5

Meu Nome é Albert!
Ronaldo Viana S.

1

Duff
Kody Keplinger

2

Quando a Noite Cai
Carina Rissi

3

Lola e o Garoto da Casa ao Lado
Stephanie Perkins

4

(Im)Perfeição
Helena Souza

RESENHA: Tinderela - R. M. Cordeiro

29 abril 2017
Foto: R. M. Cordeiro


Tinderela: A Procura do Amor na Era Digital
R. M. Cordeiro
Editora: Independente
Ano: 2016
Páginas: 45
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Sinopse: Rafaela é uma jovem enfermeira, solteira e tímida, com pouco tempo para sair e conhecer pessoas. A chegada do Tinder, aplicativo que tem como intuito promover encontros entre pessoas que moram próximas e tem interesses em comum, promete mudar seu status de relacionamento.


*E-book cedido em parceria com a autora.

         Se você lê muitos blogs literários ou até mesmo possuiu um, acho meio difícil você nunca ter ouvido falar de Tinderela, o conto da R. M. Cordeiro. Quando surgiu a possibilidade de ser parceira dessa autora maravilhosa, não pude e nem consegui deixá-la passar. Lembro que o título do livro me chamava muita atenção já que o Tinder é mundialmente conhecido... Eu só não sabia que ia me identificar um pouco com a Rafaela.

       Tinderela conta a história de Rafaela, que estava solteira há algum tempo e resolveu dar uma chance ao tão falado aplicativo de relacionamentos: Tinder. Ela esperava que aquela ferramente a ajudasse a realmente filtrar os interesses em comum dos caras e fazer dar certo. Seria sua saída do mundo da solteirice?

REVIEW: Racing Hearts com Jamie Dornan

26 abril 2017
Racing Hearts ou Flying Home
Voando Para Casa
Ano de lançamento: 2014
Elenco: Jamie Dornan e Charlotte De Bruyne
Classificação etária: Livre
Sinopse: Colin é um jovem americano workaholic. Um Sheik árabe pode vir a ser o seu maior e mais lucrativo cliente. O Sheik é um apreciado de pombos e faz um trato com Colin: se o jovem conseguir a ave campeã, que é de Jos Pawels, assinará o contrato. Colin vai até Pawels, um idoso tradicional, que não liga muito para dinheiro. O americano se apaixona pela neta de Jos Pauwels e uma questão vem a tona: o que é realmente importante na vida?




       Depois de séculos com Racing Hearts na minha lista da Netflix, em um momento de tédio extremo no último feriado, resolvi que finalmente assistiria para ver se Jamie Dornan realmente sabe o que está fazendo nessa vida. Sim, mas é claro que só quis assistir por causa dele já que a sinopse não chamou minha atenção!

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        Primeiramente esqueça o que você tem na sua mente sobre Jamie Dornan, a estrela de Cinquenta Tons de Cinza. Em Racing Hearts ele está totalmente irreconhecível. Talvez eu tenha achado isso pelo fato de nunca ter visto o cara fora do enredo de 50 Tons, mas em RC, ele interpreta o Colin, um CEO que é justamente o contrário do Christian Grey.

        Colin trabalha para uma empresa que precisa de uma parceria com um Sheike árabe em caso de vida ou morte. O cara era riquíssimo e o objetivo de Colin era encontrar esse homem aonde quer que fosse. Vida boa essa de pegar um avião com destino ao local onde o próximo investidor mora para convencê-lo e depois cair dinheiro na empresa né? Bem, não exatamente. O tal Shaike árabe é um cara meio estranho que tem uma paixão estranha por pássaros e sonha em participar de um torneio famoso de corrida de pombos. Mas tem um grande problema que ameaça seu sonho: o tal pombo ideal para ganhar a corrida estava na Bélgica e o Shaike estava disposto a aceitar o contrato com a empresa de Colin caso o mesmo conseguisse o pássaro pra ele. Moleza? Colin mais uma vez pega um avião, desta vez para Bélgica, para ter sucesso no seu trabalho e ganhar cada vez mais. Mas como ele faria o dono do tal pombo vender o seu querido animalzinho?

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RESENHA: A Garota do Calendário (Março) - Audrey Carlan

24 abril 2017
Foto: Estante da Suh
A Garota do Calendário (Março)
Audrey Carlan
Editora: Verus
Ano: 2016
Páginas: 144
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Sinopse: Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser... Mia vai passar o mês de março em Chicago com o empresário Anthony Fasano, que a contrata para fingir ser noiva dele. A princípio Mia não entende por que um homem tão lindo e másculo precisa de uma falsa noiva.

 

         Vamos para a resenha do terceiro livro da coleção A Garota do Calendário. Eu não estava tão animada para começar o mês de Março, pois não gostei muito de Fevereiro. Na resenha de Fevereiro, expliquei minha decepção com o acompanhante da vez, mas reconheci a importância de Mia conhecer esse home, pois ele a ensinou a se amar antes que pudesse amar qualquer outra pessoa. Em Março, Mia continuou nessa jornada e nesse mês me conquistou ainda mais. 

