5

Meu Nome é Albert!
Ronaldo Viana S.

1

Duff
Kody Keplinger

2

Quando a Noite Cai
Carina Rissi

3

Lola e o Garoto da Casa ao Lado
Stephanie Perkins

4

(Im)Perfeição
Helena Souza

Melhores fantasias de Halloween dos famosos

29 outubro 2016
           


        Faltam poucos dias para o Halloween e mesmo que essa data não seja comemorada não Brasil, a gente só observa os famosos se vestindo de personagens lendários ou invenções loucas. Ficamos na vontade de pedir doces ou travessuras também, mas é assim mesmo. E é por isso que eu trouxe aqui as fantasias mais bizarras dos famosos. Eu ri em algumas e em outras fiquei bem chocada mesmo haha. Comecemos pela Katy Perry na foto acima. Alguém aí já pensou em uma fantasia de Cheetos humano? Vamos inovar minha gente! 


A Chloe Grace Moretz se vestiu de bruxa de terror (sei lá) clássica mesmo. A Vanessa Hudgens foi fofa e preferiu ir de anjo. Muito fofa! Já a Poppy Delevigne foi de uma Arlequina bem Madonna haha.


Saiba mais sobre clonagem humana com Orphan Black

26 outubro 2016

          Você já ouviu falar de Orphan Black? Provavelmente sim, se você adora dar umas espiadas de vários minutos pelo Netflix. Eu acabei a série (tem 4 temporadas) já faz uns 3 meses e eu sempre ficava adiando a falar sobre a série por aqui por ela ser bem complexa de se explicar. É complexa porque é sobre a clonagem e muuuuitos termos científicos são usados que assim eu não sei explicar pra vocês. Mas isso não tira a qualidade da série e nem muito menos a deixa complicada de entender. Ela é como qualquer outra série, nada complicado. Agora o que me deixou de queixo caído foi descobrir como funciona realmente uma clonagem e ver isso em humanos na série foi bizarramente incrível. 

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Em Orphan Black, Sarah Manning tem sua vida virada de cabeça pra baixo quando volta à sua cidade natal depois de ter fugido. Ela é uma viciada em drogas que fugiu para se afastar de sua filha pequena por causa das más influências que ela carregava, acabou a deixando com sua mãe. Quando Sarah volta, ela acaba presenciando um suicídio e o fato mais intrigante é que assim que a moça ia se matar, Sarah pôde ver que ela era exatamente sua sósia. Iguaizinhas. Essa moça era Elisabeth (Beth) Childs, uma policial investigativa muito importante que até então ninguém sabia que tinha morrido. Sarah aproveitou a oportunidade e fingiu sua morte, usando o corpo de Sarah alegando ser o seu. Sarah estava oficialmente morta e agora ela seria Beth Childs, uma policial. Logo Sarah (tentando ser Beth), descobre que ela guardava um segredo enorme que talvez tenha sido a causa de sua morte. Sarah e Beth eram experimentos científicos, ambas clones. E elas não eram as únicas. Dezenas de outras iguais eram iguais á elas. Beth, Alison e algumas outras tinham um clube que foi descoberto por Sarah enquanto fingia ser Beth. É aí que a série começa. Uma tentativa de achar a pessoa quem as clonou, por quê fez isso e por quê só Sarah podia ter filhos se nenhuma das outras clones podiam.


Eu sabia que iria gostar da série assim que li a minúscula sinopse no Netflix. Gosto dessas séries que tem conteúdo interessante e eu como previsto, me apaixonei perdidamente. Principalmente pela Tatiana Maslany, essa atriz MARAVILHOSA que conseguiu ser dezenas de personagens com personalidades diferentes e fazer eu gostar de cada uma delas. Parece as atrizes realmente são clones, de jeito nenhum parece ser a mesma atriz!



Essa aí é a Sarah Manning. A principal da série e a que fortalece a união de todas as clones. Temum estilo maravilhoso além de uma coragem sobrenatural. Essa mulher é badass!!! 

             

Essa aí é a filha da Sarah...

O que Patch Adams de O Amor É Contagioso me ensinou

25 outubro 2016
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               Tenho que confessar que nem sabia que falaria desse filme hoje. Primeiramente porque eu nem sabia que iria assistir. Nem sabia da existência dele, porém confesso que eu já havia visto essa foto acima em algum blog. Patch Adams - O Amor É Contagioso, foi com certeza um filme que eu não vou esquecer jamais. Quando o professor de Geografia disse hoje que assistiríamos um filme, imaginei logo um daqueles de desastres naturais (que eu adoro assistir). Mas quando apareceu o nome O Amor É Contagioso, me animei. Seria um filme romântico? Os meninos reclamaram e ele disse que todos nós iríamos gostar muito do filme e que ele precisava mostrar nos mostrar antes do ENEM para acalmar os nervos. E acalmou a ponto de me fazer chorar sem vergonha na cara.



