4

Confesse
Colleen Hoover

5

A Arte da Guerra
Sun Tzu

1

O Apanhador no Campo de Centeio
J. D. Salinger

2

A Escrava Isaura
Bernardo Guimarães

3

Um Perfeito Cavalheiro
Julia Quinn

TAG: Liebster Award - Discover new blogs!

29 novembro 2016
Faz um tempãaaao que a Raquel do Tips and Confessions me indicou pra essa tag e eu confesso que esqueci! Só hoje que lembrei e fui louca procurar onde estava o post e finalmente respondê-lo. Mas vamos lá!


As questões são:



- Escrever 11 fatos sobre você;
- Responder as perguntas de quem te indicou;
- Indicar 11 a 20 blogs com menos de 200 seguidores;
- Fazer 11 perguntas para os blogs indicados;
- Colocar a imagem que mostre o selo da Liebster Award;
- Linkar quem te indicou.

As melodias dos sonhos afundados #2

28 novembro 2016


      {Se quiser a experiência completa, leia ouvindo a música!}
        
               Enquanto eu toco meu violino vejo um aglomerado de pessoas em um canto em lágrimas cortadas por soluços. Enquanto eu mexi minha cabeça no ritmo da melodia, pessoas passam correndo ao meu lado. Salvem-se quem puder, uma voz masculina disse. Nada se passa na minha mente nesse momento. Eu sempre havia sonhado em tocar para uma plateia lotada, emocionar todos eles com os acordes magníficos do violino que eu tanto me esforcei para comprar. Aos 26 anos eu sempre via meu futuro com uma esperança tão pura que me fazia acordar todos os dias e ir tocar nesse hall pronto para ser reconhecido e um dia poder realizar meu sonho de mudar a vida de alguém. Agora, o frio da madrugada faz com que meus dedos tremam um pouco enquanto eu aperto as cordas do violino. Talvez não só o frio esteja os fazendo tremer. Uma criança chora agora no canto perto de uma grande mala. Ela está sozinha e abandonada. Quem quer que seja que deixou-a ali realmente levou a frase de socorro à sério. Reflito um pouco sobre o que ela seria quando crescesse. Um médico? Um escritor? Um violonista? Ela poderia ser quem quisesse, mas naquele momento era apenas mais um entre centenas naquele navio. Tento me concentrar na melodia da música que toco novamente, mas alguns gritos na água me desconfortam. São gritos femininos. Aquelas moças seriam casadas um dia? Teriam filhos desobedientes? Não sei. Nesse momento elas são apenas algumas entre centenas. Desvio meus olhos da ruiva que grita sem parar e fecho meus olhos me concentrando. Meu amigo ao meu lado parece estar arrependido de sua decisão. Eu, particularmente, penso que se eu tenho que desistir dos meus sonhos, eu escolho não desistir. Eu não desisti. Eu continuo tocando à medida em que o navio afunda. As luzes começam a piscar e vários barcos são jogados na água. Eu posso. Eu posso! Eu posso carregar meu violino em um daqueles barquinhos e enfrentar seja lá o que essas águas tenham a me dar. Eu estaria tentando sobreviver pelo meu sonho. "Façam filas! As mulheres e crianças primeiro!", diz um homem desesperado. Observo atentamente as pessoas que se jogam nos barcos, observo alguns homens tentando salvar suas vidas entrando nos barcos que não deveriam entrar. Eles devem estar tentando salvar seus sonhos. Olho para um de meus amigos que tocava seu violino à minha frente. Ele me encara me encorajando a continuar ali tocando o meu violino. É absurdo. Mas mesmo assim as pessoas não notam que estamos aqui jogando fora nossas oportunidades de viver. Alguém deve ter nos notado e pensado que queremos mesmo isso, que já desistimos. Não. Não desistimos. E é por isso mesmo que continuo tocando meu violino. O menino que chorava ao canto é carregado por uma mulher desesperada e ela o coloca em um dos barcos, sorrio em agradecimento. Ele merece ser um médico, escritor ou violinista. O que ele quiser. Nesse navio há tantos sonhos para serem realizados, seria uma enorme hipocrisia pensar apenas nos meus e não dos dos outros. Mas agora mesmo eu estou realizando o meu. Penso que se eu e meus amigos não estivéssemos aqui o caos seria maior, a melodia de alguma forma conforta nossos corações. Algumas pessoas se sentem confortadas e confiantes para se salvarem. Começo mais outra música. Ignoro alguns gritos nos mandando procurar um barco. Eu não sairei daqui. Continuarei tocando pelos sonhos. Pelos anseios. Pelos medos. Pelo conforto. Dezenas de pessoas correram para a ponta do navio prontas para que ele virasse. Fechei meus olhos e me imaginei tocando no Carnegie Hall. Era suave. Minha esposa está lá sorrindo orgulhosa. Ela não está aqui. Peço mentalmente que alguém a conforte e diga que eu estou feliz. Estou realizando meu sonho. Estou... 

