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24 maio 2017

RESENHA: O Ar que Ele Respira (Elements #1) - Brittainy C. Cherry

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O Ar que Ele Respira
Brittainy C. Cherry
Editora: Record
Ano: 2016
Páginas: 308
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Sinopse: Como superar a dor de uma perda irreparável? Elizabeth está tentando seguir em frente. Depois da morte do marido e de ter passado um ano na casa da mãe, ela decide voltar a seu antigo lar e enfrentar as lembranças de seu casamento feliz com Steven. Porém, ao retornar à pequena Meadows Creek, ela se depara com um novo vizinho, Tristan Cole. Grosseiro, solitário, o olhar sempre agressivo e triste, ele parece fugir do passado. Mas Elizabeth logo descobre que, por trás do ser intratável, há um homem devastado pela morte das pessoas que mais amava. Elizabeth tenta se aproximar dele, mas Tristan tenta de todas as formas impedir que ela entre em sua vida. Em seu coração despedaçado parece não haver espaço para um novo começo. Ou talvez sim. 

       Fiquei impressionada com a rapidez que li esse livro. Ele é um dos três livros da minha meta de leitura do mês e entre eles, escolhi O Ar que Ele Respira pra comprar físico. Paguei caro por ele já que quanto maior a procura, maior o preço a ser pago. Comprei na livraria do shopping de perto de casa na segunda feira e ontem de noite eu já tinha acabado de ler. Não só merece 5 estrelas, como também meu coração.

22 maio 2017

REVIEW: Chronically Metropolitan com Shiloh Fernandez

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Foto: IMDb



Chronically Metropolitan
Ano de Lançamento: 2016
Elenco: Shiloh Fernandez e Ashley Benson
Classificação etária: +16 anos
Gênero: Drama
Sinopse: Fenton Dillane é um jovem escritor que passou algum tempo fora de casa. Certo dia e sem avisar, ele decide retornar ao seu lar em Nova Iorque com o objetivo de resolver alguns dos problemas e lembranças que continuam a complicar sua vida: os conflitos com sua família, o término com sua ex-namorada e algumas problemáticas de seus tempos de infância.






     Vou logo dizendo que me decepcionei real com Chronically Metropolitan. Eu apostei todas as minhas fichas na qualidade desse filme e fiquei me detestando em todos os minutos por estar perdendo tempo assistindo. Primeiramente decidi assistir exclusivamente por causa do meu ator favorito Shiloh Fernandez. Amo esse homem desde quando eu tinha 11 anos de idade e assisti A Garota da Capa Vermelha em Pay Per View na Sky. Fiz resenha aqui no blog também de outro filme recém de Shiloh, o Pássaro Branco na Nevasca que eu me decepcionei o filme todo, mas no final me surpreendi e acabei amando o plot twist. Mas em Chronically Metropolitan nem isso teve. 

19 maio 2017

RESENHA: Sob o Olhar Grego - Bella Crestan

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Sob o Olhar Grego
Bella Crestan
Editora: Autêntica Books
Ano: 2016
Páginas: 136
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Sinopse: Be é uma garota insegura que sonha ser escritora. Ela viaja à Grécia em busca de inspiração para seu livro e lá conhece Ed, um músico famoso que se torna um bom amigo e a faz enxergar o mundo com outros olhos. Quando finalmente se sente uma mulher mais confiante e decidida, algo inesperado acontece para confundir sua cabeça e trazer à tona sentimentos e frustrações que estavam escondidos em sua mente. Em meio a um conflito interno, Be vê no caos a chance de viver um grande amor.



       Já faz bastante tempo que to com o livro da Bella em mãos, mas adivinha quem não estava conseguindo organizar as leituras? Tive que acabar os que vieram primeiro do que Sob o Olhar Grego, mas finalmente chegou o momento! Confesso que achei de primeira a sinopse muito fofa e me interessei de cara pelo livro. É bem assim o estilo que eu me apaixono rápido: uma garota a procura de entender a si mesma e vai em uma aventura. Parece clichê? Ah, mas quem disse que clichê é ruim?

17 maio 2017

RESENHA: Menina Má - William March

8 comentários:
Foto: LiteraSutra

Menina Má
William March
Editora: Darkside Books
Ano: 1954 (edição especial de 2016 da Darkside)
Páginas: 272
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Sinopse: Rhoda, a pequena malvada do título, é uma linda garotinha de 8 anos de idade. Mas quem vê a carinha de anjo, não suspeita do que ela é capaz. Seria ela a responsável pela morte de um coleguinha da escola? A indiferença da menina faz com que sua mãe, Christine, comece a investigar sobre crimes e psicopatas. Aos poucos, Christine consegue desvendar segredos terríveis sobre sua filha, e sobre o seu próprio passado também.
 


Finalmente!!! Como demorei pra terminar esse livro. Não demorei taaanto assim não, vai. Demorei mais do que costumo em qualquer livro, isso é verdade. O negócio é que eu deveria ter postado a resenha de Menina Má na última sexta feira do mês de Abril, por causa do Clube do Livro. O mês era livro de terror e esse foi o único que eu pude encontrar na minha estante. Eu comprei Menina Má em Janeiro quando fiz a troca mais justa da minha vida: meu livro de História do EM pelo dinheiro que paguei por esse bendito livro. Comprei na livraria da minha cidade, e reconhecemos que livrarias assim exploram um pouco, então, por incrível que pareça, paguei 49,90 por esse livro. Definitivamente o livro mais caro que já comprei e quer saber? Valeu cada temer.

16 maio 2017

Está no ar a edição nº 23 da revista Conexão Literatura!

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     Pessoas do meu coração, creio que vocês não conheçam a revista Conexão Literária. Ela é virtual e reúne os assuntos mais interessantes possíveis sobre o maravilhoso mundo da Literatura e é bem ilustrada e simples de ler. O Próxima Primavera tem parceria com a revista e eu vim aqui contar um pouco pra vocês, depois de ter lido, o que esperar da revista, e, principalmente, dessa edição nº 23.

Eu confesso que não conhecia a história de Carolina de Jesus. Já tinha ouvido falar em algum lugar, mas se você me perguntasse quem era, eu não saberia dizer. Li a matéria sobre Carolina na revista e fiquei impressionada com o que encontrei. Carolina era uma catadora que morava na favela e sempre fora apaixonada pela escrita e leitura. Certa vez, começou a trabalhar como empregada em uma casa, e o patrão liberou a biblioteca. Foi esse empurrãozinho que Carolina precisava para conseguir escrever sua história e a de todos os batalhadores que enfrentam todos os dias a vida barra pesada das favelas do Brasil. 


     Além da matéria com Carolina, nessa edição da revista, por incrível que pareça, a resenha da vez é o livro que mais quero ler nesse momento, Diário de Uma Escrava, da Jô Mierling, pela DarkSide. Fui lendo a resenha e me apaixonando cada vez mais pelo livro, que eu já estou a ponto de comprar com um dinheiro inexistente, mas vamos na fé! 