          Para quem ainda não sabe a história da coleção e não leu as outras duas resenhas, explico rapidamente a situação. Mia Saunders precisa trabalhar como acompanhante (não prostituta, ACOMPANHANTE EM EVENTOS) para caros ricos que precisam por algum motivo de companhia em algum evento ou para enganar a mídia. Só o simples fato de ser acompanhante já rende milhares de dólares por mês para Mia, que precisa desse dinheiro para pagar a dívida que seu pai tem com seu ex-namorado, um agiota. Então, Mia trabalha na agência de acompanhantes da sua tia e por um ano precisa arrecadar o dinheiro para pagar ao ex, e a cada mês, é um cara diferente. 


REVIEW: Girlboss, a nova série da Netflix!

22 abril 2017
Foto: Netflix


Girlboss
Netflix (2017)
Temporadas: 1 com 13 episódios (estreia da Netflix)
Média de tempo: +- 25 minutos cada episódio
Elenco: Britt Robertson e Johnny Simmons
Sinopse: Baseado na trajetória de Sophia Amoruso, uma jovem batalhadora que começou a vida vendendo roupas antigas no eBay e hoje, aos 27 anos, tem uma marca multimilionária baseada em Los Angeles.

 






                  Isso mesmo. A série estreou ontem e eu já vim aqui contar pra vocês o que achei dessa adaptação do livro #GIRLBOSS da Sophia Amoruso. Bem, devo dizer logo que não li o livro. Ele está na minha lista desde séculos atrás, mas não leio simplesmente porque ainda não o encontrei nas minhas idas à livraria e eu só leio se for meu e estiver em minhas mãos. As vezes tenho essa frescurinha com livros que eu quero muito ler. Então resolvi pegar o embalo e assistir os 13 episódios da adaptação da Netflix.

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Foto: Netflix

         Girlboss conta a trajetória real da CEO Sophia Amoruso, que começou sua carreira do NADA. A série mostra a personalidade forte de Sophia, que sempre soube que seu lugar não era ser empregada por empresas fajutas ou ser recepcionista. Ela sempre teve um sexto sentido para moda vintage à lá estilo brechó. Sabe aquele olhar que você vê uma blusinha e já imagina adaptações e combinações com ela? Sophia conseguiu investir no que sempre soube que era uma essência sua. Ela passou por uns maus bocados sem um centavo no bolso, mexendo com lixo e roubando. Depois disso tudo ela deu o primeiro passo que mudou sua vida. Colocou um achado (um casaco - o da foto abaixo) à venda no eBay e conseguiu BASTANTE dinheiro pela peça que adquiriu por $9 em um brechó. É aí que ela cria o Nasty Gal, uma lojinha de peças vintage achadas.

RESENHA: A Menina dos Olhos Molhados - Marina Carvalho

20 abril 2017
A Menina dos Olhos Molhados
Marina Carvalho
Editora: Globo Alt
Ano: 2016
Páginas: 296
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Sinopse: Bernardo é jornalista por vocação: curioso, comprometido e muito bom com as palavras. Trabalha há anos em um importante jornal da cidade e suas matérias investigativas são sempre elogiadas. Ele só tem uma limitação... Odeia trabalhar em equipe. Há alguns anos, Bernardo sofreu com uma grande decepção amorosa, o que contribuiu para o seu jeito fechado e antipático. Por isso a incumbência de levar Rafaela – a nova estagiária do jornal – para todos os lugares é como o inferno para ele. Bernardo não perde nenhuma oportunidade de evitá-la, mas Rafa, além de ser uma jornalista extremamente talentosa, não engole desaforo. Com o passar dos dias, Bernardo percebe que não conseguirá seguir seu plano de ignorar a estagiária, muito menos todos os sentimentos que ela desperta nele. Entre reportagens intrigantes e perigosas, eles vão descobrir que têm muito mais em comum do que a imensa paixão pelo jornalismo...


Sorria, estranho. Sorria estranho. - 12 cartas em 12 meses

18 abril 2017



Olá, estranho.