300 coisas sobre as quais escrever:

A orquestra do Titanic continuou tocando enquanto o navio afundou. Descreva o naufrágio do navio, do ponto de vista dos músicos tocando. (228)
Dói saber que você foi algo que eu perdi pra sempre. (183)

P.S: Eu chorei demais escrevendo isso, principalmente pela música. Eu sou apaixonada pela história do Titanic e não por ser clichê e nem pelo romance. Pelos sonhos. Milhares de sonhos. 

REVIEW: Gilmore Girls "A Year In The Life"

26 novembro 2016

            FINALMENTE!! Não consigo nem segurar minha ansiedade com os novos episódios extras de Gilmore Girls. Quem acompanha o blog sabe que eu vivo falando de Gilmore Girls por aqui não só com resenhas e indicações, mas também com o Rory Gilmore Books Project. Essa série conquistou meu coração e eu nem consigo acreditar que já se passaram 9 anos desde o fim da série. Foi aí que o Netflix viu nos fãs de Gilmore uma oportunidade de dar um novo "fim" a série. O fim da série foi BEM contestado por ter sido muito sem sal. Bem, pra quem tanto pediu e ansiou, ontem (25), a Netflix disponibilizou os 5 episódios de mais de uma hora cada, cada um baseado em uma estação do ano, começando com o Inverno, a estação favorita de Lorelai e Rory Gilmore.

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Para enfrentar o monstro de dentro do seu armário...

24 novembro 2016
           Faz muito tempo que venho querendo escrever esse post e já tentei mil vezes escreve-lo, mas eu sempre chegava no fim e desistia de postar. Acho que porque nunca escrevi algo tão pessoal aqui e a possibilidade de abrir o jogo sempre foi tão próxima, mas tão distante da minha realidade. Foi aí que eu pensei no propósito do blog. Desde o início eu pensava no Próxima Primavera como meu espaço, um tipo de porto seguro já que eu sou bem melhor em expressar o que sinto e penso por escrito - amo escrever mais que tudo. E eu cheguei à conclusão que sim, é preciso. Você que está aí precisa ler o que eu tenho a dizer. Não sou uma mestre do português e nem mesmo uma pessoa que passou por mil experiências nessa vida. Mas acho que as que eu passei servem como exemplo.

Em 16 anos de vida eu sempre tive uma vida "normal". Entre aspas claro, porque todo adolescente procura ao máximo complicar sua vida de algum jeito. Tudo pode estar perfeitamente bem, mas sempre vão encontrar algo para reclamar. Pode assumir que é a pura verdade. Eu aos 15 anos e meio não tinha absolutamente nada pra reclamar, eu estava no 2º ano do Ensino Médio e minhas notas eram boas, mesmo com minha dificuldade enorme em matérias de natureza. Mas como eu disse: todo adolescente vai arrumar uma dificuldade. Na época eu adorava discutir sobre minha liberdade. Eu queria sair e fazer o que as outras pessoas da minha idade faziam, meus pais muito sábios e com consciência não me deixavam sair à noite e viviam me perguntando com quem eu andava. Não é da conta deles, eu pensava. Esse era o tipo de problema que eu enfrentava lá pelos meus 15 anos.

 "Mas pai eu já tenho 15 anos!" Grande coisa.

Mas aí tudo mudou de uma hora pra outra como um choque. Era Junho de 2015 quando eu fui ao oftalmologista fazer uns exames de rotina e no fundo eu já queria o exame porque sentia que minha visão não estava normal. Eu enxergava bem mesmo sem o meu óculos de 0,25 graus de miopia, mas não era isso que me agonizava. Era uma outra coisa que eu queria que ele me dissesse o que era. Foi lá que eu descobri que eu tinha um desvio no meu olho direito que por acaso do destino nunca esteve ali antes. Se eu pudesse mandar uma mensagem pra eu de Junho de 2015 ela seria a seguinte: "se prepara, minha amiga que lá vem bomba". Eu não sabia disso. Na verdade, eu achava que seria uma coisa simples que não ia me atrapalhar em nada porque muita gente nasce com desvio e tá aí super bem na vida. Eu lembro de todos os encaminhamentos que me fizeram. Todos eles. Como esquecer? Migrei de médico em médico e hospitais diferentes do Recife. Oftamologistas, neurologistas, clínicos gerais e endocrinologistas. Fui parar até em psiquiatra. Isso sem falar da tonelada de exames que eu fiz. Muitos eu só tinha ouvido falar em filmes tipo A Culpa é das Estrelas e outros que quase ninguém conhece. Não consigo me lembrar de todos os exames que fiz, pois foram MUITOS em 1 ano e 5 meses de agonia. Os únicos que eu consigo me lembrar e que sei que vão me marcar pro resto da vida são a ressonância magnética e a eletroneuromiografia. Sou uma pessoa extremamente claustrofóbica e fazer TRÊS ressonâncias magnéticas foi o ápice da minha loucura. Eu enfrentei meu medo três vezes. Mas depois da terceira vez eu pensei um "ufa! agora não tem mais" (iludida, tenho mais uma marcada ja) e aí me veio a tal da eletroneuromiografia que eu só faltei morrer pra não fazer. Pra quem não sabe, o maior medo da minha vida é agulhas. Tenho pavor de agulhas, sangue e cirurgia. Pavor tipo de chorar mesmo. E tenho certeza que você nunca ouviu falar da eletroneuromiografia, mas saiba que nela você leva """pequenos""" choques em regiões sensíveis como o pulso e os pés pra ver a reação dos nervos. Choque? Que nada, foi super de boas. A segunda parte do exame eu nem te conto! Agulhas enfiadas nos seus nervos!!!! E pra completar: elas não ficavam lá paradas não, a médica tinha que mexer e cutucar lá e eu acho que nunca senti tanta dor na minha vida.