Resultado de imagem para o amor é contagiosoPatch Adams é um cara engraçado daqueles que fazem piada até com o vento só pra te fazer sorrir. Porém, ele sofreu depressão por um longo tempo e após tentar se suicidar, se interna em uma clínica psiquiátrica. Patch chegou lá sem saber o que fazer da vida, tinha pulado de emprego em emprego e achava que não tinha nada que o fizesse feliz de verdade. Ele não achava uma vocação. Com alguns dias na clínica, ele percebeu que podia sim ajudar os pacientes de lá. Seu colega de quarto tinha alucinações com animais querendo o atacar e Patch entrou nessa com ele para combater os animais. Foi aí que ele percebeu que ele tinha jeito pra coisa e ele queria ajudar as pessoas doentes. Mas ele queria fazer justamente o contrário de todos os médicos que ele já havia conhecido. Ele realmente queria ser movido pelo amor às pessoas, e não pelo prestígio e dinheiro. Patch já "velho" vai fazer faculdade de Medicina e lá é muito julgado por não meter a cara nos livros como todos os outros estudantes de Medicina. Ele dizia que o que era mais necessário era o amor e isso já conta tudo. Ele se esgueirava pelo hospital e fazia as crianças com câncer e doentes rirem e isso acabou fazendo com que elas melhorassem. Patch tem que agir contra todos que o julgam por achar que Medicina é se vestir de palhaço e fazer graça.


Ah mas eu chorei. Chorei nas partes tristes, nas bonitas, nas românticas, nas felizes e resumindo: o filme todo. Acho que não tinha como esse filme ter caído em hora melhor. Eu estava uma pilha de nervos e chorei também de alívio misturado com esperança. Eu confesso que estou morrendo de medo do ENEM que vem aí em duas semanas e aquela pressão de passar é enorme. Quero cursar Jornalismo e a única universidade pública por aqui que tem o curso é a UFPE. E é pra lá que eu vou. Antes desse filme eu sentei naquela cadeira de frente a Robin Williams pensando em fazer o ENEM, não passar na federal e ir cursar uma privada. Depois das letras finais do filme e dos choros, saí daquela sala pensando nada mais nada menos que: ano que vem UFPE me espere. Passei o ano inteiro dizendo que "quando" eu não passar eu faço cursinho se eu não fosse pra particular. Agora, digo que SE eu não passar eu faço cursinho pra TENTAR NOVAMENTE.


         
Logo no começo do filme vemos letras enormes dizendo que foi baseado em uma história real. Refleti depois que não foi só uma. Muita gente por aí se descobre depois de anos e ainda assim conseguem ser felizes em uma profissão. Patch persistiu mesmo quando ninguém estava o apoiando na faculdade e também não podemos desistir simplesmente porque não conseguimos passar em alguma faculdade ou por não se identificar com algum curso ou não ter gostado do que fez ou até pensar que não vale a pena. NUNCA é tarde pra ser quem você sonha ser. Eu não sabia disso até 12 horas atrás. Agora que eu sei, vejo que não adianta se desesperar. SE eu não passar esse ano, ano que vem estudo de verdade e nos seus limites e passo. Não é pra ver se vou conseguir passar. É pra passar. O que eu mais fiz esse ano inteiro foi pensar negativamente sobre faculdade e aprovações. Quando me perguntavam o que eu quero cursar, eu dizia logo um "Jornalismo, mas não vou passar". 99% das pessoas me perguntavam por que eu dizia que não ia passar se eu sou uma boa aluna e tiro notas boas em redação. Eu ria. Eu falava que só isso não vai me fazer passar. Isso é verdade, mas agora eu reconheço que o que vai me fazer passar não é os estudos nem muito menos a redação do ENEM. É eu simplesmente querer. Não querer por querer ou querer porque alguém quer. É querer de coração. É largar o medo de ser tachada pela sociedade de imprestável por não ter passado, levantar o rosto e pegar os livros. E é isso que eu vou fazer daqui para o dia 5 de Novembro.

É ilusão para alguns pensar que estudar em 2 semanas 238249285 conteúdos vai fazer alguém passar. Alguém na minha sala hoje fez uma pergunta à professora: "Tem como estudar todos os assuntos do ENEM em 2 semanas?". Tem. Ah se tem. E não do jeito de enlouquecer. Até porque quem é terceiranista já viu todos os assuntos que caem no ENEM. Não é como se fosse aprender do zero. É fazer questões e aquelas que não souber, PESQUISE Agora pesquise com força, pesquise sobre o assunto, pesquise outras questões comentadas, pesquise! Ainda dá tempo até porque o tempo nunca foi um problema pra quem quer algo. Patch Adams me ensinou isso hoje.


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RESENHA: Confissões de uma garota excluída, mal-amada e (um pouco) dramática - Thalita Rebouças

24 outubro 2016
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             Eu literalmente não consegui esperar para escrever essa resenha. Confesso que eu nunca tinha lido um livro da Thalita Rebouça antes. Eu já até tinha tentado ler a parte dela no livro Um Ano Inesquecível (que ela escreveu com a Bruna Vieira, Babi Dewet e Paula Pimenta), mas não consegui. A história dela era sobre o verão e não me prendeu em momento nenhum. Parei de ler antes de saber realmente sobre o que era a história. Eu até estranhei porque muuuuita gente fala dos livros dela e como assim eu não havia gostado? Mas, como eu disse na última resenha de A Garota do Calendário, às vezes eu simplesmente não estou no mood do livro e acabo não gostando. Raramente acontece. E com a Thalita Rebouças foi bem assim. Quando comecei a ler Confissões de uma garota excluída, mal-amada e um (um pouco) dramática me apaixonei. De verdade e literalmente. Na primeira página pra ser mais exata.

Me apaixonei pela escrita.
Me apaixonei pela descrição da personagem.
Me apaixonei pela personagem.
Me apaixonei pela Thalita Rebouças.

Com toda a certeza do mundo, esse foi o livro que eu mais ri (isso mesmo, RI) em toda a minha vida. Ou eu estava rindo, ou sorrindo ou com a boca escancarada por causa do que a protagonista Tetê (LOUCA DA SILVA) dizia quando estava nervosa. Parece eu. Na verdade, eu me identifiquei muito com ela.