Minha mãe sempre disse que eu não falasse com estranhos. Nunca. Eu até vejo o lado dela, mas também vejo o meu lado que todas as pessoas são estranhas antes de conhecermos. Não sei sobre você. Não sei se você estuda, trabalha, divaga pelo mundo. Gostaria de saber. Gostaria de saber se você está lendo essa carta com desprezo ou com animação por ver que existe alguém nesse mundo que ainda se interessa por cartas e pela escrita. Espero que a última opção. Não tenho muito o que escrever por aqui, mas desejo muito que o que quer que você esteja passando de ruim consiga melhorar em breve. Por que digo isso? Bem, acredito que cada um tem seus demônios e eu luto para que os meus não tomem proporções gigantes e acabem tirando minha essência. Aquela que faz eu ser eu. Você tem sua essência, você tem seus demônios. Lute. Mas também ajude para que outras pessoas possam fazer o mesmo, como eu faço agora. Saiba que os menores gestos também contribuem para um sorriso no rosto. Às vezes, até mesmo um sorriso para um estranho como você, faz o dia de alguém. Não acredita? Bem, hoje vim pra casa bem mal e desgastada de uma prova que fiz na faculdade e na saída do ônibus, já no meu ponto, um moço deixou que eu descesse primeiro e sorriu. Simples assim. Sorri de volta agradecendo sua simpatia e educação - que sinceramente não era preciso. Pra ilustrar o que eu digo, cito uma imagem que uma recém amiga acabou de postar no Stories do Whatsapp. A imagem diz: "Morar sozinho em outra cidade é uma tarefa complicada. A geladeira está cheia de comida estragada. A cidade está cheia de gente desconhecida. E o coração cheio de saudade." E é bem assim, estranho. Você morando sozinho, ou não. A cidade está cheia de gente desconhecida. Cada uma com suas histórias, seus amores, suas saudades, seus demônios e seu sorrisos guardados. Não guarde o seu. O seu ônibus já deve ter chegado a esse ponto, e se você ainda está lendo isso aqui é certamente porque ficou curioso para saber o que uma pessoa estranha teria a lhe dizer. Bem, era somente isso. Queria poder saber pelo menos seu nome, mas deixei essa carta no banco antes que pudesse ver alguém se aproximando justamente para evitar fantasiar uma amizade com você. Eu amo fazer amizades. Aposto que seria sua amiga facilmente, e se você me magoasse, eu talvez só iria perceber quando a ferida doesse. E quando isso acontecesse... Bem, eu iria tentar ver o seu lado mesmo se você estivesse errado. Eu sempre faço isso com as pessoas. Talvez esse seja meu defeito... Ou seria qualidade? Acho que não... Enfim, cuidado para não perder o seu ponto! Não quero te atrapalhar. Queria apenas que se sentisse um pouco querido e que esboçasse um sorriso. Ainda não fez isso? Que tal fazer agora?

Um grande abraço de alguém tão estranho quanto você.


P.S: A carta foi deixada no banco em um ponto de ônibus. 
P.S 2: Estranho está em masculino, mas foi apenas o jeito que escrevi. Quis dizer qualquer estranho ou estranha, pessoa em geral.


Projeto 12 cartas em 12 meses:

Janeiro: Uma carta para você no passado, há dez anos atrás. 
Fevereiro: Uma carta para um personagem fictício.
Março: Uma carta de agradecimento.
Abril: Uma carta para um desconhecido.
Maio: Uma carta para nunca ser enviada.
Junho: Uma carta para a infância.
Julho: Uma carta de revolução.
Agosto: Uma carta ao seu reflexo no espelho.
Setembro: Uma carta aos seus sonhos.
Outubro: Uma carta para seu melhor amigo(a).
Novembro: Uma carta de perdão.
Dezembro: Uma carta de despedida.

RESENHA: Para Educar Crianças Feministas - Chimamanda Ngozi Adichie

16 abril 2017
Para Educar Crianças Feministas
Chimamanda Ngozi Adichie
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2017
Páginas: 96
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Sinopse: Após o enorme sucesso de Sejamos todos feministas, Chimamanda Ngozi Adichie retoma o tema da igualdade de gêneros neste manifesto com quinze sugestões de como criar filhos dentro de uma perspectiva feminista. Escrito no formato de uma carta da autora a uma amiga que acaba de se tornar mãe de uma menina, Para educar crianças feministas traz conselhos simples e precisos de como oferecer uma formação igualitária a todas as crianças, o que se inicia pela justa distribuição de tarefas entre pais e mães. E é por isso que este breve manifesto pode ser lido igualmente por homens e mulheres, pais de meninas e meninos. Partindo de sua experiência pessoal para mostrar o longo caminho que ainda temos a percorrer, Adichie oferece uma leitura essencial para quem deseja preparar seus filhos para o mundo contemporâneo e contribuir para uma sociedade mais justa.

 

REVIEW: The Fosters na Netflix

14 abril 2017
The Fosters
Freeform (2013- atualmente)
Temporadas: 4 (5ª temporada dia 11/07)
Média de tempo: +- 45 minutos cada episódio
Elenco: Maia Mitchell e Jake T. Austin
Sinopse: A série narra a história de uma família formada por duas mães. Stef, uma policial que foi casada com seu colega de trabalho Mike e com quem teve um filho, Brandon. Agora divorciada, ela vive com Lena, uma vice-diretora de uma escola. Juntas, elas resolvem criar filhos adotivos, além de Brandon. São eles Jesus e Marianna, irmãos gêmeos que foram abandonados pela mãe. Até que Lena esbarra com Callie, uma adolescente problemática, e ela resolve acolher a menina. Callie provoca problemas de relacionamentos, e só se preocupa em resgatar seu irmão de sangue de 13 anos Jude que também vive em um lar adotivo e sofre maus tratos.
 

Sono + sono, aula de Moda ou Comunicação? e Capítulo 2 pra aula de História da Mídia #3

10 abril 2017


04:20 A.M: Meu celular toca em um volume absurdamente alto e eu me estico para desligar o alarme de qualquer jeito. Aproveito que já estou esticada e puxo meu óculos da escrivaninha e os coloco no rosto. Posso enxergar a janela coberta por minha cortina verde que tanto amo. Nenhuma claridade transparece pelo tecido. Me levanto pestanejando e pego minhas duas mochilas e as levo rumo à sala.