Mas nem é disso que eu quero falar...

Dentre tantos exames e sofrimentos você deve estar aí se perguntando o que eu tenho afinal. O diagnóstico, por favor.

Bem, eu gostaria de saber também. O motivo de tantos médicos e exames pode ser explicado por uma palavra: nada. Não encontraram NADA! Não sei se é pior você saber o que tem ou não saber. No fim, desistiram de tantos exames e o fluxo diminuiu. Me diagnosticaram com estrabismo sem causas (raro demais). Na época do diagnóstico eu já não enxergava nada. Depois que fui ao primeiro médico em Junho de 2015 só fiz piorar, depois de uns meses eu já via tudo duplo literalmente. Sabe quando colocam dedos na sua frente e te perguntam quantos tem? Eu sempre ria disso. Quem vê mais do que tem? Eu.

Tive que lidar com bullying pela primeira vez na minha vida depois de velha. Eu virei uma vesga do nada, é normal as pessoas estranharem até porque EU estranhei. Imagine você começar a ver tudo diferente depois de ter passado 15 anos vendo normal? Completei 16 anos com estrabismo sem causas.... Completei 17 com estrabismo sem causas e um pequeno tumor na hipófise que a última ressonância mostrou.

Da pra perceber que foi tudo virado de cabeça pra baixo? Minha rotina mudou drasticamente. Eu estava indo bem na escola em 2015 e depois eu afundei e cheguei na recuperação final em 5 matérias. Eu não enxergava nada, oras. Ah, além disso eu também vivia com enjoos e cansaço. Eu me chamava de Hazel Grace sem câncer naquela época. Eu quase reprovei. Quase porque convenhamos que é impossível uma boa aluna ser reprovada.

Na virada do ano pra 2016 eu já sabia que esse ia ser o ano que eu deveria jogar as cartas na mesa de verdade. Eu iria ignorar tudo isso e passar por cima sendo aprovada na federal e fazendo um bom 3º ano. Não consegui nada. Que iludida eu era. Creio que comparar 2015 com 2016 é que nem comparar água e vinho. Comparação bem bosta mas é bem assim que me sinto.

A pressão de 3º ano é bem pesada pra todo mundo né? Agora imagina essa pressão multiplicada por mil. Imagina ter que prestar atenção nas aulas sem enxergar nada, ter enjoo todos os dias, faltar aulas por causa de médicos e exames e ainda ter uma carga extrema de ansiedade no corpo? Virei um caos. Eu me desesperava a cada 2,5 em Física. 4 em Matemática. 5 em Português. Logo em Português que eu amo? Não pode ser! Perdi a conta de quantas vezes chorei na psicóloga da escola por não aguentar mais, perdi a conta também de quantas vezes pensei em desistir. Perdi a conta de quantas pessoas não me apoiaram nesse momento. Sabe seus amigos? Aqueles que sempre tão contigo nas horas boas? Bem... pode ser que eles não estejam nas ruins. Esse ano foi definitivamente o xeque mate. Desacreditei, acreditei e desacreditei de novo em tudo que eu eu acreditava.

Agora, faltando exatos 23 dias para a formatura, estou escrevendo isso pra dizer que toda dificuldade pode e deve ser superada. Sofro todos os dias com o peso de ser a pessoa que mais ficou em recuperações finais no 3º ano em 2016 (5 matérias de novo). Sofro por ter a escola no meu pé todos os dias fingindo que eu estou 100% de saúde. Sofro por ter que lidar com comentários de pessoas que "não acreditam" que eu mudei tanto. Mas o mais importante: sofro por não poder mudar o que está acontecendo. Infelizmente sou apenas a vítima que espera pela justiça. A minha justiça é todos entenderem que as dificuldades do próximo devem ser entendidas e aceitas. É por isso que eu finalizo dizendo que o primeiro passo para enfrentar as dificuldades deve ser a aceitação para superação. E quando isso não acontece eu sinto dizer, mas nada vai mudar. Se você passa por alguma dificuldade, só vive sozinha não vai fazer muito progresso. Você precisa de apoio. Um apoio verdadeiro e que você possa realmente se sentir confortável e finalmente dizer "isso? ah, é besteira! eu consigo!"