O livro narra em primeira pessoa a trajetória de Tetê em sua adolescência conturbada. Mas quando eu digo conturbada: é conturbada MESMO. A mãe de Tetê acha que ela está louca porque vive sozinha e sem amigos e sem fazer o buço e a manda para um psiquiatra para ele "passar uns remédios de loucura" pra menina. Tetê acaba desabafando todos os seus problemas incluindo a negação de fazer o buço, a falta de amigos, o bullying na escola e o principal: o amor da vida dela, sua alma gêmea Gustavo Sampaio que acabou a traindo. Traindo de verdade? Hm... não. Na verdade, a Tetê achava que Gustavo Sampaio a amava e foi com tudo querendo um beijo (sem nem saber beijar) e assustou o Gustava Sampaio. Ele a "traiu" contando pra todo mundo o que ela havia feito. Depois de Gustavo Sampaio, Tetê jurou de pé junto na sala do psiquiatra que nunca mais ia amar ninguém. Uma pena que isso só durou uma semana. Ela tinha se mudado para Copacabana e estava morando com os avós junto com seus pais porque eles estavam com problemas financeiros. E aí Tetê começou o Ensino Médio em uma nova escola já esperando que todo o bullying voltasse, foi aí que ela avistou Erick Senna D'Almeida. O amor da vida dela de verdade. Dessa vez ela tinha certeza. E pra completar ela conseguiu fazer amizade com Davi e Zeca que também eram cutucados pelos populares da escola. A vida de Tetê vira de cabeça pra baixo quando Erick Senna D'Almeida fala seu nome.

Como já falei, o livro é extremamente engraçado e dramático. Tetê faz tempestade em copo d'água por tudo. Se você também é adolescente vai entender. Caso não seja mais, vai com certeza se identificar também e lembrar da adolescência. Tetê começa a superar o bullying que continua acontecendo na sua escola nova, mas dessa vez ela segue o modelo de Zeca, um de seus amigos novos. Ele simplesmente ignora e Tetê começa a fazer o mesmo e aí seu cabelo começa a brilhar mais, ela tem coragem de sorrir com os dentes, ela consegue abraçar um menino sem pular e pensar que abraçou um ser humano do sexo masculino pela primeira vez. Tetê foi todas nós algum dia. O livro é a sua jornada descobrindo como superar dilemas como o bullying e a pressão dos pais para ela arrumar um namorado pra poder ser feliz (como só isso fosse a solução!!!!! - não é uma indireta). 


Quando você lê o livro e ri muito das trapalhadas de Tetê, não tem como não sentir que ela é sua amiga. Ela te entende. Pelo menos, Tetê me entende muito. E isso me fez mais próxima dela. Quando terminei o livro, senti aquele famoso vazio no peito. O vazio de "não tem continuação". E você sabe né que quando dá esse vazio é porque o livro foi além de maravilhoso. Uma das partes que eu mais gostei foi quando Tetê recebeu uma mensagem do amigo Zeca a cobrando uma ida á designer de sobrancelhas para tirar a monocelha Frida Kahlo dela e ficou mais que feliz. Ela tinha recebido uma men-sa-gem de um AMIGO!


Ah mas esse livro não fica engraçado só pela vida e pelas falas da Tetê. As referências dela e dos amigos dela são incríveis. Quando ela conheceu seu melhor amigo Davi, por exemplo, eu ri de chorar quando me toquei depois de uns segundos que ele tinha imitado o Silvio Santos. Oeeeee.
Thalita Rebouças me conquistou a ponto de me deixar abismada. Vou ler muito mais livros dela com certeza e quando me pedirem indicações de livros brasileiros vai ser impossível não falar desse livro de primeira. Até o título é esquisito e enorme. E eu finalmente entendi o porquê.... Tetê com certeza se descreria como excluída, mal-amada e (um pouco) dramática. Vi muitas resenhas falando que o livro foi exagerado, mas acho que a gente tem que perceber que o livro foi escrito com o objetivo de mostrar os pensamentos de uma adolescente. Tem uma menina super insegura que sofre bullying e se acha ridícula e todos aquele estereótipos. Mas o livro foi narrado em primeira pessoa e é por isso que é aceitável ser assim. É pra mostrar de verdade que a Tetê não é só uma personagem fictícia, ela é o nosso pensamento, o pensamento adolescente. Que vai muda de aspecto a todo segundo. De feliz à triste... de um look nem aí pro mundo pra um de desfile de moda (pra chamar a atenção de alguém). Claro que um dia percebemos que isso tudo foi bobagem. Mas fez parte da fase, né? 

5 lugares que eu sonho em conhecer

23 outubro 2016
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Reprodução: Embarque Internacional

       Acho que todos nós temos uma lista de lugares que amamos. Pode ir dos mais clássicos até mesmo algum lugar histórico e abandonado. Temos desejos de sobra e o que falta? Dinheiro! Viagens como essa são acima dos 7/8 mil reais (ou dólares!!) e aí é um pouco difícil. Ficamos namorando as imagens e filmes, claro. Por isso, fiz uma lista dos 5 lugares que eu quero muito conhecer um dia nem que eu vá à pé ou sei lá.