15 maio 2017

Espelho, espelho meu #VOCÊNÃOESTÁSOZINHO

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Foto: Google Imagens

     Acordar e encarar a vida nem sempre é tão simples. E lá estava ele, meu primeiro obstáculo, o espelho, como era triste me olhar todos os dias e não me aceitar como eu era. Depois era a hora de colocar a farda, aquela calça preta que nunca ficava boa em mim, me sentia um balão inflável, então olhava para meu rosto e via as olheiras funda, mostrando o quão pouco eu tinha dormido noite passada, me olhava procurando onde eu estava e porque tinha me perdido assim. 

     Ahh, como aqueles minutos na frente do espelho me destruía e continuava a me perguntar por que não ser como as meninas da minha escola. O tempo foi passando e eu não conseguia me olhar no espelho. Me achava gorda, feia, mas eu nunca conseguia enxergar o que eu realmente era. E foi assim que passei a parar de comer e quando sentia fome comia bem pouco e vomitava tudo logo após. Ninguém percebia o que estava acontecendo comigo, me isolei e cada vez me encontrava mais sozinha e sem enxergar quem eu era, me perdia a cada dia e parecia que meu mundo estava se fechando contra mim. 

     E foi aí que as pessoas e a minha família começaram a notar que eu passava o dia todo sem comer e o quanto eu estava fraca. Minha mente me punia sempre que comia e depois eu ia correndo para o banheiro vomitar tudo, até que desenvolvi anemia. Passei a me sentir sonolenta, sem forças e muitas vezes ficava tonta, aí veio o primeiro desmaio na escola...aquele dia foi horrível lembro das pessoas em minha volta ao acordar, com cara de assustadas e se perguntavam o que estava acontecendo comigo e eu só queria chorar, porque eu sabia o que estava acontecendo.

13 maio 2017

REVIEW: Os Garotos da Minha Vida com Drew Barrymore

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Os Garotos da Minha Vida
Riding In Cars With Boys
Ano de lançamento: 2000
Elenco: Drew Barrymore e Steve Zahn
Classificação etária: +12 anos
Sinopse: Nos anos 60, Beverly D'Onofrio é uma garota que vive em uma cidade do interior dos Estados Unidos e sonha em chegar à universidade e tornar-se uma escritora. Porém, seus planos são subitamente interrompidos quando, aos 15 anos, ela fica grávida de Ray Murphy, um motoqueiro que conheceu há apenas poucas semanas. Com medo de que sua filha se tornasse mãe solteira, os pais de Beverly a obrigam a se casar com Ray e abandonar os estudos para cuidar da criança. Mas Beverly não desiste de seu sonho e, após enfrentar alguns erros e obstáculos, busca enfim realizá-lo.


      Faz bastante tempo que tenho esse filme na minha lista da Netflix e foi apenas um impulso que me fez ter coragem de vê-lo alguns dias atrás. Sou apaixonada pela Drew Barrymore e já apostava desde o começo do filme que ele seria um filmão, mesmo sendo de 2000. 


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Foto: Adoro Cinema
O filme conta a história de Bev, uma adolescente de 15 anos que tem um empecilho no meio de seus sonhos mais altos: uma gravidez na adolescência. No começo, confesso que fiquei um pouco confusa já que o filme vai retratando o passado de acordo com uma cena presente de uma Bev maravilhosa em um carro. São lembranças que nos fazem entender o porquê de Bev estar ali no carro. 

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Foto: Cultura Pop Show
As lembranças do filme são do ano de 1965, o que de fato dá uma pegada mais vintage a todo o enredo. A Beverly é uma adolescente normal dos anos 60 que gosta de curtir em festas com a melhor amiga, Fay, interpretada pela ilustre Brittany Murphy. É em uma festa que Bev conhece Ray, um educado badboy que foge um pouco do conceito do nome. É aí que Bev e Fay descobrem que aquela noite mudou a vida delas para sempre. Bev engravida e Fay logo descobre que também está esperando um bebê.

09 maio 2017

Botijões, entrevistas, gororobas e blog - MÊS 2

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A imagem do post de hoje é da Rory Gilmore, de Gilmore Girls, que é a maior inspiração da minha vida e me faz continuar sonhando em ser jornalista. Sim, senhores!

      Dando continuidade à coluna da faculdade, trago mais um post bem atualizado do meu segundo mês. Sim, é extremamente necessário contar pra vocês sobre essa fase de adaptação e eu sinceramente vou adorar ler isso tudo quando estiver terminando a faculdade. Pra quem não leu ainda o post do meu primeiro mês, vou resumir a situação. Mudei de cidade, de rotina e de vida pra estudar Comunicação Social na UFPE. Essa coluna é pra sair no dia 5 de cada mês, contando como foi o mês anterior. No caso, contei dia 5 de Abril como foi o mês de Março. E hoje (bem atrasada), conto como foi Abril. Maaas resolvi fazer um pouco diferente, vou contar bem no geral como foi o mês. Vamos lá e prepare-se pra rir das minhas desgraças.


  • Em casa: Segundo minhas anotações, quebrei DOIS botijões de água. Sim. Nunca mais chego perto de um botijão. Fiquei com trauma de ter pago 30 temers por causa de uma (duas) escorregada! Fiquei sem dinheiro. Lisinha. Foi péssimo e isso me fez começar a anotar tudo que eu gastava. Uma pena que só durou 2 dias essa ideia de anotar tudo. 
  • A cidade: Me senti inteiramente responsável por mim mesma. Não sei qual foi o motivo pelo qual eu escrevi isso no meu bloco de notas. Mas creio que algo deva ter acontecido e isso me fez sentir responsável. Juro que não lembro. Vou começar a anotar os motivos ao lado dos fatos pro próximo mês!! 
  • A faculdade: Peguei um ônibus sozinha e sem medo. Parei no ponto sozinha e sem medo. Peguei vários ônibus sozinha depois disso, já que virei uma pessoa oficialmente atrasada. Pelo menos venci o medo de pegar um ônibus sozinha! Fiz minha primeira prova e tirei nota boa. Ainda assim fiquei chateada por não ter tirado mais. Mereço um tapa. 
  • As aulas: Apresentei meu primeiro trabalho de faculdade, que foi uma entrevista com uma publicitária que trabalha na Jovem Pan da cidade e com uma blogueira, a Duda Leal do blogdadudaleal.com. Quem quiser ver o vídeo, está NO FIM DO POST. Estudei porque deveria, e não porque precisava. Consegui fazer um lead sem ter erros::: vitória do mês.