RESENHA: Fallen - Lauren Kate

23 novembro 2016
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Fallen
Lauren Kate
Páginas: 406
Editora: Galera Record
Ano de lançamento: 2009
Gênero: Fantasia, Romance
Adicione no Skoob || Sinopse: Algo parece estranhamente familiar em relação a Daniel Grigori. Solitário e enigmático, ele chama a atenção de Luce logo no seu primeiro dia de aula no internato. A mudança de escola foi difícil para a jovem, mas encontrar Daniel parece aliviar o peso das sombras que atormentam seu passado: um incêndio misterioso levou Luce até ali. Irremediavelmente atraída por Daniel, ela quer descobrir qual é o segredo que ele precisa tanto esconder... mesmo que isso a aproxime da morte.



Depois de muito tempo esperando para fazer essa resenha, acho que não tem melhor momento do que esse. Dia 4 de Dezembro estreia o filme de Fallen nos cinemas depois de séculos - devo dizer. Li Fallen uns dois anos atrás e eu lembro que eu literalmente não conseguia parar de ler. Eu acabei o primeiro livro já abrindo o segundo com fome de leitura e eu posso dizer que mesmo que o final da série inteira tenha me decepcionado, ela em si é sim inevitavelmente maravilhosa.


Qual seria a sua idade se você não soubesse quantos anos têm?

21 novembro 2016

            Essa não é uma pergunta muito frequente pra falar a verdade. Acho que eu nunca tinha ouvido falar antes e quando a li pela primeira vez confesso que meu cérebro deu uma bugada. Como assim se eu não soubesse quantos anos eu tenho? Bem, se eu não soubesse não teria como eu saber qual seria a minha idade. Foi isso que eu pensei. Essa é a primeira pergunta do "50 Questions That Will Free Your Mind" que eu coloquei na minha lista de 101 coisas e 1001 dias. Quando resolvi colocar isso lá, não imaginei que as perguntas que libertariam minha mente na verdade a confundiria. Fui ao nosso famoso amigo Google e digitei a pergunta. Confúcio. Então foi esse tal Confúcio que disse isso. Mas o que Confúcio quis dizer, afinal? Pesquisei em diversos sites e até mesmo em um sobre a psicanálise mas a pergunta ainda era indecifrável pra mim. Em um site chamado Algo a Dizer encontrei o seguinte:

"Para mim, a idade é um signo sem regência; há dias que sou criança; em outros parece que já morri. Em instantes danço a valsa de debutante, em outros sou mais ancestral que múmias andinas."

REVIEW: Expelled com Cameron Dallas

19 novembro 2016
Imagem relacionada

           Passei pouco tempo pra decidir qual seria a resenha de hoje quando pensei em trazer um filme leve e rapidinho já que o primeiro filme que veio na minha cabeça foi Expelled. Assisti esse filme já faz um tempão e sempre que vejo alguém falando dele por aí me bate aquela vontade de assistir de novo. É bem gostoso de assistir e bem engraçado também.

Expelled
★★★★☆
Estreia: Dezembro/2014
Com: Cameron Dallas da Magcon 
     Lia Marie Johnson do Youtube
     Matt Shively de True Jackson
Classificação: Livre
Gênero: Comédia, Família


Felix O'Neil é um adolescente problemático que está reprovando na escola e também não aguenta mais aquele lugar. Em um belo dia, Felix é expulso e nem acredita que finalmente vai se ver livre da escola, mas só tinha um problema: seus pais. Ele encontra uma simples solução que é não deixar de moo algum que eles descubram sobre a sua expulsão. Felix vai encontrar modos loucos de impedir que a escola entre em contato com seus pais e vai precisar de ajuda do seu melhor amigo Danny e sua recém amiga entregadora de pizza Katie. 