1. Paris - França

Pois é. Nem um pouco clichê o primeiro item da lista ser Paris. Não sei quando começou minha obsessão pela França. Talvez tenha sido com o filme Monte Carlo e desde então não faltam Torres Eiffel no meu quarto (tenho 3) e uma das minhas músicas favoritas é La Vie En Rose. Estou tentando aprender francês também porque adoraria poder falar pelo menos um bonjour quando eu colocar meus pés em solo francês. Sonhar é bom né? haha

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Reprodução: Dicas de Paris e França

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Reprodução: Champ Elyseees


2. Vienna - Áustria

Esse é um pouco em comum. Me apaixonei pela cidade quando assisti De Repente 30 e a cena mais maravilhosa é ao som da música Vienna do Billy Joel (minha música favorita oficialmente) e quando procurei a música no Google, virei fanática não só por ela, mas pelo lugar.

"Devagar, você está indo bem. Você não pode ser tudo que quer ser antes do seu tempo. Embora isso seja tão romântico no fim da noite de hoje. Tão ruim, mas é a vida que você segue, você está tão à frente de si mesma que esqueceu do que precisa. Embora você possa ver quando está errada, você sabe que nem sempre saberá quando está errada. Você tem sua paixão. Você tem seu orgulho. Mas você sabia que apenas os tolos ficam satisfeitos? Sonhe, mas não imagine que todos os seus sonhos se realizarão. Quando você vai perceber? Vienna espera por você." (Vienna - Billy Joel)


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Reprodução: Lonely Planet


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Reprodução: Co.Design


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Reprodução: Vienna City Tours

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Owegoo


3. New Jersey - Estados Unidos

Não consigo explicar por que de todos os estados dos Estados Unidos eu escolheria Nova Jersey. Desde pequena eu escuto em filmes e simplesmente ficou na minha cabeça á ponto de pesquisar quanto seria passar 5 dias em Nova Jersey passeando só pra matar meu desejo de sair do país. (Custa em torno de R$3 mil por pessoa, não achei caro, porém não tenho nem mil.)

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Reprodução: NewsWorks


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Reprodução: Sea Streak


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Reprodução: Wikipedia


4. Machu Picchu - Peru

Não sou muito fã do espanhol portanto o único lugar que eu escolheria assim pra ir é o Peru. Essa provavelmente vai ser minha primeira viagem internacional e não poderia ser um lugar melhor pra começar. A paisagem é maravilhosa e eu fico sonhando acordada com vlogs em Machu Picchu. 



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Reprodução: Lonely Planet


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5. São Petesburgo - Rússia

Eu não tinha interesse algum em viajar pra Rússia porque eu não achava que havia algo de interessante por lá. Isso foi até eu fazer amizade com um russo e resolver pesquisar mais sobre o país. E aí encontro São Petesburgo (que é bem falada nos livros de histórias na parte da Revolução Russa) e eu não sabia que era maravilhoso assim! Agora sou louca pra ir na Rússia haha. 

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Reprodução: CI


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Reprodução: Viagens Top


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Reprodução: Airlines Airports


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Reprodução: Cultura e Viagem
  E aí, quais desses lugares você também quer conhecer, e quais que eu não citei que estão na sua lista de lugares que quer conhecer? Vamos levantar a bunda da cadeira e estudar, pessoal!


The O.C e a desigualdade social

22 outubro 2016
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Eu estava lindamente morrendo de vontade de escrever esse post a série The O.C que foi adicionada essa semana no Netflix. Faz muito tempo que ouvi falar dessa série por várias indicações, mas eu sempre deixava pra depois porque né é bem chato ficar assistindo série online com um monte de propaganda. Aí quando no começo do ano eu vi que o Netflix iria adicionar The O.C na grade eu esperei quase morrendo já que nem sabia o dia que isso iria acontecer. Acabou sendo do nada e no minuto que eu recebi a notificação linda "The O.C foi adicionado no Netflix" eu corri pra começar a assistir. Desde então eu assisto The O.C, penso em The O.C ou planejo quando vou voltar a ver The O.C. Todas as pessoas que falavam muito bem dessa série estavam totalmente certas e sinceras. Por isso vim aqui te convencer a abrir o Netfliz e juntar-se a mim nessa jornada!

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Bem, The O.C conta a história do bad boy Ryan Atwood que logo no primeiro episódio se mete em uma encrenca daquelas por causa do irmão e acaba sendo preso por roubo de carro. Como ele só tem 16 anos e nenhum crime nas costas, ele recebe a ajuda de um defensor público, o Sandy Cohen, que o ajuda a sair dessa. Ele sai da cadeia e o irmão, maior de idade e mandante do crime. acaba sendo condenado à não sei quantos anos de cadeia. Quando Ryan chega em casa dá de cara com os problemas de sua família e sua mãe e seu padrasto o expulsam de casa. Isso mesmo. Tadinho. Aí ele liga pro defensor Sandy e ele o abriga até resolverem o que fariam. The O.C vai narrar a vida de um cara da periferia em um bairro nobre classe A onde todos são filhos de pessoas muito ricas e importantes. Ryan Atwood sente com força as diferenças e é condenado e rotulado simplesmente pelo lugar que veio.




Eu sei que sou estranha. A série vai muito além da desigualdade social e chega nos romances e problemas familiares bem típicos. Mas o que mais me chamou atenção até agora (estou no episódio 12 da 1ª temporada) foi a reação do Ryan com o bullying. O chamam até de Chino, que é o bairro que ele morava. É bem pesado às vezes.

"Eu sempre vou ser conhecido como o cara que roubou um carro e que vem de Chino"

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Mas é claro que tem a parte engraçada e legal da série né? As confusões que Ryan se mete com o filho do seu defensor público, o Seth (amor da minha vida). Seth Cohen é nerd assumido que ainda lê gibi loucamente aos 16 anos. É apaixonado pela melhor amiga da vizinha, a Summer e até nomeou seu barco de Summer! Ele é um amor e vai se aventurar na vida adolescente depois que o Ryan aparece.