08 maio 2017

Checked. #VOCÊNÃOESTÁSOZINHO

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Mochila. Sapatos. Chaves. Carteira. Garrafinha de água. Checked. 13:00
Saio do quarto e fecho a porta forçando um pouco a pobre. Depois da última chuva, parece que ela estufou de um jeito que quase não fecha. Me olho no espelho e aproveito para dar uma última checagem.
Mochila. Sapatos. Chaves. Carteira. Garrafinha de água. Checked. 13:05
Vou até a cozinha e observo o ambiente. 
Torneira fechada. Geladeira fechada. Fogão desligado. Porta do quintal devidamente trancada. Checked.
Sorrio satisfeita e desligo as luzes. Passo voando pelo corredor imaginando se o ônibus passaria mais cedo e eu ficaria plantada naquele Sol de 70º graus. 13:08
Saio de casa e coloco a chave na fechadura. Giro. Giro. Giro. A chave não gira mais. Está trancada. Mexo e simulo uma invasão. A porta não abre de jeito nenhum. Sorrio e saio andando pelo meio da rua deserta. Mas será que eu não deixei o fogão ligado mesmo? Eu não tenho certeza se fiz isso quando terminei de esquentar minha lasanha de ontem. 
Dou meia volta para casa e coloco a chave na fechadura. Giro. Giro. Giro. Abriu. Entro e empurro a porta atrás de mim sem trancá-la. Saio correndo pelo meio da casa e ao chegar na cozinha presencio o mesmo cenário de 5 minutos atrás plenamente deserto. 
Torneira fechada. Geladeira fechada. Fogão desligado. Porta do quintal devidamente trancada. Checked.
Aff. Desliguei as luzes e enquanto passei pelo espelho prendi a respiração. Não preciso checar novamente. NÃO ESTOU ESQUECENDO NADA!
Ergo a cabeça e saio de casa. Coloco a chave na fechadura. Giro. Giro. Giro. Trancou. Certeza? Giro a maçaneta sem a chave na fechadura e a porta não abre. 
Guardo a chave no bolso direito e puxo o celular do bolso. 13:14. MERDA!

04 maio 2017

Nova parceria com a autora Taynara Lima

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     Vim aqui hoje anunciar uma parceria com a autora Taynara Lima! Ela é a escritora do livro "Alguém Como Você" e eu fiquei bastante feliz por ter conseguido essa parceria. Estou bem ansiosa para ler o livro e espero em breve contar tudo pra vocês.

Jesse Blake é Jornalista, formado pela British Columbia University, uma das universidades mais respeitadas e prestigiadas do Canadá. Antigo aluno da faculdade, depois de passar pelos mais respeitados jornais do país, ele resolve realizar um antigo sonho: dar aulas. Nathalí Lavinski é brasileira e juntou dois sonhos e realizou de uma vez. De uma família humilde, ela trabalhou e estudou muito para conquistar a bolsa de estudos na British Columbia University e conseguir cursar Jornalismo.Mas o senhor Blake é uma pedra no sapato de Nathalí, as aulas de Jornalismo Investigativo são as piores possíveis. Durante uma das aulas, Blake faz um convite inesperado e chama Nathalí para ser sua assistente.Um escândalo envolvendo estupros em uma Universidade vizinha é o estopim para que eles comecem a investigar. Mas a pergunta que não quer calar é: será que esses dois conseguem trabalhar juntos?

 



Sobre a autora


Taynara Lima é carioca, tem 23 anos e o seu interesse pela leitura veio por influência da mãe. Escreveu a primeira história em 2009, uma fanfic — que na época chamava-se web novela — do cantor Jesse McCartney. Depois disso, escreveu diversas histórias não terminadas. Foi somente em 2015 que começou a publicar Alguém Como Você na plataforma Wattpad e conquistou diversos leitores. 





03 maio 2017

REVIEW: O Garoto da Casa ao Lado com Jennifer Lopez

9 comentários:
Foto: Adoro Cinema
O Garoto da Casa ao Lado
The Boy Next Door
Ano de lançamento: 2015
Elenco: Jennifer Lopez e Ryan Guzman
Classificação etária: +16 anos
Sinopse: Após ser traída pelo marido, a professora Claire Peterson está em vias de se divorciar. Ela vive sozinha com o filho adolescente, até perceber que um jovem acaba de se mudar para a casa ao lado. O sedutor Noah Sandborn rapidamente oferece ajuda nas tarefas da casa e se torna o melhor amigo do filho de Claire. Aos poucos, o vizinho passa a seduzi-la, levando a uma noite de amor entre os dois. No dia seguinte, a professora está decidida que tudo foi apenas um erro, mas Noah não pretende abandoná-la tão cedo. (Adoro Cinema)




      Confesso que desde que esse filme foi lançado fiquei louca pra assistir. Uma loucura aceitável já que todos falavam da polêmica envolvendo a Jennifer Lopez em um filme que sua personagem ficaria com um garoto mais de 20 anos mais novo. E foi justamente isso que pensei enquanto assistia o começo do filme. Entre meio assustada e estranhando tudo estar acontecendo tão rápido, fiquei os dois.

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Foto: Adoro Cinema
O filme conta a vida destroçada de Claire Peterson, uma mulher recém divorciada do marido por motivos de traição. Ela mora com seu filho adolescente e tenta esquecer seu ex marido e resistir aos seus pedidos de desculpas. Enquanto isso, um garoto se muda para a casa ao lado da sua para morar com seu avô e logo se aproxima do filho de Claire e tenta mostrar que tem interesse nela. É em uma noite solitária que Claire, bêbada, transa com Noah, o garoto da casa ao lado. Quando Claire pensa que pode esquecer a noite e fingir que nada aconteceu, Noah se mostra mais anormal do que já parecia.

02 maio 2017

O que eu quero ler em... Maio?

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              Resolvi começar essa coluninha (nem é coluna, mas deixa eu falar assim) contando um pouco sobre alguns livros que vou ler no mês que está começando e minhas expectativas. Todos esses livros que irei citar na coluna são da minha Meta de Leitura então programei ler 3 dessa lista por mês. Acho legal isso porque eu mesma posso fazer o antes e depois e sempre vou linkar nas resenhas do mês esse post indicando onde você pode ler o que eu achava do livro antes de lê-lo. Não sei se já vi esse formato em algum lugar, apenas pensei que eu sou a louca de mudar de opinião - quem me acompanha há um tempo sabe. E eu adoro ver o quanto nossa opinião muda em questão de páginas (trocadilho massa hein). Então vamos lá!

1. Menina Má 


Esse livro conta a história de Rhoda, uma menininha que desde pequena deu sinais de que era diferente das crianças de sua idade. Ela sempre foi muito fria e calculista e tinha respostas meio estranhas. O livro foi escrito na década de 50, então a parte psicopata envolvendo crianças - que são vistas como delicadas - foi bem chocante na época.

Não quero dar spoilers da resenha do livro, já que já estou lendo, mas quero deixar aqui registrada a lentidão que William March conta essa história. Ele fala da vizinha, do irmão da vizinha, de coisas que pra mim são totalmente desnecessárias e atrasam minha leitura. Porém, espero que nas próximas páginas eu possa realmente conhecer a Rhoda. Já assisti muitos documentários sobre crianças assim com esse jeito psicopata e eu devo ser meio louca, mas gosto de pesquisar sobre o assunto. Falo mais sobre na resenha, que eu espero que saia em breve.



2. Sonata em Punk Rock - Babi Dewet

Foto: Grupo Autêntica
  
Nesse livro, Valentina sonha em estudar música e conseguir viver da música e pela música. Rockeira assumida, ela consegue entrar no melhor Conservatório de Música do país e lá tem que encarar suas inseguranças e seu amor x ódio com a música clássica.

