma obra baseada em fatos reais. Nela o autor reviveu a própria história e a de milhares de pessoas ao redor do mundo, talvez até a sua. Uma história que é vivida por muitos, mas que não deveria pertencer a ninguém.

Muito em breve tem resenha dessas obras e muito mais aqui no blog. Estou bem feliz com essas parcerias, já que eu realmente gostei do conteúdo abordado pelas duas!

Post #200: Um papo sobre a literatura nacional e desabafos sobre valorização

01 julho 2017
     O post de hoje é o 200 socorro e, como é perceptível, não é uma resenha, e sim um papo sobre autores nacionais e ao mesmo tempo uma retrospectivazinha do mês de Junho com novidades.
     É o seguinte, pra quem ainda não sabe, estudo Comunicação Social na UFPE e estou, com muita fé, acabando o primeiro período. Esses últimos 3 meses da minha vida foram os mais conturbados, mas ao mesmo tempo legais, de toda a minha vida. Mudei de cidade, de rotina, conheci muita gente legal e estou finalmente fazendo o que amo - ou caminhando pra isso. Minha cadeira favorita no curso foi Técnicas de Redação e desde que vi a ementa me apaixonei. Então, eu sempre soube que ela ia ser minha favorita. Se eu posso escrever já ganha mil pontos comigo. O nosso último "projetinho" na cadeira foi escrever uma reportagem sobre qualquer coisa. Bem, eu já havia escrito notícias, perfis e entrevistas. Julguei mentalmente que a reportagem ia ser um bicho de sete cabeças, mas acabou sendo minha matéria favorita. Escrevi sobre as novas faces da literatura nacional e a valorização dos autores daqui. Entrevistei muita gente legal e tudo isso graças ao blog. Vejo bastante gente falando que blogueirx é só postar sobre algo e puft, já está famoso E ganhando coisas. Primeiramente, nós não ganhamos nada além de amor e atenção tanto dos leitores, quanto dos autores e editoras. Nós RECEBEMOS algo para que possamos trabalhar com isso. Se escrevemos resenhas de livros, é óbvio que, com o tempo, RECEBEREMOS obras para resenhar, o que é sim um trabalho.
     E eu escrevi sem nem saber se aquilo era realmente uma reportagem. Acabou que foi sim e eu me orgulho muito do trabalhão danado que tive, mas que resultou em algo muito bacana que vou postar por aqui em breve, claro. Teve conversa com a Bella Crestan, a autora de Sob o Olhar Grego (resenha aqui), com a Rebecca Romero de Marketing & Amor (resenha aqui) e muitas outras pessoinhas que me ajudaram a escrever sobre as dificuldades do mercado editorial no Brasil.