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Falando nisso... A vizinha de Seth é a icônica Marissa Cooper, a organizadora dos eventos da escola, super popular e namorada da estrela do futebol da escola Luke. E adivinha só?

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Isso mesmo. Não sei quem shippar sinceramente. Tantos triângulos amorosos. A série é bem engraçada (principalmente com as piadas sem graça do Seth) e o tempo passa magicamente e você vai lá pra outro episódio...

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E aí, quem gostou do tema e vai dar uma chance a The O.C? Prometo que não vai se decepcionar!



Todos ao seu redor tem uma história que o mundo precisa ouvir

21 outubro 2016
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            Você já parou pra pensar nisso? Creio que não. Eu mesma posso dizer que eu nunca havia parado pra refletir no tanto de histórias que cada um tem pra contar até assistir uma palestra no TED ontem (está na minha lista de 101 coisas em 1001 dias). Para quem não conhece, o TED Talks é um órgão americano responsável por palestras interdisciplinares pelo mundo. Todas elas muito interessantes, me diziam. Eu não tinha coragem de assistir porque achava que eram chatas e sobre ciência. Bem, muitas delas são bem científicas. Mas quando eu entrei pela primeira vez no site do TED ontem só pra ver como era, eu não imaginava que acabaria clicando em um vídeo que me prenderia por 20 minutos. Todos ao seu redor tem uma história que o mundo precisa ouvir. Parece que esse título estava piscando pra mim que eu cliquei sem ter noção que pela primeira vez eu assistiria uma palestra intelectual sobre alguma coisa. Pelo menos era o que estava na minha mente sobre palestras desse tipo.

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             O início do vídeo mostra um auditório lotado e lá na frente um homem meio grisalho que logo descobri ser Dave Isay. Ele mostrava confiança com sua camisa branca de botões, um microfone pendurado na orelha e várias folhas de papel grampeadas contendo tudo que ele falaria naquela palestra (que sinceramente ele deve ter decorado porque ele mal olhava pro papel). Eu queria simplesmente deixar o vídeo aqui pra vocês assistirem, mas sei que é difícil. Eu me coloco no lugar de vocês e realmente, eu não assistiria uma palestra assim de 20 minutos só porque uma menina em um blog falou que era interessante. Talvez eu salvasse a página, deixasse pra depois. Um depois que nunca chegaria. E o que eu quero falar pra você agora não pode ser deixado pra depois. É por isso que aqui eu vou falar sobre o que o Dave mais falou na palestra por cima e te deixar com vontade de ouvir as palavras dele.

Quem é Dave Isay então e o que ele fez pra chamar atenção para as histórias que cada um tem pra contar?

Dave criou um projeto chamado StoryCorps depois de ter descoberto que seu pai era gay. Logo depois disso ele foi a fundo no assunto e acabou descobrindo que atrocidades aconteciam com a população homossexual de décadas atrás e ele foi atrás por fotos e arquivos de pessoas que sofreram abusos por conta de sua sexualidade. Ele acabou descobrindo a história de cada um. E acredite: uma pessoa tem muito pra contar. Eu por exemplo... posso contar uma história que nenhum de vocês conhecem.

Em 2006 me mudei para uma cidade no Sertão de Pernambuco por causa do trabalho do meu pai. Eu tinha só 6 anos e não fazia ideia do que estava acontecendo. Pelo menos eu acho... nem me lembro direito. Como o lugar foi diferente e totalmente o oposto do que eu era acostumada, algumas coisas se tornaram inesquecíveis e uma delas foi a história que eu vou contar. Eu morava em uma casa enorme alugada que na época me contaram que era de um médico. Eu me achava contando para minha família que ela tinha 2 banheiros e 2 cozinhas. Uma cena! Essa casa tinha duas entradas e ambas tinham uma portão com gradezinha sabe? Aquelas que abrem com ferrolho e que por acaso eu conseguia sentar nela. Todas as noites meus pais e eu tínhamos o costume de sentar na calçada e conversar sobre a vida. Bem típico de uma vida sem tecnologia nos segurando. Eu vivia sentando naquele portãozinho e depois de uns meses eu nem me segurava mais. Que nem a piada da bicicleta sem as mãos. E assim como a piada, não deu muito certo. Era São João quando aconteceu o já provável. Mesmo depois de vários "desce daí menina", eu era teimosa demais. Depois de soltar meus fogos de artifício, me segurei e sentei na grade. Novamente me soltei, mas dessa vez escorreguei, creio que por conta da roupa. Foi uma queda daquelas. Eu caí pra trás e bati a cabeça no tijolo! Olha só! Aí abriu um corte na minha testa e eu nem fui dar ponto. Resultado: passei uns anos com a marca na minha testa e tendo que explicar a todos que foi uma queda. Que queda hein! Hoje, sabendo dos riscos agradeço por não ter tido um traumatismo craniano ou sei lá haha.

Tá vendo? Aposto que você tem uma história assim. Ou melhor: várias. A vida é feita de histórias que você conta ou não para as pessoas. Histórias boas, engraçadas ou ruins. Você tem um livo aí na sua mente só de histórias. E era isso que Dave queria provar. Que cada um tem algo pra contar, nem que seja um desabafo. E concorda comigo que isso de algum jeito vai ajudar alguém? Pega como exemplo a minha história.. o que você leva daí? Exato, jamais suba na grade alta se você sabe que pode cair haha. Ou apenas escute quando os mais velhos te avisam algo, eles sabem os riscos e querem o teu bem. Assim pode ser uma história engraçada também.