05:20 A.M: O Sol está nascendo e as cores do Céu são diferentes, mas eu nem estou prestando atenção. Bolsa. Carteira. Livros. Carregador. Fone. Chaves. Eu repito mentalmente como uma louca ansiosa. Eu tenho certeza de que esqueço algo. O motorista entra na van e dá partida. Fecho meus olhos desejando que eu não enjoe dessa vez. Chega né, Clarissa!

06:20 A.M: A van para mais uma vez para a subida de um outro passageiro. Pela milésima vez abro meus olhos e percebo que faltava pouco para chegar ao meu destino. Percebo que quanto mais eu tento manter meus olhos abertos, mais eles tentam se fechar. Parece que há tijolos em cada um dos meus olhos que me forçam a me manter dormindo. Me abaixo e pego a garrafa de água na minha bolsa. A freada da van me faz quase derrubar o celular no chão. 

07:20 A.M: Minha bolsa quase cai no chão e eu a coloco novamente nos meus ombros. Não sei que ideia eu tenha de colocar duas mochilas nos ombros e andar até chegar em casa. Meus pés doem e eu preciso me manter prestando atenção nas ruas já que eu preciso decorar de uma vez por todas o caminho de casa. Ao mesmo tempo, eu, V e B tentamos nos manter acordados e vivos enquanto atravessamos a Avenida. 

08:20 A.M: Viro mais uma página das xérox do capítulo um de Uma História Social da Mídia e tento pela milésima vez escrever algo que preste na página em branco do Word. Nas outras abas, o Google está aberto com os resultados da pesquisa "Gutenberg" e o Youtube pausado no documentário sobre Gutenberg. Tento começar a falar desse homem que três semanas atrás era só o nome de uma editora pra mim. Vejo um objeto andar no chão ao meu lado e grito ao ver que é a 7283728947º barata encontrada nessa casa. Pego meu chinelo mais próximo e miro na coitada. Sinto muito, barata 7283728947.

09:20 A.M: O alarme do meu celular toca pela segunda vez no dia. Nem preciso abrir os olhos, apenas aperto em qualquer botão e ele me deixa em paz. Tento pegar no sono novamente, mas os barulhos da casa de cima só me fazem lembrar de que eu tenho que fazer meu almoço e que ele não vai se fazer sozinho. Levanto e vou até a geladeira procurando alguma barata pelo chão da casa. Não encontro. Abro a geladeira e percebo que o feijão ainda está no congelador. Ele nunca vai descongelar até a hora do meu almoço. Mesmo assim deixo do lado de fora. 

10:20 A.M: Meus olhos tentam se fechar novamente enquanto eu leio O Duque e Eu e reflito no quanto essa resenha está (ainda está) atrasada. Tento ler mais algumas páginas e desisto. Puxo o lençol e fecho os olhos novamente. 

11:20 A.M: Abro meus olhos sem me situar e demoro alguns segundos para sentir minha barriga pedindo comida. Recupero a consciência. Almoço! Comida! Faculdade! Atrasada! Corro para a cozinha e encontro uma nova barata morta na despensa. Oi, barata 7283728948! Abro a vasilha do feijão e encaro o gelo que nem poderia ser chamado de feijão. Jogo no congelador - aonde ele pertencia. Encaro a luz acesa da geladeira e me pergunto o que irei comer. Vou ao armário e puxo dois Cup Noodles. Frango ou carne de churrasco?

12:20 P.M: Sopro impaciente o miojo do meu garfo. Será que dá tempo? Eu atrasaria e M. me mataria. Coloco a garfada na boca mesmo quente e quase morro com a dor na língua. Acabo de qualquer jeito e jogo o pote no lixo. Ouço um barulho de chaves. E chegou. Ela me pergunta o que eu comi. Peço que ela veja o pote no lixo. Ela reclama comigo, pois segundo ela preciso me alimentar direito. Eu sei, E. 

13:20 P.M: Tenho certeza que M vai me matar porque estou atrasada de novo. Chego na esquina da Avenida. Ela acena loucamente pra mim. Tento ler os lábios dela... Obus.. Ônibus! Saio correndo atravessando na frente dos carros nas duas vias da Avenida enquanto abro minha bolsa e procuro meu cartão do ônibus. Conseguimos. "Eu ia te deixar dessa vez, visse", M diz.

14:20 P.M: O que ela está falando afinal? Mexo minha perna com impaciência. A professora passa o slide e um lindo esquema aparece no quadro. Droga, como eu vou desenhar isso? Tento focar toda a minha atenção no que parece ser uma flor no quadro com várias setas falando sobre algo que não sei se é Moda ou Comunicação. Olho para T e vejo que ela também copia o esquema da flor. Me concentro apenas na flor em meu caderno e até procuro marcadores coloridos para pintar. Aula interessantíssima.