Bem, desde que li Um Ano Inesquecível, um romance conjunto da Thalita Rebouças, Bruna Vieira, Paula Pimenta e Babi Dewet, me apaixonei pela escrita dela. Seu conto foi o meu favorito e creio que a parte musical estampada nele fez minha paixão ser maior ainda. Lembro que assim que ouvi falar de Sonata em Punk Rock, adicionei no Skoob e finalmente quero começar a ler com esperanças de que seja tão mágico quanto o conto da Babi em Um Ano Inesquecível.



3.  O Ar que Ele Respira - Brittainy C. Cherry

Foto: Saraiva
Como superar a dor de uma perda irreparável? Elizabeth está tentando seguir em frente. Depois da morte do marido e de ter passado um ano na casa da mãe, ela decide voltar a seu antigo lar e enfrentar as lembranças de seu casamento feliz com Steven. Porém, ao retornar à pequena Meadows Creek, ela se depara com um novo vizinho, Tristan Cole. Grosseiro, solitário, o olhar sempre agressivo e triste, ele parece fugir do passado. (Saraiva)

GENTE! Esse com certeza é o livro gold da minha Meta de Leitura. Todo mês teremos o livro gold, aquele que eu vou sair perambulando pelas livrarias pra encontrá-lo. Quero ler físico e quanto mais vejo resenhas ou vejo o desespero de alguém falando o quanto esse livro é bom (oi, Manu), fico mais louca pra ler. Então minhas expectativas estão na exosfera para essa leitura!

Expectativas à parte, esses são os livros da minha Meta de Leitura do Skoob que estarei lendo nesse mês de Maio. Se só vou ler esses livros em Maio? Gente, claro que não! Esse mês vai ter bastante resenha de gêneros variados e eu estou beeem animada. 

01 maio 2017

Eu ainda choro #VOCÊNÃOESTÁSOZINHO

3 comentários:

   São 11h da manhã. O alarme do celular toca sem parar. Será que se eu fingir que o despertador não tocou eu poderei faltar a aula hoje? Inferno. Tem prova, eu não posso deixar de ir. Levanto, vou ao banheiro, tomo banho, escovo os dentes, coloco minha roupa, solto minhas tranças do coque em que estavam, calço meu tênis e me olho no espelho do banheiro. Ok, é isso que temos para hoje, talvez se eu passar um batom...pego um gloss e passo, me sinto bonita hoje. Pego um lenço e coloco no cabelo, agarro a minha mochila e corro para cozinha. Eu sempre saio depois dos meus pais e chego antes deles, então eles não estão aqui mais. Faz um mês que estudo nesse colégio, é válido salientar que eu odeio esse lugar. Sempre amei estudar, sou a típica nerd em tempo integral, mas estar numa escola, nem sempre é tão divertido. No caminho eu só penso no quanto eu queria voltar para casa me enrolar na coberta e ficar por lá por tempo indeterminado lendo algum livro ou fazendo algo que não inclua lidar com outros adolescentes. Mas eu preciso ir, não posso perder a primeira prova. Pego uma banana no balcão e saio de casa.

   São 15h da tarde. Eu estou trancada numa cabine do banheiro escolar chorando fazem 15 minutos, eu queria sair, correr, contar para alguém, mas depois vai ser pior. Eu já falei com a professora uma vez e tudo que ela disse foi "faz parte, é fase, daqui um tempo todos vão querer ficar perto de você", será que ela não entende que isso não vai acontecer, e pior SE for, eu não quero ter que esperar a boa vontade deles? Eu comecei a estudar aqui faz UM MÊS, apenas UM MÊS e eu sempre termino o dia chorando desde então. Tudo que eu quero é sentar na minha cadeira, ter a minha aula tranquila e ir para casa. Tudo que eu fiz foi chegar na sala e sentar na mesma cadeira de sempre, encostada na parede na terceira cadeira da fileira, nem muito na frente, nem muito atrás. Na terceira aula, perto do intervalo, eu ouvi risadas, olhares em minha direção, mas não virei o rosto para saber o que era, não era a primeira vez que riam de mim por aqui. 
   O sinal tocou alertando o horário de lanche, eu esperei todos saírem, inclusive a professora, mas um grupinho de meninas e meninos do fundo ficaram lá me olhando, então peguei meu lanche na mochila e fui levantar para sair quando senti minha cabeça voltando com muita força para baixo. MAS QUE MERDA?! meu cabelo estava amarrado na cadeira. Mas com muitos nós, eram muitos fios das minhas tranças presas. O grupinho do fundo começou a rir alto, e bater as mãos umas nas outras, e se preparam para sair. O que eu iria fazer? Deixar eles irem e me deixar presa aqui? Perguntar porque fizeram isso? Esperar até o próximo professor entrar na sala? Uma das meninas veio para cadeira do lado pegar o lanche dela enquanto eu prendia as lágrimas que queria descer. "Natalia, você pode me ajudar a me soltar?" "Oi? Ah, claro" eu suspirei de alívio e vi que os outros que estavam na sala olhavam para ela com cara de interrogação. Foi então que ela riu e eu senti que não seria a ajuda que eu precisava. Ela tirou uma tesoura da mochila e cortou um grupo de tranças "NÃO, NÃO É PRA CORTAR!" "Acredite, estou te fazendo um favor, você não fica bem com ela, tentando ficar bonita, não está funcionando" a primeira lágrima desceu. "Começando pelo fato de você ter o cabelo muito duro, não sei se é pior com as tranças ou sem" a terceira e a segunda também desceram. "Eu não deveria dizer isso...mas talvez se tivesse a pele mais clara..." enquanto isso ela terminava de cortar as tranças na altura no meu pescoço. Então ela saiu da sala e eu corri para o banheiro onde estou há algum tempo. 

29 abril 2017

RESENHA: Tinderela - R. M. Cordeiro

4 comentários:
Foto: R. M. Cordeiro


Tinderela: A Procura do Amor na Era Digital
R. M. Cordeiro
Editora: Independente
Ano: 2016
Páginas: 45
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Sinopse: Rafaela é uma jovem enfermeira, solteira e tímida, com pouco tempo para sair e conhecer pessoas. A chegada do Tinder, aplicativo que tem como intuito promover encontros entre pessoas que moram próximas e tem interesses em comum, promete mudar seu status de relacionamento.


*E-book cedido em parceria com a autora.

         Se você lê muitos blogs literários ou até mesmo possuiu um, acho meio difícil você nunca ter ouvido falar de Tinderela, o conto da R. M. Cordeiro. Quando surgiu a possibilidade de ser parceira dessa autora maravilhosa, não pude e nem consegui deixá-la passar. Lembro que o título do livro me chamava muita atenção já que o Tinder é mundialmente conhecido... Eu só não sabia que ia me identificar um pouco com a Rafaela.

       Tinderela conta a história de Rafaela, que estava solteira há algum tempo e resolveu dar uma chance ao tão falado aplicativo de relacionamentos: Tinder. Ela esperava que aquela ferramente a ajudasse a realmente filtrar os interesses em comum dos caras e fazer dar certo. Seria sua saída do mundo da solteirice?