Mas o que Dave fez afinal?

A StoryCorps montou cabines em diversas cidades dos Estados Unidos para incentivar as pessoas a compartilharem um pouco da sua vida. Como? Na cabine, tinham duas cadeiras em uma mesa com dois microfones iguais os de rádios. Lá uma pessoa ficaria a cargo de ser a "entrevistadora" e a outra a que seria entrevistada. Assim saíram milhares de histórias, desabafos, reconciliações e até declarações de amor. Esses dados iam gravados para a StoryCorps com o objetivo de inspirar outras pessoas. Uma dessas histórias foi mostrada em um desenho animado na palestra e aqui vou deixá-la por escrito. Um garoto com síndrome de Asperger entrevista sua mãe e desabafa sobre suas dificuldades em ser sociável e até consegue dizer pela primeira vez que se sente um pouco deixado pra trás por causa de sua irmãzinha que por não ter essa doença, é bem sociável e todos parecem gostar mais. A mãe fez seu papel de responder as perguntas dele deixando claro que ele era importante na mesma intensidade que sua irmã era para todos da família.

Josh: Em uma escala de um à dez, você acha que sua vida seria diferente sem animais?
Mãe: Eu acho que seria um 8 sem animais, porque eles dão muito prazer à vida.
Josh: De que outro jeito você acha que a vida seria diferente sem eles?
Mãe: Não teriamos baratas ou cobras.
Josh: Bem, eu estou de boas com as cobras contanto que não sejam venenosas ou se enrolem em você ou algo do tipo.
Mãe: É, eu não sou uma grande fã de cobras.
Josh: Mas a barata é um animal que amamos odiar.
Mãe: É, é verdade.
Josh: Você já pensou que não conseguiria lidar com o fato de ter um filho?
Mãe: Eu me lembro de quando você era um bebê, você tinha uma cólica horrível e só sabia chorar e chorar.
Josh: O que é cólica?
Mãe: É quando seu estômago dói e tudo que você faz é gritar por tipo, quatro horas.
Josh: Mais alto que a Amy?
Mãe: Você era bem alto, mas Amy é mais histérica.
Josh: Eu acho que sinto que todo mundo gosta da Amy mais, tipo ela é o pequeno anjo perfeito.
Mãe: Bem, eu posso entender por que você acha que as pessoas gostam mais da Amy, e eu não estou dizendo isso por causa da sua síndrome de Asperger, mas ser sociável é mais fácil pra Amy, no entanto pra você eu acho que é mais difícil, mas as pessoas que param pra te conhecer te amam muito.
Josh: Tipo Ben ou Eric ou Carlos?
Mãe: Isso.
Josh: Tipo eu tenho uma melhor qualidade de amigos mas em menor quantidade?
Mãe: Eu não julgaria a qualidade, mas eu acho.
Josh: Tipo, no começo era meio que Amy amava Claudia, daí ela odiava Claudia, ela amava Claudia, aí odiava Claudia, e odiava Claudia.
Mãe: Parte disso é coisa de menina, querido. O importante pra você é que você tem poucos ótimos amigos, e eu realmente acho que isso é o que você precisa na vida.
Josh: Eu fui o filho que você queria que eu fosse quando nasci? Eu satisfiz suas expectativas?
Mãe: Você ultrapassou minhas expectativas, amor, porque, claro, você tem essas iluões de que como o seu filho vai ser, mas você me fez crescer demais como uma mãe, porque você acha...
Josh: Bem, fui eu que fiz você ser mãe.
Mãe: Você foi quem me fez mãe. Essa é a parte boa. Mas também porque você me fez pensa diferente do que te falam nos livros de bebês, eu realmente tive que aprender a pensar com você, e isso me fez muito mais criativa como mãe e como pessoa, e eu sempre vou te agradecer por isso.
Josh: E isso ajudou quando a Amy nasceu?
Mãe: Isso ajudou quando a Amy nasceu, mas você é tão incrivelmente especial pra mim e eu sou tão sortuda por te ter como filho.

Se eu chorei? Claro. Assistindo ainda dá mais emoção. O fato é: lendo essa entrevista você conhece o Josh e percebe seus sentimentos. Na palestra Dave fala mais sobre isso e se você se interessou no assunto, não custa nada tirar um tempinho do seu dia pra assistir essa palestra. Tem o tempo de um episódio de uma série e você vai levar muito das histórias que o Dave conta.




Eu te convido a assistir essa palestra no TED e sinta-se confortável para navegar por lá e encontrar mais palestras inspiradoras e nada complicado de se entender. Eu com certeza vou fazer mais posts falando sobre palestras específicas que eu assistir, Não há nada melhor do que ouvir sobre coisas que estão debaixo do nosso nariz e não percebemos mas que sim, fazem a diferença na nossa vida e nas que quem nos rodeia.

RESENHA: A Garota do Calendário (Janeiro) - Audrey Carlan

19 outubro 2016
                Uns dois dias atrás eu resolvi ler esse livro pelo ebook mesmo porque eu li inúmeras resenhas sobre ele em blogs e até já vi em prateleiras das melhores livrarias. Confesso logo de cara que aumentei minhas expectativas ao máximo e acabou sendo nada que eu esperava.


Mia Sauders precisa de dinheiro. Muito dinheiro. Ela tem um ano para pagar o agiota que está ameaçando seu pai por causa de uma dívida de jogo. Um milhão de dólares, para ser mais exato. A missão de Mia é simples: trabalhar como acompanhante de luxo na empresa de sua tia e pagar mensalmente a dívida. Um mês em uma nova cidade com um homem rico, com quem ela não precisa transar se não quiser? Dinheiro fácil. Parte do plano é manter seu coração selado e os olhos na recompensa. Ao menos assim que deveria ser... Em Janeiro, Mia vai conhecer Wes, um roteirista de Malibu que vai deixá-la em êxtase. 