Dói saber que você foi algo que eu perdi para sempre #1

17 novembro 2016
cappuccino, coffee, cup

             Entre tantas risadas, choros e suspiros, acho que você foi algo que eu perdi para sempre. Poderia ter sido um molho de chaves, meu livro favorito, um lápis ou até a única caneta restante no meu estojo. Mas não. Incrivelmente, foi você. Eu poderia listar milhões de coisas que eu preferia ter perdido e todas elas substituíveis. Impossível pensar que alguém pode perder outro alguém do mesmo jeito que perde o ônibus. Mas você logo espera pelo próximo ônibus... Aquele das 17h30. No fundo eu acho que se eu esperar pelo resto da minha vida não encontrarei um próximo alguém que me complete. Você não é um ônibus. Nem uma caneta, lápis ou borracha. Não importa o que digam, eu não vou encontrar outra pessoa que seja meu próximo ônibus. Ou caneta, lápis e borracha. Eu te perdi pra sempre. Dizem que "pra sempre" é muito forte, mas acho que ainda não inventaram uma palavra que pudesse descrever o que aquelas últimas palavras pareceram pra mim. Poderia ter sido um "adeus". Mas não foi. O seu "até logo" foi o que me fez pensar se esse logo seria no dia de São Nunca. Talvez seja. Não vou descobrir. Enquanto isso vou ouvir aquela música que você me indicou e que mesmo que minhas amigas tenham me mandado apagá-la, ainda teimo em ouvir. E eu ouço mesmo. Em casa, na rua, na escola e até no avião. Acho que a trilha sonora das nossas vidas não pode ser entocada no armário junto com os discos de vinil da época da minha avó. Falando nisso, eu pensei mil vezes em ter nascido em décadas passadas para não ter te conhecido. Se eu não tivesse te conhecido talvez eu tivesse sido mais feliz. Por outro lado, eu poderia não ter rido das suas piadas ou parado de birra por causa de uma besteira. Você sempre me mandava parar de ser idiota. Talvez nesse fim de ano me perguntem o que eu quero deixar pra trás em 2016. Talvez eu diga que foi ter perdido o meu melhor amigo. Ou talvez eu fale das minhas tentativas fracassadas de regimes que não combinavam com minha fome de Mc Donald´s. É, talvez eu faça isso mesmo. Talvez eu tente fazer o que você fez e tentar seguir a vida. Afinal, quando a gente perde algo um dia perdemos a esperança junto. Não, minha esperança não foi embora! Na verdade, quanto mais o tempo passa, mais eu sinto ela se renovar. Mas a sua não se renova. Ela continua abandonada em algum lugar do nosso passado onde eu ainda acordava com uma mensagem de bom dia. Talvez um dia você reconheça que eu não quero te perder pra sempre. São tantos "talvez" que até nisso eu lembro de você, mas infelizmente um dia vai chegar o momento que eu vou finalmente entender que você vai continuar sendo algo que eu perdi pra sempre mesmo. 

Rory Gilmore me inspirou a realizar sonhos

16 novembro 2016
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           De início eu pensava que quando eu finalmente acabasse de ver todas as 7 temporadas de Gilmore Girls eu escreveria um post como se fosse uma resenha geral de tudo que achei da série. Acabou que assim que comecei a assistir o último episódio 50 minutos atrás eu soube que falar apenas do que eu gostei na série não iria adiantar. Não quando uma simples série me ajudou tanto. Parece idiota dizer isso de uma série já que elas são feitas pra te divertir e comer seu tempo livre. Gilmore Girls tomou muito do meu tempo livre, mas principalmente do meu tempo de provas, de sair com amigos, de tudo. E eu não me arrependo de cada segundo. O que eu aprendi com Rory Gilmore eu creio que vai ser pra vida toda. Sabe quando você demora pra fazer uma coisa e quando finalmente faz pensa em por que demorou tanto? Eu me perguntava isso todos os dias nos tempos que eu estava na 1ª temporada. A série me deixava leve, era divertida e bem pé no chão. Mas nesse momento eu posso dar a certeza de que quando as pessoas dizem que "quando for pra ser será" elas não estão se referindo apenas ao amor ou coisas do tipo. Se eu tivesse assistido Gilmore Girls 6 anos atrás como eu planejava ver no extinto Boomerang nada teria me atingido do modo que me atingiu hoje porque eu não precisava da lição que a série tinha que me dar. E 2016 foi o ano que eu mais precisava assistir essa série, sabe por quê? Acredito que todos passam por momentos difíceis na vida, mas um dos piores que eu venho passando é aquela interrogação que vem com o fim do Ensino Médio. Estou a um mês da formatura e eu só consigo pensar no depois. Eu nunca havia parado pra pensar no que eu iria fazer depois de passar mais de 10 anos da minha vida indo para a escola. O que eu quero ser afinal? Queria que fosse apenas essa pergunta rondando a minha cabeça e de vários outros terceiranistas pelo mundo, mas vai bem longe disso. Eu estou realmente preparada para colocar meus pés pra fora da minha zona de conforto e enfrentar o mundo de um jeito que eu nunca experimentei antes? Segundo Rory Gilmore, ninguém aos 17 anos em plena consciência está, mas ela foi uma das exceções que soube desde criança que queria ir para Harvard. Não importava o curso, Harvard era o lugar que ela se imaginava no futuro e toda a decoração do seu quarto era uma prova disso. Rory acaba seguindo seu coração e uma intuição que ela nem sabia que existia e vai para Yale mesmo tendo passado em Harvard. Já começa aí a grande lição. A menina passou a vida querendo e sonhando em ir para uma das universidades mais renomadas do mundo e de repente a aprovação em Yale a faz pensar se um nome realmente vai levá-la a algum lugar sem o esforço dela. E aí, claro, ela descobriu que não importa onde ela vá, o que ela faça ou em qual faculdade ela estudará e sim o desejo de seguir o seu sonho. Rory Gilmore sonhava em ser jornalista. Correspondente internacional pra ser mais exata. Logo nos primeiros episódios ela já mostra que é uma fã da Christiane Amanpour, atual editora chefe da correspondência internacional da CNN. E Rory passou seus 4 anos de faculdade tendo que lidar com problemas pessoais com amigos, namorado, família e claro: seu sonho. 