15:20 P.M: O miojo no meu estômago pede arrego. Olho para meu celular estrategicamente carregando no meio da aula e vejo que eu passaria mal se não ingerisse algo. Pego minha garrafa. Droga! Acabou. E F disse que não tem água em toda UFPE. Rezei para que alguém perguntasse a professora se teria intervalo. 

16:20 P.M: Saboreio minha pizza de R$ 3,50 enquanto a professora tenta colocar um filme de índios ou algo assim. Pensei que ela estivesse falando de Moda. Ou foi Comunicação? Abri meu ketchup e enchi na pizza não ligando para os olhares das pessoas. Quanto tempo falta para ir embora?

17:20 P.M: "Agora é cada um por si". Um calouro que não vejo o rosto gritou. O ônibus dobra e vem em nossa direção. Posiciono o cartão em minhas mãos pronto para passar na catraca o mais rápido possível. A vem ao meu lado e elogia meu cabelo (muita gente falou que gostou do meu cabelo curto hoje). Agradeço. "Eu disse que ia mudar!", respondo. Subo no ônibus e não tem lugar para sentar. Mais uma vez fico me segurando nas coisas enquanto converso com G.

18:20 P.M: E me pergunta se ela tem O Menino do Pijama Listrado e eu respondo que não sei. Como eu vou saber? Ela está bem animada com a descoberta do Skoob. Também fiquei assim quando descobri essa rede social maravilhosa. O que eu fiz de 7:20 da manhã mesmo? Escrevo e escrevo. Calculo mentalmente o tempo que eu ainda passaria escrevendo o post. Pergunto a E se ela vai estudar até tarde hoje. Ela responde que sim. Eu também.



300 coisas sobre a qual escrever

"13 Reasons Why" NÃO é modinha!

09 abril 2017
"Você não pode voltar a como as coisas eram. Como você achava que eram. Tudo que você tem... é o agora."

 Não farei review da série ou algo do tipo. Se fosse qualquer outra eu faria questão de vir aqui falando sobre ela e indicando pra vocês como sempre faço com uma série nova que assisto. Vi TANTAS reviews de 13 Reasons Why ultimamente que percebo que a série realmente viralizou total. Percebi que 5 entre 10 adolescentes já devem ter assistido a série, a outra metade se recusa com a desculpa mais esfarrapada que existe. 

"13 Reasons Why virou modinha!" 

O que é modinha? Vamos pensar sobre coisas que são modinha. Seriam coisas que viralizam, certo? Como fazer vídeos para o Youtube sobre Amoeba ou misturando ingredientes e experimentando a gororoba no fim. Isso é modinha. Isso não tem um propósito. 

Uma série que, de certa forma, luta e mostra de forma acessível como palavras, atitudes e sentimentos que podem machucar alguém, não é modinha. Há muito tempo isso acontece foi preciso que algo assim explodisse. Os assuntos como suicídio, bullying/cyberbullying, estupro, agressões, ainda são tabu na nossa sociedade. Vocês não percebem isso? Quantas vezes um filme sobre combate ao bullying passa na Sessão da Tarde? Quantas vezes por ano vemos projetos contra essas atrocidades viralizarem pelo mundo? 
Eu nunca vi. 
Eu nunca vi algo tão forte que mobilizasse tantas pessoas. Creio que os produtores da série perceberam o tumulto que causariam quando a lançassem. O intuito de uma série de TV normalmente é distrair e divertir o espectador. Mas por que essa ferramenta não havia sido usada antes para conscientizar pessoas? Foi.
Um dos posts mais vistos, lidos e comentados do blog é sobre um filme chamado A Girl Like Her em que eu relacionei ao Setembro Amarelo, o mês de combate ao suicídio. Sou suspeita pra falar que muita gente me falou que se conscientizou só com meu post e foi correndo assistir o filme e levou um tapa na cara. Aconteceu isso comigo. A Girl Like Her é uma versão mais leve de 13 Reasons Why, só que a menina grava todas as coisas que acontecem com ela. É pesado, é triste e é esclarecedor. 
Quando assisti ao filme e escrevi o post, quis que o máximo de pessoas possíveis tivesse a oportunidade de assistir ou apenas ler o que escrevi. Não tive muito sucesso, claro. Mas fico extremamente feliz com a repercussão de 13 Reasons Why. Nós precisávamos de algo que mostrasse que bullying não é tabu. Suicídio não é motivo de chacota. Existem milhares de adolescentes pelo mundo que sofrem todos os dias diversos tipos de agressões, sejam físicas ou verbais, que machucam. E poucos procuram ajuda. 

"Qual a dificuldade em pedir ajuda?" 

Acho que a pergunta ideal seria a seguinte: 

"Como ela (a pessoa) vai conseguir verbalizar tudo que sente e pedir ajuda quando não se é mostrado apoio?" 