O livro começa bem estruturado e eu lembro de ter ficado bem ansiosa para ler e saber qual seria o par amoroso de Mia. A história de ela ter que pagar ao agiota que ameaça seu pai é pouco clássica e uma desculpa aceitável para fazer com que Mia se desespere e necessite arranjar um modo de ganhar dinheiro fácil. O agiota do seu pai é seu último ex, que ela ainda estava se recuperando já que segundo ela "se apaixona fácil". Daí já dá pra deduzir o deduzível né? Já era bem óbvio e clichê que ela se apaixonaria pelo cara que eu nem sabia o nome ainda nessa etapa do livro. Bem previsível claro. E aí Mia vai procurar um jeito de ter seu dinheiro fácil e se assusta quando sua tia a oferece uma vaga em sua """empresa""" de acompanhante de luxo - que Mia logo nega achando que seria uma prostituição. Mas não, era só receber milhares de dólares para passar um mês com um homem rico e maravilhoso e o acompanhar em todos os eventos de gala para que mulheres interesseiras não fiquem em cima dele. Essa é uma ótima descrição do cargo dela. A melhor que já fiz. E aí claro que Mia, sem opção nenhuma (oi?) aceita e passa por várias fases de tratamento de beleza antes de ser mandada para seu primeiro cliente Wes. Até aí tudo aceitável. E aí ela se encontra com Wes na praia e o viu surfar e pronto. Ali eu já diria que ela estava caidinha por ele. Ela vai morar com ele nesse mês e participa de vários eventos com ele enquanto tem uma amizade colorida em que ela concordou com ele que uma das regras seria "não se apaixonar". Não vou dizer o que aconteceu.

Eu acho que essa é uma das primeiras (senão a primeira) resenha aqui no blog em que eu não falei bem do livro. O ponto é que eu quase não desgosto dos livros que eu leio porque eu sempre filtro o que eu amo nos livros, e como eu disse no início do post, eu jurava que esse também faria parte do meu time de livros favoritos. Infelizmente não foi. E sim, o enredo da história é típico de um romance erótico em que a gente espera emoções mas parece não ser o objetivo. Mas dentre os poucos livros que eu li desse gênero que se encaixam Cinquenta Tons de Cinza, O Lado Feio do Amor, Entre o Agora e o Nunca e até Paixão Sem Limites, esse que faço resenha hoje não chega aos pés de nenhum desses que acabei de citar. Penso que a autora se prendeu tanto em mostrar o relacionamento puramente carnal entre Mia e Wes que faltou focar na vida dos dois fora do enfoque acompanhante-ganhar dinheiro. Mia chega a citar uma irmã duas vezes e mais nada. Conhecemos a irmã do Wes bem rápido e mais nada também. Nada é aprofundado e até o relacionamento dos dois foi avançado logo de início. Não a parte do sexo, que já é esperado ter no capítulo que eles se conhecem. Mas o relacionamento em si, foi incrivelmente rápido. E quando você começa a aceitar o ritmo das coisas e até a gostar um pouco do livro já está acabando o tempo de Mia e Wes e ela tem que morar com o próximo acompanhante. E só em pensar que Wes foi o primeiro de 12 meses já que a série tem livros de Janeiro à Dezembro, já me dá uma decepção em ler pois já é novamente previsível o que vai acontecer. E se vocês não perceberam, eu disse praticamente o livro inteiro e tudo isso estava na sinopse. Então qualquer pessoa que pegar a sinopse desse livro antes de ler, já vai deduzir tudo isso que acontece.

Um livro erótico que eu não terminei foi Cretino Irresistível. O livro é bem fino e tem sei lá quantas continuações, mas eu realmente não consegui. Não foi a história, não foi o excesso de sexo, foi o livro mesmo. Mas eu tentaria lê-lo novamente porque eu penso que gostar ou não de um livro é questão de momento também. Às vezes você começa a ler um romance trágico que você já sabe que algo ruim acontece, tipo Nicholas Sparks, e aí você já sente uma preguiça nas primeiras páginas e procura por outro. Tudo questão de humor do momento. Já aconteceu isso comigo diversas vezes e acredite, eu sempre tentava ler o livro de novo depois de um tempo pra ver se eu realmente não gostei. E talvez isso tenha acontecido com A Garota do Calendário. Eu criei tantas expectativas que quando não vi que era o que eu pensava, talvez eu tenha reprovado o livro sem nem ter lido com vontade sabe? Decidi que a gente tem que sim dar uma nova chance. Fiquei curiosa pra saber se Mia iria esquecer ou não o Wes e eu realmente quero saber se o livro Fevereiro tem uma pegada melhor do que Janeiro.

4 filmes de terror (que não dão medo) para assistir esse mês!

17 outubro 2016
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                 Acho que todos gostam de aproveitar o mês do Halloween (que não saímos nas ruas pedindo doces ou travessuras e nem nos fantasiamos) pra assistir filmes e terror. Teve um Halloween aí que acho que foi de uns dois anos atrás que eu resolvi que assistiria sozinha Invocação do Mal, bem, não caiu muito bem e eu logo desisti. Sou uma pessoa extremamente cagona e não dá pra ver filmes de terror sozinha. Na verdade, nem sozinha nem acompanhada. Consegui assistir Invocação do Mal (o primeiro filme tá gente? o segundo falta coragem) com a minha prima e acreditem se quiser: eu gritei e me escondi o filme inteiro porém a parte boa é que consegui dormir sem olhar pro meu armário haha. Então, eu resolvi que traria alguns filmes que eu AMO que são de terror mas daquele terror psicológico sabe? São os meus filmes favoritos dessa categoria!