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Se eu for contar quantas vezes Rory Gilmore desistiu ou pensou em desistir você ficaria impressionado (a) com a real capacidade de momentos influenciarem em decisões da sua vida. Eu já pensei em desistir e não foram poucas as vezes. Pensar em Jornalismo pra mim é como dar um tiro no escuro. É um curso concorrido (acredite se quiser) e com poucas oportunidades de trabalho e eu nunca pensei em Jornalismo desde sempre como Rory Gilmore. Eu na época sabia que se eu não tivesse que viver com a língua inglesa eu não estaria feliz. Me descobri logo cedo nessa área e me apaixonei loucamente. Minha paixão pela escrita começou logo depois e eu não conseguia ver algo que eu pudesse fazer que não estivesse se relacionando com isso. Eu desisti muito mais vezes que Rory sem nem ter terminado o Ensino Médio. Em 30 dias exatos estarei recebendo meu diploma e abrindo os meus braços para um futuro que eu não faço ideia de como vai ser. Tenho medo? Sim, mas depois de ter assistido Gilmore Girls eu sinto que tudo isso faz parte e sempre fará parte da vida de alguém nessa idade que tem que começar a decidir a vida. E foi aí que eu finalmente cheguei a conclusão de que eu não vou desistir do meu sonho. Não vou desistir por causa de comentários sobre a profissão. Não vou desistir por causa de provavelmente não ter passado na Universidade e principalmente: não vou desistir por tenho medo de tentar. Se tem uma coisa que vai comigo pro resto da vida é que ninguém consegue nada se achar que não consegue. 

O especial de Gilmore Girls "A Year In The Life"  de 4 episódios estreia dia 25 de Novembro na Netflix

REVIEW: The Late Bloomer no Netflix

15 novembro 2016

            O filme de hoje é comédia pura! The Late Bloomer estreou esse ano e sinceramente não tem como prender o riso. Uns meses atrás eu estava assistindo um outro filme com esse mesmo nome que não chegou ainda ao Brasil e eu amei demais, tô louca pra fazer resenha aqui quando ele aparecer por aqui legendado pelo menos. Mas aí nas minhas pesquisas acabei encontrando esse filme que também tinha o mesmo nome, mas acabei ignorando. Depois de um tempo vi que o Netflix havia adicionado o filme e eu corri pra adicionar na minha lista pra assistir depois. Assisti finalmente ontem e fez a minha noite.

The Late Bloomer
★★★☆☆
Estreia: Outubro/2016
Com: Johnny Simmons de As Vantagens de Ser Invisível
          Brittany Snow de A Escolha Perfeita
          Paul Wesley de The Vampire Diaries
Classificação: 16 anos
Gênero: Comédia, Romance

Pete é um terapeuta sexual (isso mesmo) que ficou famoso por escrever um livro aconselhando a como viver sem sexo, o que pra ele funcionou perfeitamente bem por 15 anos. O que ele descobre depois é que tinha um tumor no cérebro que fez com que ele não tivesse passado pela puberdade. Aos 30 anos ele retira o tumor e começa a viver o que deveria ter vivo aos 15 anos de idade. Pete vai ter aturar todas as mudanças na vida dele de uma vez só enquanto continua com sua carreira de terapeuta sexual.
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Eu ri só com essa sinopse. Pensei que vinha merda. Só digo uma coisa: coitado do Pete gente! Ele tem uma melhor amiga que ele realmente só tinha visto como melhor amiga, mas só porque ele não havia passado pela puberdade. Ele era tecnicamente um cara de 30 anos com pensamentos de um menino de 10 anos. Não tem muito o que falar desse filme já que toda a trama gira em torno disso, mas a comédia é ótima e bem """""leve"""" de assistir. Eu como uma menina reconheci a complicação de uma puberdade. Complicado haha!


Então se você está procurando uma comédia daquelas pra ver hoje no feriado, pode apostar nessa que como eu já disse: você vai rir muito!

Minhas músicas favoritas de MPB das antigas - Parte I

14 novembro 2016

    
       Alguns meses atrás descobri que sou uma fã incubada de MPB. Não a MPB atual, mas aquelas bem antigas de antes de eu nascer. Por quê? Bem, eu passei toda a minha infância ouvindo meus pais ouvirem essas músicas. Depois que cresci me apaixonei pela música internacional e nem dei chances à brasileira. Mas quando resolvi dar... fiquei obcecada. E aí eu resolvi postar aqui as minhas músicas MPB das antigas que eu ouço sempre, mas fiquei chocada quando descobri que eram MUITAS. E aí eu dividi em alguns posts porque sei que se você aí não ama MPB, vai ter uma chance ótima agora. Eu nunca tinha parado pra prestar atenção em como as letras são maravilhosas.


Sangrando (Gonzaguinha na voz de Ana Carolina)




"E se eu chorar e o Sol molhar o meu sorriso,
Não se espante, cante, que teu canto é minha força pra cantar.
Quando eu soltar a minga voz, por favor entenda,
É apenas o meu jeito de viver o que é amar."

Tocando em frente (na voz de Anavitoria)




"Cada um de nós compõe a sua história 
E cada ser em si carrega o dom de ser capaz
De ser feliz."