Essa é a dificuldade. Ainda mais quando o assunto é um tabu imenso que não é discutido. Na escola de Hannah Baker, os projetos contra o bullying e suicídio só começaram a serem feitos após a morte da mesma. Mas por quê? Por que não fizeram isso antes? Ah, mas isso teria mudado alguma coisa? Sim. Teria mudado, sim. É difícil encontrar alguém que não tenha sofrido bullying na infância e/ou adolescência. 
Dói? Imensamente. 
E sabe o que é pior? Não fazem nada. Vejo com meus próprios olhos atualmente, em 2017 mesmo, até crianças com brincadeiras maldosas. Uma vez perguntei ao meu irmão pequeno se ele não falou para a professora que o "amiguinho" o bateu. 

"Eu disse, mas a tia não fez nada."

É aí que tudo começa. Precisamos de 13 Reasons Why. Mas não só dessa série. É preciso debate, conscientização e apoio. Cansou de ver cenas de 13 Reasons Why na sua timeline do Facebook? Bem, isso não é modinha. Isso é viralizar o que é preciso. Próxima vez que você revirar os olhos por ver mais uma vez uma imagem que diga “Hey, it's Hannah. Hannah Baker. Don't adjust your... whatever device you're hearing this on. It's me, live and in stereo. No return engagements, no encore, and this time, absolutely no requests. Get a snack. Settle in. Because I'm about to tell you the story of my life. More specifically, why my life ended. And if you're listening to this tape... you're one of the reasons why. I'm not saying which tape brings you into the story. But fear not, if you received this lovely little box, your name will pop up. I promise*" pense naquela pessoa que você pode nem conhecer, mas que PRECISA ouvir a história da Hannah.
Precisa de ajuda. 
Precisa de apoio. 
Precisa de você. 

Precisamos de mais 13 Reasons Why. Não a série. Precisamos discutir. Devemos isso a todos aqueles e aquelas que desistiram da própria vida por medo, por falta de ajuda e de apoio. Sim. Somos todos Hannah Baker e ao mesmo tempo um porquê. Mas o que você vai fazer sobre isso? Vai marcar a série como assistida e dizer que já assistiu a série da menina que deixa 13 motivos que a fez tirar sua própria vida? Só isso? Tem certeza? Se você é Hannah Baker e/ou se você é um porquê, você precisa ajudar. 

Conhece Amanda Todd? Conheci a história dela um ano após sua morte e seu vídeo upado no Youtube onde ela contava a sua história. Até hoje lembro dela e penso em como tudo deu errado e poderia ter dado certo. Simples ações mudam assim como as grandes. Eu sugiro que comecemos agora o que já deveríamos ter começado há muito tempo. 

Bullying/cyberbullying não é besteira. 
Agressões não precisam ser revidadas. 
Assédio não é pedido. 
13 Reasons Why NÃO é modinha. 
É um pedido de ajuda.


* "Ei, é a Hannah. Hannah Baker. Não ajuste o seu... qual quer que seja o dispositivo que você está ouvindo isto. Sou eu, ao vivo e em stereo. Sem promessas de retorno, sem bis, e desta vez, com absolutamente sem atender a nenhum pedido. Pegue um lanche. Acomode-se. Porque vou te contar a história da minha vida. Mais especificamente, por que minha vida terminou. E se você está ouvindo essa fita, você é uma das razões. Eu não direi em qual fita eu conto sua história. Mas se você recebeu essa linda caixinha, seu nome vai aparecer. Eu prometo."



CLIQUE NA FOTO PARA LER O POST SOBRE A GIRL LIKE HER E O MÊS DE COMBATE AO SUICÍDIO

REVIEW: O Espaço entre Nós nos cinemas

08 abril 2017



O Espaço Entre Nós
Ano de lançamento: 2017
Elenco: Asa Butterfield e Britt Robertson
Classificação etária: +12 anos
Sinopse: O adolescente Gardner Elliot é o primeiro humano nascido em solo marciano. Mas ele deseja fazer uma viagem à Terra para conhecer a verdade sobre seu pai biológico, e sobre seu nascimento. Nesta jornada, ele tem o apoio de Tulsa (Adoro Cinema).





REVIEW: Fallen (2016) com Jeremy Irvine

07 abril 2017


Fallen
Ano de lançamento: 2016 (Brasil)
Elenco: Jeremy Irvine e Addison Timlin
Classificação etária: Não recomendado para menores de 12 anos
Sinopse: Responsabilizada pela misteriosa morte de seu namorado, Lucinda Price vai para um reformatório. Em Sword & Cross ela se aproxima de Daniel Grigori, sem saber que ele é um anjo apaixonado por ela há milênios, e também não consegue se manter afastada de Cam Briel, outro que luta há tempos por seu amor.





Minha playlist de MPB das antigas - Parte IV

06 abril 2017

       O post de hoje é de playlist! É a quarta parte das minhas músicas antigas de MPB favoritos. Se você não acompanhou os outros posts de playlist, pode conferir aqui!

Morena Tropicana (Alceu Valença)



O Silêncio das Estrelas (Lenine)



Dom Quixote - Engenheiros do Hawaii



Enquanto Houver Sol (Titãs)



À Sua Maneira (Capital Inicial)



Um Dia, Um Adeus (Guilherme Arantes)

Cidade grande, baratas, miojo e eu - MÊS 1

05 abril 2017
Sim, a foto do post tem que ser Mike Wazowski com o sonho de estudar na Monsters University! Os dois filmes de Monstros S.A são meus favoritos já que mostram bem a relação entre sonhos e capacidade de seguir nossos sonhos. Somos todos Mike Wasowski!