1. Triângulo do Medo.

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Tá, eu sei que o nome parece meio macabro e sempre que o cito minhas amigas já dizem um longo não. Escolheram um nome bem aterrorizante. Não que o filme não dê medo. Na verdade nem dá, mas com certeza você fica com uma sensação esquisita dentro de você que vai te perturbar. Sabe por quê? Bem, o filme fala de uma moça chamada Jess. O filme começa com ela entrando em uma lancha com alguns amigos e eles partem em uma pequena viagenzinha. Confesso que no começo do filme eu fiquei voando quando assisti pela primeira vez com meu pai (que quase tirou o filme porque esse é daqueles que se você gosta de perguntar você vai fazer isso o tempo todo).

Jess e seus amigos estão lá de boas velejando quando vem uma tempestade daquelas que parece que vai ser um filme tipo Náufrago, acontecem muitas coisas estranhas durante a tempestade mas ela logo passa. No entanto, eles ficam com a lancha acabada e DO NADA aparece um navio perto deles e eles simplesmente entram lá. O problema é que o navio parece estar completamente vazio e eles começam a vasculhar para encontrar alguém. A grande interrogação do filme é que alguém está tentando matar cada uma das pessoas que entraram no barco e cada vez que todas morrem e só ficam a Jess, adivinha o que acontece? A própria Jess vê outra ela e seus amigos entrando no navio. 

Entendeu? É um círculo vicioso! É um terror bem psicológico e eu buguei 90% do tempo que eu assista o filme, mas eu o amo demais! É tão bom que a primeira coisa que você faz quando acaba de assistir é procurar teorias que expliquem o porquê de tudo voltar a acontecer de novo. Confuso? Eu queria poder explicar mais, mas todo o resto é spoiler então já programa aí pra assistir esse filme!

             

2. A Vila

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Bem, esse filme eu não assisto já faz anos, mas assim que pensei nesse post resolvi colocá-lo também. Pelo que eu me lembre ele é recheado de suspense (é do rei do suspense M. Night Shyamalan) e daqueles sustinhos que você dá um pulo e o coração acelera. Mas nada assustador demais.

Em 1897 uma vila parece ser o local ideal para viver: tranquila, isolada e com os moradores vivendo em harmonia. Porém este local perfeito passa por mudanças quando os habitantes descobrem que o bosque que o cerca esconde uma raça de misteriosas e perigosas criaturas, por eles chamados de "Aquelas de Quem Não Falamos". O medo de ser a próxima vítima destas criaturas faz com que nenhum habitante da vila se arrisque a entrar no bosque. Apesar dos constantes avisos de Edward Walker, o líder local, e de sua mãe, o jovem Lucius Hunt tem um grande desejo de ultrapassar os limites da vida rumo ao desconhecido. Lucius é apaixonado por Ivy Walker, uma jovem cega que também atrai a atenção do desequilibrado Noah Percy. O amor de Noah termina por colocar a vida de Ivy em perigo, fazendo com que verdades sejam reveladas e o caos tome conta da vila.

Depois que eu mesma li essa sinopse fiquei louca pra assistir de novo. Acho que é esse que eu irei assistir esse mês hein? É muito bom e eu me lembro de ter ficado completamente aflita esperando o susto vir e ele sempre demorava haha.


         

3. Carrie, A Estranha

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A versão mais atual é com a Chloe Grace Moretz e foi por isso que eu tive coragem de assistir. O filme sempre foi daqueles que eu dizia que eu nunca ia assistir, mas se tornou um dos que eu fiquei menos assustada. As partes assustadoras nem ficaram assustadoras, apenas bizarras, e o que tornou o filme legal foi a história mesmo da Carrie super famosa por aí com uma pitada bem mais atual.

Carietta White sempre foi oprimida pela sua mãe, Margaret, uma fanática religiosa. Além dos maus tratos em casa, Carrie também sofre com o abuso dos colegas de escola, que nunca compreenderam sua aparência nem seu comportamento. Ridicularizada por todos, aos poucos ela descobre que possui estranhos poderes telecinéticos, que se manifestam com força total durante sua festa de formatura.

             

4. Colega de Quarto

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Um dos meus filmes favoritos que com certeza está entre os 3 primeiros colocados da minha lista de melhores filmes. Assisti sem querer no Telecine quando havia acabado de estrear por lá e me apaixonei tanto mas tanto que já sei as falas todas decoradas.

O filme fala de Sara, uma menina bem normal que vai pra faculdade e tem que dividir o quarto com alguém. Na maioria dos filmes que retratam isso, mostram o lado positivo de morar com outra menina e de fazer amizades novas e tal. Esse é mais o contrário. A roommate de Sara, a Rebecca, acaba ficando obcecada com a amizade das duas a ponto de ninguém mais chegar perto de Sara. Nem outras meninas nem seu namorado. Aos poucos vemos o quanto a Rebecca não bate bem da cabeça e toda a trama de Sara vs. Rebecca é muito maravilhosa e bem macabra também.

Vale super a pena assistir!



E aí, qual é o que você mais ficou com vontade de ver? Eu quero muito relembrar A Vila e Colega de Quarto que não importa quantas vezes eu veja, eu nunca vou enjoar!