26 abril 2017

REVIEW: Racing Hearts com Jamie Dornan

12 comentários:
Racing Hearts ou Flying Home
Voando Para Casa
Ano de lançamento: 2014
Elenco: Jamie Dornan e Charlotte De Bruyne
Classificação etária: Livre
Sinopse: Colin é um jovem americano workaholic. Um Sheik árabe pode vir a ser o seu maior e mais lucrativo cliente. O Sheik é um apreciado de pombos e faz um trato com Colin: se o jovem conseguir a ave campeã, que é de Jos Pawels, assinará o contrato. Colin vai até Pawels, um idoso tradicional, que não liga muito para dinheiro. O americano se apaixona pela neta de Jos Pauwels e uma questão vem a tona: o que é realmente importante na vida?




       Depois de séculos com Racing Hearts na minha lista da Netflix, em um momento de tédio extremo no último feriado, resolvi que finalmente assistiria para ver se Jamie Dornan realmente sabe o que está fazendo nessa vida. Sim, mas é claro que só quis assistir por causa dele já que a sinopse não chamou minha atenção!

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        Primeiramente esqueça o que você tem na sua mente sobre Jamie Dornan, a estrela de Cinquenta Tons de Cinza. Em Racing Hearts ele está totalmente irreconhecível. Talvez eu tenha achado isso pelo fato de nunca ter visto o cara fora do enredo de 50 Tons, mas em RC, ele interpreta o Colin, um CEO que é justamente o contrário do Christian Grey.

        Colin trabalha para uma empresa que precisa de uma parceria com um Sheike árabe em caso de vida ou morte. O cara era riquíssimo e o objetivo de Colin era encontrar esse homem aonde quer que fosse. Vida boa essa de pegar um avião com destino ao local onde o próximo investidor mora para convencê-lo e depois cair dinheiro na empresa né? Bem, não exatamente. O tal Shaike árabe é um cara meio estranho que tem uma paixão estranha por pássaros e sonha em participar de um torneio famoso de corrida de pombos. Mas tem um grande problema que ameaça seu sonho: o tal pombo ideal para ganhar a corrida estava na Bélgica e o Shaike estava disposto a aceitar o contrato com a empresa de Colin caso o mesmo conseguisse o pássaro pra ele. Moleza? Colin mais uma vez pega um avião, desta vez para Bélgica, para ter sucesso no seu trabalho e ganhar cada vez mais. Mas como ele faria o dono do tal pombo vender o seu querido animalzinho?

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24 abril 2017

RESENHA: A Garota do Calendário (Março) - Audrey Carlan

10 comentários:
Foto: Estante da Suh
A Garota do Calendário (Março)
Audrey Carlan
Editora: Verus
Ano: 2016
Páginas: 144
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Sinopse: Mia Saunders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando a vida de seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter o seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos era assim que deveria ser... Mia vai passar o mês de março em Chicago com o empresário Anthony Fasano, que a contrata para fingir ser noiva dele. A princípio Mia não entende por que um homem tão lindo e másculo precisa de uma falsa noiva.

 

         Vamos para a resenha do terceiro livro da coleção A Garota do Calendário. Eu não estava tão animada para começar o mês de Março, pois não gostei muito de Fevereiro. Na resenha de Fevereiro, expliquei minha decepção com o acompanhante da vez, mas reconheci a importância de Mia conhecer esse home, pois ele a ensinou a se amar antes que pudesse amar qualquer outra pessoa. Em Março, Mia continuou nessa jornada e nesse mês me conquistou ainda mais. 

          Para quem ainda não sabe a história da coleção e não leu as outras duas resenhas, explico rapidamente a situação. Mia Saunders precisa trabalhar como acompanhante (não prostituta, ACOMPANHANTE EM EVENTOS) para caros ricos que precisam por algum motivo de companhia em algum evento ou para enganar a mídia. Só o simples fato de ser acompanhante já rende milhares de dólares por mês para Mia, que precisa desse dinheiro para pagar a dívida que seu pai tem com seu ex-namorado, um agiota. Então, Mia trabalha na agência de acompanhantes da sua tia e por um ano precisa arrecadar o dinheiro para pagar ao ex, e a cada mês, é um cara diferente. 


22 abril 2017

REVIEW: Girlboss, a nova série da Netflix!

37 comentários:
Foto: Netflix


Girlboss
Netflix (2017)
Temporadas: 1 com 13 episódios (estreia da Netflix)
Média de tempo: +- 25 minutos cada episódio
Elenco: Britt Robertson e Johnny Simmons
Sinopse: Baseado na trajetória de Sophia Amoruso, uma jovem batalhadora que começou a vida vendendo roupas antigas no eBay e hoje, aos 27 anos, tem uma marca multimilionária baseada em Los Angeles.

 






                  Isso mesmo. A série estreou ontem e eu já vim aqui contar pra vocês o que achei dessa adaptação do livro #GIRLBOSS da Sophia Amoruso. Bem, devo dizer logo que não li o livro. Ele está na minha lista desde séculos atrás, mas não leio simplesmente porque ainda não o encontrei nas minhas idas à livraria e eu só leio se for meu e estiver em minhas mãos. As vezes tenho essa frescurinha com livros que eu quero muito ler. Então resolvi pegar o embalo e assistir os 13 episódios da adaptação da Netflix.

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Foto: Netflix

         Girlboss conta a trajetória real da CEO Sophia Amoruso, que começou sua carreira do NADA. A série mostra a personalidade forte de Sophia, que sempre soube que seu lugar não era ser empregada por empresas fajutas ou ser recepcionista. Ela sempre teve um sexto sentido para moda vintage à lá estilo brechó. Sabe aquele olhar que você vê uma blusinha e já imagina adaptações e combinações com ela? Sophia conseguiu investir no que sempre soube que era uma essência sua. Ela passou por uns maus bocados sem um centavo no bolso, mexendo com lixo e roubando. Depois disso tudo ela deu o primeiro passo que mudou sua vida. Colocou um achado (um casaco - o da foto abaixo) à venda no eBay e conseguiu BASTANTE dinheiro pela peça que adquiriu por $9 em um brechó. É aí que ela cria o Nasty Gal, uma lojinha de peças vintage achadas.

20 abril 2017

RESENHA: A Menina dos Olhos Molhados - Marina Carvalho

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A Menina dos Olhos Molhados
Marina Carvalho
Editora: Globo Alt
Ano: 2016
Páginas: 296
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Sinopse: Bernardo é jornalista por vocação: curioso, comprometido e muito bom com as palavras. Trabalha há anos em um importante jornal da cidade e suas matérias investigativas são sempre elogiadas. Ele só tem uma limitação... Odeia trabalhar em equipe. Há alguns anos, Bernardo sofreu com uma grande decepção amorosa, o que contribuiu para o seu jeito fechado e antipático. Por isso a incumbência de levar Rafaela – a nova estagiária do jornal – para todos os lugares é como o inferno para ele. Bernardo não perde nenhuma oportunidade de evitá-la, mas Rafa, além de ser uma jornalista extremamente talentosa, não engole desaforo. Com o passar dos dias, Bernardo percebe que não conseguirá seguir seu plano de ignorar a estagiária, muito menos todos os sentimentos que ela desperta nele. Entre reportagens intrigantes e perigosas, eles vão descobrir que têm muito mais em comum do que a imensa paixão pelo jornalismo...