                  Eu queria escrever esse post quando eu acabasse o primeiro período da faculdade falando pra vocês como está sendo sair de casa aos 17 anos, morar em uma cidade grande desconhecida e a pressão da faculdade. Mas enquanto eu pensava no tema pro post de hoje - que não fosse resenha (haja tema pra um BEDA) - , minha roommate sugeriu que eu falasse sobre como está sendo a minha experiência que é realmente uma fase nova e diferente na minha vida. Quando olhei para o calendário e vi que hoje é 5 de Abril, fiquei chocada porque faz um mês que eu me mudei e que minha vida virou de cabeça pra baixo. Grande coincidência! Então resolvi que vale a pena falar o que aconteceu nos últimos dias e vai ser mais um post divertido sim.


  • A casa: Começando pelo momento em que cheguei aqui, devo dizer que fiquei um pouco perdida. Não só na cidade como também na minha própria nova casa. Mesmo que ela se situe perto da parada de ônibus, lembro que senti muito medo de me perder no começo. Bem, logo esse medo passou, pois eu me perdi e sobrevivi sim ao fim do mundo! Também tive que fazer meu próprio almoço sozinha e inúmeras coisas que eu não fazia ideia que se precisava fazer em uma casa. Também aprendi (estou aprendendo ainda) a lutar contra baratas! Gente, existe tanta barata nesse mundo, né? E a caça às baratas continua todos os dias. Pelo menos eu sei que não vai faltar histórias pra contar sobre isso!
  • A cidade: Talvez eu esteja um pouco fascinada pelo fato de eu estar em uma "cidade grande". Só deixando claro que uma cidade com shoppings é grande. Na minha antiga cidade tínhamos o Subway e era a sensação do momento. Gosto de pegar o ônibus pra faculdade na janela, pois fico observando o quanto essa cidade é diferente da minha antiga cidade e também da capital do estado. É como se fosse uma cidade grande com espírito de interior. Sempre sonhei em sair de casa e me virar sozinha longe dos meus pais, agora que aconteceu a gente chora. Mentira, mas eu sofro bastante com as dificuldades diárias de morar longe dos meus pais. 
  • A faculdade: Esse com certeza vai ser o tópico maior, já que era o que eu realmente queria falar. Pra quem ainda não sabe, curso Comunicação Social na Universidade Federal de Pernambuco. Por que Comunicação? Além de ser um pouco óbvio que sou apaixonada por essa área, devo dizer que minha primeira e única opção era o Jornalismo. Deus e minha nota do ENEM 2016 não me ajudaram nesse quesito, mas me guiaram para uma escolha ainda mais minha cara. Era pra ser Comunicação Social. Na primeira semana de aula tivemos palestras abordando as diversas áreas do curso (Jornalismo, Publicidade e Audiovisual) e as ênfases (Produção Cultural e Mídias Sociais) e isso me deixou bem apaixonada pela área que eu ainda tinha dúvidas se realmente seria o que eu tenho que ser da vida. É bem complicado decidir isso e ter sucesso na escolha quando se têm 17 anos e muita pressão de pais e escola nas suas costas. Mas eu realmente sinto que eu fiz minha escolha certa, pois mesmo que eu deseje não ficar no Jornalismo no futuro, a área de Comunicação é muito ampla e essa é a minha área de certeza. 
  • As aulas: Quem está no Ensino Médio pensa com certeza que assim que escolher um curso vai aprender o que sempre quis e amou. Sim e não. Quando me disseram isso duvidei e disse que ia sim amar poder estudar o que gosto. Eu amo sim. Mas assim como no Ensino Médio, temos coisas que são um pouco irrelevantes. Como Filosofia. Sempre gostei de Filosofia, mas confesso que certos assuntos são chatos. Assuntos como filósofos, por exemplo. Então sim, estou no curso que gosto, mas tenho cadeiras e assuntos que eu vou sim odiar e/ou não simpatizar com a matéria. É aí que o papo da escola volta: você tem que amar mais o que não gosta e dar tudo que pode pra conseguir alcançar a mesma nota que as matérias que ama. Falando nas amorzinhos, eu sabia desde que vi o horário do 1º período que cairia de amores por Técnicas de Redação e isso aconteceu instantaneamente. Acabei de chegar da aula e sempre chego inspirada e feliz porque é a única aula até agora que eu realmente sinto a essência do Jornalismo e ah, eu amo né. 
  • Os amigos: Muitos. Nunca pensei que ia fazer tantos amigos na faculdade. Na escola eu tinha meu grupinho de 6 pessoas ou menos e eu praticamente só falava com elas diariamente. O resto era de vez em quando ou quase nunca. Acho que éramos tão diferentes e queríamos coisas tão diferentes que até o assunto era difícil de fluir. Na faculdade você encontra gente que é parecida com você em tantas coisas, mas ao mesmo tempo diferentes a ponto de querer ser amiga delas pra sempre. Fiz amizades incríveis! Falo com todos na sala bem tranquilamente e falo com tanta gente todos os dias que me sinto acolhida de verdade por eles. E ah, o pessoal aqui é muito prestativo e nos ajudam bastante em qualquer urgência da vida! Momento divulgação: conheci Thainara Amorim do Se Esse Mundo Fosse Meu por lá e ela me chocou dizendo que já conhecia meu blog então ela merece ser divulgada aqui para sempre. 
  • Crushs: Um em cada lugar, claaaaro!
  • Comida: Não cometam o mesmo erro que eu. Faculdade é sim pesada sendo um curso de Exatas, Humanas ou Saúde, mas assim alimentação é fundamental. Digo isso porque tentei almoçar miojo algumas vezes e não deu certo! Não façam isso pessoal ☺
       Minha roommate disse que agora seria o momento de fazer uma reflexão de quem eu era antes para quem sou agora. Em um mês. Bem, podem rir, mas eu mudei sim e bastante. Citando uma pessoa próxima, digo que não só os acertos te fazem crescer, mas cada erro. Não que eu tenha errado. Quis dizer no modo geral. Eu saí de uma fase conturbada da minha vida onde eu sentia que era pressionada por coisas que não faziam sentido. Por que eu precisava tirar nota boa em Física mesmo? Eu nem sei a fórmula do sorvetão! Quando essa nova fase da minha vida chegou, senti que eu ainda estava presa na anterior e que eu precisava primeiramente me sentir na de agora. Fiz algo que nunca pensei que ia fazer na vida e talvez tenha sido uma das melhores escolhas do ano. Cortei meu cabelo. Curto. Sinto que agora posso dizer que me sinto eu mesma, mas acima de tudo: sinto que cresci.