TAG: Dias da semana em livros

11 novembro 2016

                 Aqui venho com mais uma tag. Amo responder tags e também ler a que respondem. É tão legal né? Hoje é a tag "Dias da semana em livros" que a Hellen maravilhosa do Apenas Giz me indicou. Eu vou logo dizendo que eu fui bem sincera viu? E é a MINHA opinião!


 Grande novidade. Chorei antes de Perdida terminar mesmo sabendo que tem mais outros livros depois desse. Eu me apaixonei demais pela história e eu preciso ler esse livro mais mil vezes pra acreditar que ele existe. Alguém dá um prêmio pra Carina Rissi? MARAVILHOSA!


RESENHA: Harry Potter e a Pedra Filosofal - J.K Rowling

10 novembro 2016

       Já vou dizendo logo que esse post é mais que uma conquista. Depois de quase 18 anos de vida eu finalmente li o primeiro livro de Harry Potter! Não é pra rir, ok? Mas eu realmente não havia lido ou assistido antes a nenhum livro ou filme da série. Por quê? Ah, eu nunca criei coragem o suficiente e aí agora consegui terminar Harry Potter e a Pedra Filosofal. Li hoje de manhã e já estou morrendo de ansiedade pra ler o segundo. Só digo uma coisa: você aí que ainda não leu Harry Potter, não se sinta mal como eu me sentia quando lia resenhas sobre algum livro da série. Simplesmente dê uma chance. Eu não sei por que não li esse livro antes e se eu tivesse começado há anos atrás eu já teria terminado claro haha. Então essa resenha é mais que necessária pois existem SIM pessoas que ainda não tiveram coragem de ver Harry Potter. Esse post é pra vocês!



"A vida do menino Harry Potter não tem um pingo de magia. Ele vive com os tios, Válter e Petúnia, que não gostam nem um pouco dele, e com o filho deles Duda, que consegue ser ainda pior que os pais. O quarto de Harry é, na verdade, um armário sob a escada, e ele nunca comemorou um aniversário sequer em onze anos. Até que um dia, Harry recebe uma carta misteriosa, entregue por uma coruja: uma carta com um convite para estudar num lugar incrível chamado Escola de Magia e Bruxaria Hogwarts. Lá ele vai encontrar não só amigos, esportes praticados em vassouras voadoras e magia pra todo lado, como também seu destino, que espera por ele desde que nasceu... Se ele sobreviver a tudo que está descobrindo, é claro."


A jornada da rainha Elizabeth II em The Crown

09 novembro 2016

                 Impossível não escrever um post inteiro dedicado à essa série. Comecei a assistir e já estou apaixonada por tudo que se tem direito de se apaixonar. Desde as roupas, atores e atrizes, figurino e até o contexto histórico da série. Já digo logo que se você gosta ou se interessa por assuntos da família real e monarquias e ama História: essa é pra você! Eu comecei a amar esses assuntos quando assisti o documentário "The Royals" no Netflix que conta a história real de todos os reis e rainhas britânicas e as polêmicas envolvendo a coroa. Eu me apaixonei pelos casamentos e pelas roupas, por todo glamour e o que acontece dentro do enorme palácio. 


E aí já pode ter certeza de que essa série que eu vou falar agora é de te deixar de queixo caído. Pra começar deixa eu te dizer que o Netflix - a série é do Netflix - investiu 100 MILHÕES de dólares nessa série. Tem noção de quanto é isso? É a série que mais foi gasto dinheiro no mundo. Mas esses milhões refletiram-se nos meus olhos quando eu comecei a assistir o primeiro episódio. É um luxo! Na foto acima você já vê a classe que está lá em 10 episódios no Netflix. 


Tá, mas do que a série fala especificamente? Da rainha Elizabeth II. Se você não tem muito conhecimento sobre a família real, vou te explicar pra você se situar um pouco, eu demorei quase minha vida toda pra entender o parentesco de tanto rei, rainha e príncipe.




E agora? Deu pra entender? Tentei trazer ao máximo pra realidade e pra quem não sabe a história de Elizabeth II, saber que ela é avó de William e Harry é um bom começo. A série volta láaaa pra 1947 e começa com o casamento entre Elizabeth e Philip. Quem quiser ver a árvore geneológica com os os outros filhos de Elizabeth e Philip veja aqui. 

Foto real (colorida) da rainha Elizabeth e do príncipe Philip

É aquele casamento suuuper de gala bem real mesmo em que as pessoas ficam do lado de fora da igreja só esperando a saída dos noivos. E é aí que a série vai criar raízes.

A série original da Netflix "The Crown" foca na rainha Elizabeth II enquanto uma jovem recém-casada de 25 anos de idade e com a responsabilidade de liderar a monarquia mais famosa do mundo, enquanto cria uma relação com o lendário primeiro ministro Winston Churchill. O império britânico está em declínio, a política mundial está em desordem e uma jovem mulher ascende ao trono, dando início ao nascimento de uma nova era. O roteiro minuciosamente pesquisado de Peter Morgan mostra a jornada pessoal da rainha por trás da persona pública com uma franqueza ousada. Prepare-se para atravessar as portas fechadas do mundo de poder e privilégio de Westminster e do Palácio de Buckingham, os líderes de um império esperam por você.