18 abril 2017

Sorria, estranho. Sorria estranho. - 12 cartas em 12 meses

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Olá, estranho.


Minha mãe sempre disse que eu não falasse com estranhos. Nunca. Eu até vejo o lado dela, mas também vejo o meu lado que todas as pessoas são estranhas antes de conhecermos. Não sei sobre você. Não sei se você estuda, trabalha, divaga pelo mundo. Gostaria de saber. Gostaria de saber se você está lendo essa carta com desprezo ou com animação por ver que existe alguém nesse mundo que ainda se interessa por cartas e pela escrita. Espero que a última opção. Não tenho muito o que escrever por aqui, mas desejo muito que o que quer que você esteja passando de ruim consiga melhorar em breve. Por que digo isso? Bem, acredito que cada um tem seus demônios e eu luto para que os meus não tomem proporções gigantes e acabem tirando minha essência. Aquela que faz eu ser eu. Você tem sua essência, você tem seus demônios. Lute. Mas também ajude para que outras pessoas possam fazer o mesmo, como eu faço agora. Saiba que os menores gestos também contribuem para um sorriso no rosto. Às vezes, até mesmo um sorriso para um estranho como você, faz o dia de alguém. Não acredita? Bem, hoje vim pra casa bem mal e desgastada de uma prova que fiz na faculdade e na saída do ônibus, já no meu ponto, um moço deixou que eu descesse primeiro e sorriu. Simples assim. Sorri de volta agradecendo sua simpatia e educação - que sinceramente não era preciso. Pra ilustrar o que eu digo, cito uma imagem que uma recém amiga acabou de postar no Stories do Whatsapp. A imagem diz: "Morar sozinho em outra cidade é uma tarefa complicada. A geladeira está cheia de comida estragada. A cidade está cheia de gente desconhecida. E o coração cheio de saudade." E é bem assim, estranho. Você morando sozinho, ou não. A cidade está cheia de gente desconhecida. Cada uma com suas histórias, seus amores, suas saudades, seus demônios e seu sorrisos guardados. Não guarde o seu. O seu ônibus já deve ter chegado a esse ponto, e se você ainda está lendo isso aqui é certamente porque ficou curioso para saber o que uma pessoa estranha teria a lhe dizer. Bem, era somente isso. Queria poder saber pelo menos seu nome, mas deixei essa carta no banco antes que pudesse ver alguém se aproximando justamente para evitar fantasiar uma amizade com você. Eu amo fazer amizades. Aposto que seria sua amiga facilmente, e se você me magoasse, eu talvez só iria perceber quando a ferida doesse. E quando isso acontecesse... Bem, eu iria tentar ver o seu lado mesmo se você estivesse errado. Eu sempre faço isso com as pessoas. Talvez esse seja meu defeito... Ou seria qualidade? Acho que não... Enfim, cuidado para não perder o seu ponto! Não quero te atrapalhar. Queria apenas que se sentisse um pouco querido e que esboçasse um sorriso. Ainda não fez isso? Que tal fazer agora?

Um grande abraço de alguém tão estranho quanto você.


P.S: A carta foi deixada no banco em um ponto de ônibus. 
P.S 2: Estranho está em masculino, mas foi apenas o jeito que escrevi. Quis dizer qualquer estranho ou estranha, pessoa em geral.


Projeto 12 cartas em 12 meses:

Janeiro: Uma carta para você no passado, há dez anos atrás. 
Fevereiro: Uma carta para um personagem fictício.
Março: Uma carta de agradecimento.
Abril: Uma carta para um desconhecido.
Maio: Uma carta para nunca ser enviada.
Junho: Uma carta para a infância.
Julho: Uma carta de revolução.
Agosto: Uma carta ao seu reflexo no espelho.
Setembro: Uma carta aos seus sonhos.
Outubro: Uma carta para seu melhor amigo(a).
Novembro: Uma carta de perdão.
Dezembro: Uma carta de despedida.

16 abril 2017

RESENHA: Para Educar Crianças Feministas - Chimamanda Ngozi Adichie

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Para Educar Crianças Feministas
Chimamanda Ngozi Adichie
Editora: Companhia das Letras
Ano: 2017
Páginas: 96
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Sinopse: Após o enorme sucesso de Sejamos todos feministas, Chimamanda Ngozi Adichie retoma o tema da igualdade de gêneros neste manifesto com quinze sugestões de como criar filhos dentro de uma perspectiva feminista. Escrito no formato de uma carta da autora a uma amiga que acaba de se tornar mãe de uma menina, Para educar crianças feministas traz conselhos simples e precisos de como oferecer uma formação igualitária a todas as crianças, o que se inicia pela justa distribuição de tarefas entre pais e mães. E é por isso que este breve manifesto pode ser lido igualmente por homens e mulheres, pais de meninas e meninos. Partindo de sua experiência pessoal para mostrar o longo caminho que ainda temos a percorrer, Adichie oferece uma leitura essencial para quem deseja preparar seus filhos para o mundo contemporâneo e contribuir para uma sociedade mais justa.

 

14 abril 2017

REVIEW: The Fosters na Netflix

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The Fosters
Freeform (2013- atualmente)
Temporadas: 4 (5ª temporada dia 11/07)
Média de tempo: +- 45 minutos cada episódio
Elenco: Maia Mitchell e Jake T. Austin
Sinopse: A série narra a história de uma família formada por duas mães. Stef, uma policial que foi casada com seu colega de trabalho Mike e com quem teve um filho, Brandon. Agora divorciada, ela vive com Lena, uma vice-diretora de uma escola. Juntas, elas resolvem criar filhos adotivos, além de Brandon. São eles Jesus e Marianna, irmãos gêmeos que foram abandonados pela mãe. Até que Lena esbarra com Callie, uma adolescente problemática, e ela resolve acolher a menina. Callie provoca problemas de relacionamentos, e só se preocupa em resgatar seu irmão de sangue de 13 anos Jude que também vive em um lar adotivo e sofre maus tratos.
 

10 abril 2017

Sono + sono, aula de Moda ou Comunicação? e Capítulo 2 pra aula de História da Mídia #3

2 comentários:


04:20 A.M: Meu celular toca em um volume absurdamente alto e eu me estico para desligar o alarme de qualquer jeito. Aproveito que já estou esticada e puxo meu óculos da escrivaninha e os coloco no rosto. Posso enxergar a janela coberta por minha cortina verde que tanto amo. Nenhuma claridade transparece pelo tecido. Me levanto pestanejando e pego minhas duas mochilas e as levo rumo à sala.

05:20 A.M: O Sol está nascendo e as cores do Céu são diferentes, mas eu nem estou prestando atenção. Bolsa. Carteira. Livros. Carregador. Fone. Chaves. Eu repito mentalmente como uma louca ansiosa. Eu tenho certeza de que esqueço algo. O motorista entra na van e dá partida. Fecho meus olhos desejando que eu não enjoe dessa vez. Chega né, Clarissa!