POSTAGENS DO BEDA (BLOG EVERY DAY APRIL)



RESENHA: A Garota do Calendário (Fevereiro) - Audrey Carlan

04 abril 2017
A Garota do Calendário (Fevereiro)
Audrey Carlan
Editora: Verus
Ano: 2016
Páginas: 135
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Sinopse: Ela precisava de dinheiro. E nem sabia que gostava tanto de sexo. O fenômeno editorial do ano e best-seller do New York Times, USA Today e Wall Street Journal Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser... Em fevereiro, Mia vai passar o mês em Seattle com Alec Dubois, um excêntrico artista francês. No papel de musa, ela vai embarcar em uma jornada de descobertas sexuais e lições sobre o amor e a vida que permanecerão com ela para sempre.
 

REVIEW: The Edge Of 17 (Quase 18) com Hailee Steinfeld

03 abril 2017

The Edge Of Seventeen
Quase 18
Ano de lançamento: 2017
Elenco: Hailee Steinfeld
Classificação etária: +14 anos
Sinopse: Crescer não é nada fácil para alguns, como para Nadine, uma estudante que está enfrentando uma difícil situação desde que sua melhor amiga, Krista, está namorando com o seu irmão mais velho, Darian. Nadine se sente mais sozinha do que nunca, ao menos até começar uma amizade com um jovem atencioso.




RESENHA: Confusões de Um Viúvo - Rosane Fantin

02 abril 2017
Confusões de um Viúvo
Rosane Fantin
Editora: Planeta Azul
Ano: 2012
Páginas: 216
Sinopse: Em Confusões de Um Viúvo, encontramos Leonardo, um jovem arquiteto, viúvo há dois anos, e pai de duas lindas meninas. Ainda sofrendo com a saudade da esposa, a quem amava muito, tenta evitar o assédio de outras mulheres, pois acha que já tem problemas suficientes para lidar – o trabalho, os cuidados com as filhas, a sogra dominadora,amigos que tentam lhe arrumar um novo amor e a doença de sua mãe. Em meio a todo esse panorama vivido por Leonardo,surge a nova professora de balé de suas filhas, Bruna. E parece trazer consigo uma onda de azar a cada encontro com Leonardo. Mesmo assim, a atração entre eles é inevitável. As aventuras e desventuras de Leonardo acontecem nos belos cenários da cidade de Porto Alegre e da serra gaúcha.
*Livro cedido em parceria com a editora Planeta Azul
                        

RESENHA: A Menina Que Colecionava Borboletas - Bruna Vieira

01 abril 2017
A Menina Que Colecionava Borboletas
Bruna Vieira
Editora: Gutenberg
Ano: 2014
Páginas: 151
Sinopse: Bruna Vieira está cada vez mais longe dos quinze, e sabe que crescer nunca é tão simples. Considerada uma das blogueiras mais influentes do mundo, mais uma vez ela dá vazão ao seu talento como escritora com este seu novo livro de crônicas e pensamentos, em que mostra o quanto amadurecer e conquistar a independência é maravilhoso, mas tem seus desafios e poréns. A garota do interior que usa batom vermelho e que realizou seus maiores sonhos continua inspirando adolescentes de todo o país. Para ela, as páginas deste livro significam o bater de asas das borboletas que colecionou dentro do peito por algum tempo e que agora, finalmente, pode deixar que voem livres por aí.