 The Crown é aquelas séries que você sabe que vai ser boa e ao mesmo tempo vai te trazer muito conhecimento né? Eu como fã de carteirinha da família real britânica posso dizer que a série vai muito mais além das relações da monarquia. Digo porque estou assistindo e me impressionando com cada detalhe da época dos anos 40. E pra quem gosta de romances assim, dá uma chance também que vale a pena. Eu nem ia dizer mas me apaixonei logo pelo príncipe Philip hahah. E eu gostei também de ver que os atores realmente se parecem com as pessoas da vida real. Imagina a própria rainha Elizabeth II e o príncipe Philip e a família real assistindo essa série!



Então eu indico pra vocês essa série, só tem 10 episódios de 56 minutos (ai que dor!) cada mas cada segundo vale a pena. To louca pra ver o que vai acontecer e depois escrevo uma resenha bem geral sobre os aspectos da série pra você que ainda está com preguiça de ver se animar. E ah, o Netflix já ta confirmando mais DUAS temporadas pra série. E ela acabou de estrear (5 dias atrás!!!!)!

Os 4 filmes clássicos que mais quero assistir

07 novembro 2016

       
   Não sei vocês, mas eu passo horas só vendo filmes no Netflix e eu acabo adicionando vários na Minha Lista e são tantos que acabo não vendo nenhum. É incrível a variedade de filmes e a vontade que você tem de ver como são, porém falta o tempo né gente? Eu acredito que a Minha Lista do Netflix já tem mais de 80 filmes e eu acredito ter visto só uns 3 que eu havia marcado! Sempre acho mais filmes e o ciclo vai se repetindo e eu acabo não vendo nada. E aí eu fui ver os filmes e percebi que mais da metade são históricos, antigos ou clássicos. Abordando temas super interessantes e importantes sem te deixar com tédio e que eu MORRO de vontade de assistir mas parece que nunca chega a hora haha. Por isso que trouxe esse post com os 4 filmes clássicos que estão lá esperando por mim na lista do Netflix e que eu estou apostando todas as minhas cartas.

1. A Outra


Já faz muuuuito tempo que esse filme está esperando por mim e até hoje não bateu aquela vontade de sentar e assistir. Eu primeiramente já quis ver por causa da Natalie Portman e da Scarlett Johansson. Imagina um filme com essas duas atrizes maravilhosas? Agora imagina um filme HISTÓRICO com elas duas? Não sei vocês, mas eu sou apaixonada por História e eu só faltei enlouquecer quando vi que A Outra fala do triângulo amoroso de Henrique VI, Catarina de Aragão e Ana Bolena! Gente, sou apaixonada pela trama real que aconteceu. Quem lembra que Henrique se divorciou de Catarina de Aragão indo contra a Igreja? Eu lembro porque de todos os assuntos do ENEM, esse é o que eu mais amo. To louca pra ver o filme e minha amiga assistiu só pra me deixar morrendo mesmo. Ela resumiu o filme em: traição, história e mais traição. 





2. Jane Eyre


  Quem gosta de ler romances antigos com certeza já ouviu falar do livro Jane Eyre da Charlotte Brönte. Eu conheci por outras obras que citavam a história de Jane Eyre e foi assim que eu conheci a escritora do livro. Posso dizer que li apenas O Morro dos Ventos Uivantes de Charlotte, mas já deu pra se apaixonar pela escrita dela. É um dos meus livros favoritos e tem uma pegada suuuuuuper pesada em relação à língua e é bem complicadinho de se entender. Lembro que eu tentei ler aos 12 anos e desisti. Só alguns anos depois que fui ler mesmo e me apaixonei. Com Jane Eyre não deve ser diferente já que está aí como filme super aclamado pela mídia e estrelando a Mia Wasikowska que fez Alice no País das Maravilhas. Minhas expectativas para esse filme estão altíssimas!




3. Orgulho e Preconceito


O clássico dos clássicos! Dá vergonha dizer que nunca li ou assisti Orgulho e Preconceito. Acho que o romance de época mais falado de todos os tempos é esse e quem não é louco pra ver? Bem, eu sei que eu estou esperando muito dessa história e eu estou esperando pra ler o livro antes de assistir. Mas como sou pouco exigente, quero o livro com a capa rosa haha!




4. O Jardim Secreto


Nem vou dizer que esse filme é clássico. A maioria das pessoas já leu, assistiu ou ouviu falar do filme. Eu como uma bela leitora, comprei a versão original do livro importado láaa da Barnes & Noble só pra poder ler com a experiência inteira. Digo pra vocês, o inglês não é o problema quando se tem o inglês antigo chamado Workshire! É bem complicado viu? Estou na metade do livro e já estou apaixonada. Mas só depois de ler tudinho é que vejo o filme!





E aí, qual dessa lista você já assistiu? E qual você ficou com vontade? To afim de pegar um fim de semana inteiro só pra ver esses filmes!