06:20 A.M: A van para mais uma vez para a subida de um outro passageiro. Pela milésima vez abro meus olhos e percebo que faltava pouco para chegar ao meu destino. Percebo que quanto mais eu tento manter meus olhos abertos, mais eles tentam se fechar. Parece que há tijolos em cada um dos meus olhos que me forçam a me manter dormindo. Me abaixo e pego a garrafa de água na minha bolsa. A freada da van me faz quase derrubar o celular no chão. 

07:20 A.M: Minha bolsa quase cai no chão e eu a coloco novamente nos meus ombros. Não sei que ideia eu tenha de colocar duas mochilas nos ombros e andar até chegar em casa. Meus pés doem e eu preciso me manter prestando atenção nas ruas já que eu preciso decorar de uma vez por todas o caminho de casa. Ao mesmo tempo, eu, V e B tentamos nos manter acordados e vivos enquanto atravessamos a Avenida. 

08:20 A.M: Viro mais uma página das xérox do capítulo um de Uma História Social da Mídia e tento pela milésima vez escrever algo que preste na página em branco do Word. Nas outras abas, o Google está aberto com os resultados da pesquisa "Gutenberg" e o Youtube pausado no documentário sobre Gutenberg. Tento começar a falar desse homem que três semanas atrás era só o nome de uma editora pra mim. Vejo um objeto andar no chão ao meu lado e grito ao ver que é a 7283728947º barata encontrada nessa casa. Pego meu chinelo mais próximo e miro na coitada. Sinto muito, barata 7283728947.

09:20 A.M: O alarme do meu celular toca pela segunda vez no dia. Nem preciso abrir os olhos, apenas aperto em qualquer botão e ele me deixa em paz. Tento pegar no sono novamente, mas os barulhos da casa de cima só me fazem lembrar de que eu tenho que fazer meu almoço e que ele não vai se fazer sozinho. Levanto e vou até a geladeira procurando alguma barata pelo chão da casa. Não encontro. Abro a geladeira e percebo que o feijão ainda está no congelador. Ele nunca vai descongelar até a hora do meu almoço. Mesmo assim deixo do lado de fora. 

10:20 A.M: Meus olhos tentam se fechar novamente enquanto eu leio O Duque e Eu e reflito no quanto essa resenha está (ainda está) atrasada. Tento ler mais algumas páginas e desisto. Puxo o lençol e fecho os olhos novamente. 

11:20 A.M: Abro meus olhos sem me situar e demoro alguns segundos para sentir minha barriga pedindo comida. Recupero a consciência. Almoço! Comida! Faculdade! Atrasada! Corro para a cozinha e encontro uma nova barata morta na despensa. Oi, barata 7283728948! Abro a vasilha do feijão e encaro o gelo que nem poderia ser chamado de feijão. Jogo no congelador - aonde ele pertencia. Encaro a luz acesa da geladeira e me pergunto o que irei comer. Vou ao armário e puxo dois Cup Noodles. Frango ou carne de churrasco?

12:20 P.M: Sopro impaciente o miojo do meu garfo. Será que dá tempo? Eu atrasaria e M. me mataria. Coloco a garfada na boca mesmo quente e quase morro com a dor na língua. Acabo de qualquer jeito e jogo o pote no lixo. Ouço um barulho de chaves. E chegou. Ela me pergunta o que eu comi. Peço que ela veja o pote no lixo. Ela reclama comigo, pois segundo ela preciso me alimentar direito. Eu sei, E. 

13:20 P.M: Tenho certeza que M vai me matar porque estou atrasada de novo. Chego na esquina da Avenida. Ela acena loucamente pra mim. Tento ler os lábios dela... Obus.. Ônibus! Saio correndo atravessando na frente dos carros nas duas vias da Avenida enquanto abro minha bolsa e procuro meu cartão do ônibus. Conseguimos. "Eu ia te deixar dessa vez, visse", M diz.

14:20 P.M: O que ela está falando afinal? Mexo minha perna com impaciência. A professora passa o slide e um lindo esquema aparece no quadro. Droga, como eu vou desenhar isso? Tento focar toda a minha atenção no que parece ser uma flor no quadro com várias setas falando sobre algo que não sei se é Moda ou Comunicação. Olho para T e vejo que ela também copia o esquema da flor. Me concentro apenas na flor em meu caderno e até procuro marcadores coloridos para pintar. Aula interessantíssima.

15:20 P.M: O miojo no meu estômago pede arrego. Olho para meu celular estrategicamente carregando no meio da aula e vejo que eu passaria mal se não ingerisse algo. Pego minha garrafa. Droga! Acabou. E F disse que não tem água em toda UFPE. Rezei para que alguém perguntasse a professora se teria intervalo. 

16:20 P.M: Saboreio minha pizza de R$ 3,50 enquanto a professora tenta colocar um filme de índios ou algo assim. Pensei que ela estivesse falando de Moda. Ou foi Comunicação? Abri meu ketchup e enchi na pizza não ligando para os olhares das pessoas. Quanto tempo falta para ir embora?

17:20 P.M: "Agora é cada um por si". Um calouro que não vejo o rosto gritou. O ônibus dobra e vem em nossa direção. Posiciono o cartão em minhas mãos pronto para passar na catraca o mais rápido possível. A vem ao meu lado e elogia meu cabelo (muita gente falou que gostou do meu cabelo curto hoje). Agradeço. "Eu disse que ia mudar!", respondo. Subo no ônibus e não tem lugar para sentar. Mais uma vez fico me segurando nas coisas enquanto converso com G.

18:20 P.M: E me pergunta se ela tem O Menino do Pijama Listrado e eu respondo que não sei. Como eu vou saber? Ela está bem animada com a descoberta do Skoob. Também fiquei assim quando descobri essa rede social maravilhosa. O que eu fiz de 7:20 da manhã mesmo? Escrevo e escrevo. Calculo mentalmente o tempo que eu ainda passaria escrevendo o post. Pergunto a E se ela vai estudar até tarde hoje. Ela responde que sim. Eu também.



300 coisas sobre a qual escrever

09 abril 2017

"13 Reasons Why" NÃO é modinha!

13 comentários:
"Você não pode voltar a como as coisas eram. Como você achava que eram. Tudo que você tem... é o agora."

 Não farei review da série ou algo do tipo. Se fosse qualquer outra eu faria questão de vir aqui falando sobre ela e indicando pra vocês como sempre faço com uma série nova que assisto. Vi TANTAS reviews de 13 Reasons Why ultimamente que percebo que a série realmente viralizou total. Percebi que 5 entre 10 adolescentes já devem ter assistido a série, a outra metade se recusa com a desculpa mais esfarrapada que existe. 

"13 Reasons Why virou modinha!" 

O que é modinha? Vamos pensar sobre coisas que são modinha. Seriam coisas que viralizam, certo? Como fazer vídeos para o Youtube sobre Amoeba ou misturando ingredientes e experimentando a gororoba no fim. Isso é modinha. Isso não tem um propósito. 

Uma série que, de certa forma, luta e mostra de forma acessível como palavras, atitudes e sentimentos que podem machucar alguém, não é modinha. Há muito tempo isso acontece foi preciso que algo assim explodisse. Os assuntos como suicídio, bullying/cyberbullying, estupro, agressões, ainda são tabu na nossa sociedade. Vocês não percebem isso? Quantas vezes um filme sobre combate ao bullying passa na Sessão da Tarde? Quantas vezes por ano vemos projetos contra essas atrocidades viralizarem pelo mundo? 
Eu nunca vi. 
Eu nunca vi algo tão forte que mobilizasse tantas pessoas. Creio que os produtores da série perceberam o tumulto que causariam quando a lançassem. O intuito de uma série de TV normalmente é distrair e divertir o espectador. Mas por que essa ferramenta não havia sido usada antes para conscientizar pessoas? Foi.
Um dos posts mais vistos, lidos e comentados do blog é sobre um filme chamado A Girl Like Her em que eu relacionei ao Setembro Amarelo, o mês de combate ao suicídio. Sou suspeita pra falar que muita gente me falou que se conscientizou só com meu post e foi correndo assistir o filme e levou um tapa na cara. Aconteceu isso comigo. A Girl Like Her é uma versão mais leve de 13 Reasons Why, só que a menina grava todas as coisas que acontecem com ela. É pesado, é triste e é esclarecedor. 
Quando assisti ao filme e escrevi o post, quis que o máximo de pessoas possíveis tivesse a oportunidade de assistir ou apenas ler o que escrevi. Não tive muito sucesso, claro. Mas fico extremamente feliz com a repercussão de 13 Reasons Why. Nós precisávamos de algo que mostrasse que bullying não é tabu. Suicídio não é motivo de chacota. Existem milhares de adolescentes pelo mundo que sofrem todos os dias diversos tipos de agressões, sejam físicas ou verbais, que machucam. E poucos procuram ajuda. 

"Qual a dificuldade em pedir ajuda?" 

Acho que a pergunta ideal seria a seguinte: 

"Como ela (a pessoa) vai conseguir verbalizar tudo que sente e pedir ajuda quando não se é mostrado apoio?" 

Essa é a dificuldade. Ainda mais quando o assunto é um tabu imenso que não é discutido. Na escola de Hannah Baker, os projetos contra o bullying e suicídio só começaram a serem feitos após a morte da mesma. Mas por quê? Por que não fizeram isso antes? Ah, mas isso teria mudado alguma coisa? Sim. Teria mudado, sim. É difícil encontrar alguém que não tenha sofrido bullying na infância e/ou adolescência. 
Dói? Imensamente. 
E sabe o que é pior? Não fazem nada. Vejo com meus próprios olhos atualmente, em 2017 mesmo, até crianças com brincadeiras maldosas. Uma vez perguntei ao meu irmão pequeno se ele não falou para a professora que o "amiguinho" o bateu. 

"Eu disse, mas a tia não fez nada."

É aí que tudo começa. Precisamos de 13 Reasons Why. Mas não só dessa série. É preciso debate, conscientização e apoio. Cansou de ver cenas de 13 Reasons Why na sua timeline do Facebook? Bem, isso não é modinha. Isso é viralizar o que é preciso. Próxima vez que você revirar os olhos por ver mais uma vez uma imagem que diga “Hey, it's Hannah. Hannah Baker. Don't adjust your... whatever device you're hearing this on. It's me, live and in stereo. No return engagements, no encore, and this time, absolutely no requests. Get a snack. Settle in. Because I'm about to tell you the story of my life. More specifically, why my life ended. And if you're listening to this tape... you're one of the reasons why. I'm not saying which tape brings you into the story. But fear not, if you received this lovely little box, your name will pop up. I promise*" pense naquela pessoa que você pode nem conhecer, mas que PRECISA ouvir a história da Hannah.
Precisa de ajuda. 
Precisa de apoio. 
Precisa de você. 

Precisamos de mais 13 Reasons Why. Não a série. Precisamos discutir. Devemos isso a todos aqueles e aquelas que desistiram da própria vida por medo, por falta de ajuda e de apoio. Sim. Somos todos Hannah Baker e ao mesmo tempo um porquê. Mas o que você vai fazer sobre isso? Vai marcar a série como assistida e dizer que já assistiu a série da menina que deixa 13 motivos que a fez tirar sua própria vida? Só isso? Tem certeza? Se você é Hannah Baker e/ou se você é um porquê, você precisa ajudar. 

Conhece Amanda Todd? Conheci a história dela um ano após sua morte e seu vídeo upado no Youtube onde ela contava a sua história. Até hoje lembro dela e penso em como tudo deu errado e poderia ter dado certo. Simples ações mudam assim como as grandes. Eu sugiro que comecemos agora o que já deveríamos ter começado há muito tempo. 

Bullying/cyberbullying não é besteira. 
Agressões não precisam ser revidadas. 
Assédio não é pedido. 
13 Reasons Why NÃO é modinha. 
É um pedido de ajuda.


* "Ei, é a Hannah. Hannah Baker. Não ajuste o seu... qual quer que seja o dispositivo que você está ouvindo isto. Sou eu, ao vivo e em stereo. Sem promessas de retorno, sem bis, e desta vez, com absolutamente sem atender a nenhum pedido. Pegue um lanche. Acomode-se. Porque vou te contar a história da minha vida. Mais especificamente, por que minha vida terminou. E se você está ouvindo essa fita, você é uma das razões. Eu não direi em qual fita eu conto sua história. Mas se você recebeu essa linda caixinha, seu nome vai aparecer. Eu prometo."



CLIQUE NA FOTO PARA LER O POST SOBRE A GIRL LIKE HER E O MÊS DE COMBATE AO SUICÍDIO

08 abril 2017

REVIEW: O Espaço entre Nós nos cinemas

4 comentários:



O Espaço Entre Nós
Ano de lançamento: 2017
Elenco: Asa Butterfield e Britt Robertson
Classificação etária: +12 anos
Sinopse: O adolescente Gardner Elliot é o primeiro humano nascido em solo marciano. Mas ele deseja fazer uma viagem à Terra para conhecer a verdade sobre seu pai biológico, e sobre seu nascimento. Nesta jornada, ele tem o apoio de Tulsa (Adoro Cinema).





07 abril 2017

REVIEW: Fallen (2016) com Jeremy Irvine

2 comentários:


Fallen
Ano de lançamento: 2016 (Brasil)
Elenco: Jeremy Irvine e Addison Timlin
Classificação etária: Não recomendado para menores de 12 anos
Sinopse: Responsabilizada pela misteriosa morte de seu namorado, Lucinda Price vai para um reformatório. Em Sword & Cross ela se aproxima de Daniel Grigori, sem saber que ele é um anjo apaixonado por ela há milênios, e também não consegue se manter afastada de Cam Briel, outro que luta há tempos por seu amor.





06 abril 2017

Minha playlist de MPB das antigas - Parte IV

2 comentários:

       O post de hoje é de playlist! É a quarta parte das minhas músicas antigas de MPB favoritos. Se você não acompanhou os outros posts de playlist, pode conferir aqui!

Morena Tropicana (Alceu Valença)



O Silêncio das Estrelas (Lenine)



Dom Quixote - Engenheiros do Hawaii



Enquanto Houver Sol (Titãs)



À Sua Maneira (Capital Inicial)



Um Dia, Um Adeus (Guilherme Arantes)